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Arquivo da categoria: Italianos

Livro narra trajetória dos imigrantes italianos no Brasil

“Retratos da Imigração Italiana no Brasil” foi escrito por Angelo Iacocca

Maurício Xavier [com reportagem de Carolina Giovanelli e Nathalia Zaccaro] | 13/06/2012

Imigração italiana - Memória Paulistana - 2273-Rara imagem da Padaria Basilicata: parte integrante do livro Rara imagem da Padaria Basilicata: parte integrante do livro “Retratos da Imigração Italiana no Brasil”

Acervo Padaria Basilicata

Criada em 1914 no Bixiga pela família Laurenti, a Padaria Basilicatahomenageia uma região do sul da Itália, país de origem dos fundadores. A imagem acima é uma das preciosidades do recém-lançado “Retratos da Imigração Italiana no Brasil” (Editora Brasileira de Arte e Cultura, 180 páginas, 80 reais), de Angelo Iacocca.

O livro narra a trajetória dos imigrantes desde o período colonial, quando marinheiros genoveses e sicilianos tripulavam os navios portugueses que cruzavam o Oceano Atlântico para desbravar as novas terras, e destaca as grandes levas de italianos que aportaram por aqui durante o século XIX.

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2273/misterios-padaria-basilicata-livro-imigracao-italiana

 
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Publicado por em 12/06/2012 em Italianos, Notícias

 

Embaixador da Itália visita o São Paulo Boat Show

O embaixador da Itália no Brasil, Gherardo La Francesca, foi um das ilustres presenças no São Paulo Boat Show. O italiano foi ao estande da Schaefer Yachts ver de perto a Schaefer 620 Pininfarina e elogiou a iniciativa do estaleiro catarinense:

“É muito bom ver a Itália entrando no Brasil no setor de serviços e não com um produto acabado. Ambos os países ganham muito com isso”, comentou.

Fonte: http://www.nautica.com.br/noticias/viewnews.php?nid=ultcf774258ab73d288ec19fbc4223f0a0c

 
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Publicado por em 19/10/2011 em Italianos, Notícias

 

Exposição no Museu do Café antecipa comemorações do ano da Itália no Brasil

“Itália-café-Brasil: Qui si beve caffè” retrata a relação entre os dois países tendo o produto como fio condutor

Antecipando as comemorações do Momento Itália-Brasil, celebrado entre outubro de 2011 e junho de 2012, o Museu do Café, instituição da Secretaria da Cultura, inaugura no dia 24 de agosto, às 18h30, a exposição “Itália – café – Brasil: Qui si beve Caffè“. Por meio de um profundo trabalho de pesquisa, a mostra apresenta um olhar sobre a influência italiana no Brasil sob o ponto de vista de uma paixão comum aos dois países: o café. A exposição é uma realização do Governo do Estado, com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e fica em cartaz até 29 de janeiro de 2012.

“O brasileiro é apaixonado por café, mas nem todos imaginam a influência italiana nos modos de preparo e no hábito do consumo do café ao longo dos anos no Brasil. A exposição propõe contar esta história”, explica Andrea Matarazzo, Secretário de Estado da Cultura. Matarazzo lembra também que a exposição é uma das primeiras ações da Secretaria que celebram o ano da Itália no Brasil. “A Secretaria preparou uma extensa programação festiva que inclui outras exposições e atividades culturais”.

A viagem no tempo começa com uma imagem do porto de Genova, principal porta de saída durante o período mais intenso da imigração italiana ao Brasil. Entre 1875 e 1901, mais de 1,5 milhão de italianos desembarcaram em terras brasileiras para trabalhar, principalmente, nas lavouras de café. A mostra, por meio de objetos e imagens, apresenta o panorama da situação econômica da Itália à época, a forte demanda por mão de obra nos cafezais do Brasil, e como a chegada dos trabalhadores europeus apresentou uma nova perspectiva de trabalho relacionado à prosperidade, muito diferente da lógica escravagista que vigorava no País.

A partir daí, a exposição se dedica a retratar a trajetória do hábito de consumo de café no Brasil. Do boiadeiro ao camponês do início do século XX – com o café levado para a labuta em garrafas de vidro tapadas à rolha – das porcelanas finas das tradicionais famílias da elite paulistana da metade do século passado, às grandes cafeteiras e os copos de plástico dos ambientes de trabalho da atualidade. Utilizando objetos de época, a mostra passeia pelas transformações do tradicional cafezinho ao longo dos anos, contemplando ainda a revolução dos filtros de papel, o café solúvel, as cafeteiras italianas, até chegar às modernas máquinas de espresso caseiras.

Ao café espresso, tipicamente italiano, a exposição reservou especial atenção. Uma máquina desmontada permite ao visitante entender o funcionamento da invenção italiana que se espalhou pelo mundo e se transformou em um dos mais populares métodos de preparo da bebida. Outro objeto pouco conhecido do público e que também faz parte do acervo é um torrador profissional. É durante o processo de torra que o grão libera as substâncias responsáveis pelo aroma e sabor do café. Na mostra, o destaque é para a torra italiana, que se diferencia por ser mais escura, resultando em uma bebida de intenso amargor e pouca acidez.

Se o Brasil tem se destacado cada vez mais não apenas pela quantidade, mas pela qualidade do grão produzido, a Itália há muitos anos se mantém como referência no preparo da bebida e no design de suas máquinas. Um exemplo é a Victoria Arduino, lançada originalmente em 1905 e que se tornou referência em todo o mundo. O modelo italiano serviu de inspiração para a primeira máquina brasileira de café coado, a Monarcha, que ainda hoje pode ser encontrada em estabelecimentos de todo o país. A mostra apresenta ao público uma releitura comemorativa da marca italiana e um exemplar original, datado de 1934, da cafeteira nacional.

O acervo da exposição traz ainda publicidades de marcas italianas, das décadas de 1940 e 1960, com referências ao grão produzido no Brasil, e embalagens nacionais que buscam agregar valor a seu produto relacionando-o ao modo de preparo italiano. A relação entre os dois países tendo o café como fio condutor evolui até o panorama de suas sólidas relações na esfera comercial, com destaque para a grande representatividade do grão brasileiro no mercado italiano. Em 2010, o país europeu foi o terceiro principal destino da exportação nacional, com 2,78 milhões de sacas de 60 kg.

Antes do fim da viagem, o visitante ainda pode passar alguns momentos em uma típica cidade do interior paulista da metade do século XX. A ambientação de praça, com seus bancos e árvores, é embalada pela trilha sonora que exemplifica, por meio da música, como a imigração italiana impactou de forma decisiva na formação da cultura brasileira em seus mais diferentes aspectos.

Como um contraponto ao porto de Genova, de onde partiram primeiros imigrantes rumo ao Brasil, o fim da viagem se dá no porto de Trieste, a principal porta de entrada do grão brasileiro na Itália. “O mundo não saberia o que é um bom café se não fosse a Itália. A ela o Brasil deve não só o prazer pela bebida que o transformou numa potência, mas uma herança de coragem e esperança arraigada no seio de mais de 25 milhões de descendentes”, resume Marília Bonas, diretora técnica do Museu do Café e curadora da exposição.

O Museu do Café fica à rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Seu horário de funcionamento é de terça-feira a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos entre 10h e 17h. Os ingressos para visitação custam R$ 5, estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia-entrada. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado, das 8h às 18h, e aos domingos entre 10h e 18h. Outras informações estão disponíveis no endereço www.museudocafe.org.br.

Serviço:
Abertura da exposição “Itália – café – Brasil: Qui si beve caffè
Data: 24 de agosto (quarta-feira)
Horário: 18h30
Local: Museu do Café
Endereço: Rua XV de Novembro, 95, Centro Histórico, Santos/SP
Preço: Grátis

Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=215889

 
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Publicado por em 29/08/2011 em Italianos, Notícias

 

Cinema italiano

Em ocasião do 150° aniversário da Unificação da Itália o ciclo de cinema Cine Dante repercorre as etapas mais significativas da história italiana a partir de sua Unificacão até hoje , com a exibição de obras primas do cinema italiano. Esta resenha cinematografica quer, através dos filmes clássicos de consagrados Maestros italianos como Visconti, Monicelli, Fellini e Pasolini, ilustrar as tranformações da sociedade italiana, pintando um grande afresco da Itália que transita desde o trágico até o cômico, desde a comédia até o romantismo. Depóis de “Senso” de Luchino Visconti, este mês será exibido o filme “A Grande Guerra” (1956) que conta em tons cômicos e dramáticos a vida na trincheira de um grupo de jovens soldados de várias extração geográfica e cultural, durante a primera guerra mundial.

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Informações

Data: sexta-feira, 17 de junho de 2011

Horários: 19h:30

Local: Auditorio Miro Noschese, Colégio Dante Alighieri, Al. Jaú 1061

Organizado por: Istituto Italiano de Cultura de São Paulo e Colégio Dante Aligheri

Em colaboração com:

Entrada Franca. Reservas: tel: 3179 4400 r. 4115

Fonte: http://www.iicsanpaolo.esteri.it/IIC_SanPaolo/webform/SchedaEvento.aspx?id=465&citta=SanPaolo

 
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Publicado por em 15/06/2011 em Italianos, Notícias

 

Festas italianas são boas sugestões para o final de semana

Festa de São Vito

São Vito é padroeiro de algumas cidades do sul da Itália e é considerado o protetor dos artistas, das doenças nervosas, dos jovens e dos dependentes químicos.  

Essa devoção atravessou o oceano e desembarcou no Brás, bairro paulistano que recepcionou no final do século XIX os incontáveis e festivos imigrantes italianos que encontraram em São Paulo seu lar.

Atualmente, duas festas em homenagem a São Vito celebram a cultura italiana na cidade e transformam as ruas do Brás na maior celebração popular típica realizada fora da Itália: a Festa de São Vito e a Festa de Rua de São Vito Mártir.

Esse ano as comemorações vem com uma novidade: a vinda, diretamente da Itália, da relíquia de São Vito. O objeto é um pequeno fragmento do osso do braço do santo, ao qual foram atribuídos diversos milagres. Uma comitiva trará a relíquia dentro de uma reprodução do braço de São Vito (“Braccio di San Vito”), e ela ficará exposta na Igreja São Vito até 20 de maio.

93ª Festa de São Vito

Entre os dias 14 de maio e 3 de julho o número 96 da rua Fernandes Silva aguarda as Mammas da São Vito, que prometem preparar iguarias italianas para mais de 80 mil pessoas.

O evento, organizado pela Associação Beneficente São Vito Mártir, destinará a renda arrecadada à manutenção da Creche São Vito. Nos 14 anos de existência, a creche atendeu mais de 18 mil crianças.

Serviço:

93ª. Festa de São Vito
De 14/5  a  3/7, aos sábados e domingos
Cantina: Rua Fernandes Silva nº 96 – Brás, São Paulo
Praça de alimentação: Rua Polignano A Mare nº 255 – Brás, São Paulo
Preços: sábado – R$ 50,00, domingo – R$ 25,00
Informações e reservas antecipadas: (11) 3227-8234 / (11) 3229-5678 / (11) 3326-2957
www.associacaosaovito.com.br

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15ª Festa de Rua de São Vito Mártir

Entre os dias 14 de maio e 19 de junho, a Rua Polignano A’ Mare será mais uma vez tomada pela culinária e cultura dos italianos. A 15ª Festa de Rua de São Vito Mártir, que já consta no calendário oficial de eventos da cidade de São Paulo, é hoje considerada a maior festa italiana de rua coberta do Brasil.

Formada por mais de 30 barracas espalhadas ao longo da rua coberta, que trazem comidas típicas, doces e bebidas, a festa, organizada pela Paróquia São Vito Mártir, é uma iniciativa dos descendentes dos primeiros imigrantes do município italiano de Polignano a Mare.

Além das barracas, a festa abrange uma cantina com capacidade para 400 pessoas, onde ocorrem shows como o da banda Fred Rovella, com sucessos da música italiana, e sorteios de inúmeros brindes.

Para entrar na cantina, o ingresso custa R$ 40 aos sábados e R$25 aos domingos, e dá direito a um antepasto, um prato do delicioso macarrão preparado pelas mamas italianas, uma ficazzella e uma bebida (água, refrigerante ou cerveja).

Toda a renda obtida durante as festividades será empregada na manutenção da Paróquia São Vito e em obras sociais.

Serviço:

14ª Festa de Rua de São Vito Mártir
De 14/5 a 19/6 (aos sábados, das 17h às 24h, e domingos, das 17h às 23h).
Rua Polignano A’Mare – Brás (na rua da Paróquia São Vito)
Informações e reservas: (11) 3228-8114
Preços: VIP: 40,00 (sábados) e 25,00 (domingos)
http://festadesaovito.com.br/2010/ 

Fonte: http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/noticias/1783-festa-de-sao-vito

 
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Publicado por em 07/06/2011 em Italianos, Notícias