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Judeus comemoram a chegada do ano 5775

http://www.tvgazeta.com.br/?videos=judeus-comemoram-chegada-ano-5775

 
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Publicado por em 26/09/2014 em Judeus, Notícias

 

Comunidade judaica faz ato em SP pelo direito de Israel se defender

Ato da comunidade judaica a favor da paz e pelo direito de Israel se defender reuniu ao menos 600 pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, na noite desta quinta-feira (24), na região central de São Paulo.

Convocado pela Juventude Judaica Organizada (JJO) e pela Federação Israelita do Estado de São Paulo, o evento foi realizado na Praça Cinquentenário de Israel, em Higienópolis. As vias no entorno da pequena praça foram bloqueadas para o trânsito pela Polícia Militar e por agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Durante todo o ato, o advogado Pérsio Bider, integrante da JJO, insistia em deixar claro que não se tratava de um ato político, mas a favor da paz. “Nossos atos não são nada políticos, nada religiosos. E este ato já havia sido marcado previamente, mas acabou coincidindo”, ressaltou Bider, referindo-se ao imbróglio diplomático envolvendo as chancelarias de Brasil e Israel.

Depois do ato, os organizadores deixaram claro que o governo brasileiro errou ao não dispensar o mesmo tratamento aos dois lados do conflito: israelenses e os terroristas do Hamas. No entender de Persio Bider, o governo, inclusive, estaria “importando o conflito” para o Brasil.

 

“É uma situação que preocupa bastante, pincipalmente porque, infelizmente, o Planalto não quer ter o conhecimento necessário dos dois lados do conflito. Foi uma situação totalmente unilateral, que condena Israel, mas não condena o Hamas. Então, para a gente é muito triste, pelo fato de que o Brasil está importando o conflito para cá. E a gente não precisa que importe conflito. Nós vivemos em paz aqui, judeus e árabes”, justificou.

O advogado considera que é o Brasil que age de maneira desproporcional ao tratar Israel de forma distinta com que lida com o Hamas. A diplomacia brasileira condenou o uso desproporcional da força por Israel em Gaza.

“Eu vejo como desproporcional como o Brasil trata o conflito entre Israel e a Palestina. Na verdade, não é entre Israel e Palestina, isso que tem de ficar muito claro. É entre Israel e Hamas, um grupo terrorista que prega a destruição dos judeus. Infelizmente, o governo brasileiro errou muito e nós somos muito críticos em relação a isso, porque eu sou brasileiro, não sou israelense. Errou por quê? Porque tem de ouvir as duas partes. Desproporcional é como eles estão tratando esse tema”, concluiu.

Persio Bider, da Juventude Judaica Organizada (Foto: Marcelo Mora/G1)Persio Bider, da Juventude Judaica Organizada
(Foto: Marcelo Mora/G1)

Henry Gherson, assessor executivo da federação israelita de São Paulo, também cobrou maior equidade por parte do Brasil ao tratar com os dois lados do conflito.

“Se posicionando contra Israel e contra as ações israelenses, o Brasil ignorou completamente o grupo terrorista Hamas, ignorou as suas ações, ignorou toda a sua tática de guerra, que é colocar civis na linha de fogo, para morrerem e mostrar na mídia depois. Que as críticas feitas a Israel também sejam feitas ao Hamas. A gente sabe que toda guerra tem lados errados dos dois lados, mas é muito estranho que um país ignore um grupo terrorista, que em seu estatuto diz que quer destruir o estado judaico, e o Brasil ignora isso”, afirmou.

Segundo ele, Israel busca principalmente uma resolução pacífica do conflito. “Israel quer a paz, o povo judeu quer a paz e a nossa manifestação e de todas as comunidades judaicas no Brasil é para isso. Israel aceitou três cessar-fogo; o Hamas, não”, completou.

Confederação Israelita do Brasil
Por meio de nota, a Confederação Israelita do Brasil (Conib) manifestou nesta quinta-feira sua indignação com a posição do Ministério das Relações Exteriores, “na qual se evidencia a abordagem unilateral do conflito na Faixa de Gaza, ao criticar Israel e ignorar as ações do grupo terrorista Hamas”.

Segundo a Conib, “fatos inquestionáveis demonstram os inúmeros crimes cometidos pelo Hamas, como utilização de escolas da ONU para armazenar foguetes, colocação de base de lançamentos de foguetes em áreas densamente povoadas e ao lado de hospitais e mesquitas”.

No comunicado, a confederação exortou”o governo brasileiro a pressionar o Hamas para que se desarme e permita a normalização do cenário político palestino” e lamentou “o silêncio do Itamaraty em relação à política do Hamas de construir túneis clandestinos, em vez de canalizar recursos para investir em educação, saúde e bem-estar da população na Faixa de Gaza”.

Para a Conib,  a nota do Ministério das relações exteriores desta quarta-feira “só faz aumentar a desconfiança com que importantes setores da sociedade israelense, de diversos campos políticos e ideológicos, enxergam a política externa brasileira”.

‘7a 1 é desproporcional’
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, rebateu em entrevista ao Jornal Nacional, exibida na noite desta quinta-feira, as críticas feitas pelo governo brasileiro deuso “desproporcional” da força israelense na Faixa de Gaza.

Ele ironizou a declaração do Brasil e fez referência à derrota sofrida pela seleção brasileira por 7 a 1 em partida contra a Alemanha na semifinal da Copa.

“A resposta de Israel é perfeitamente proporcional de acordo com a lei internacional. Isso não é futebol. No futebol, quando um jogo termina em empate, você acha proporcional e quando é 7 a 1 é desproporcional. Lamento dizer, mas não é assim na vida real e sob a lei internacional”, disse Palmor.

Na quarta (23), em nota oficial, o governo brasileiro classificou de “inaceitável” a escalada da violência na Faixa de Gaza e informou que chamou o embaixador em Tel Aviv “para consulta”.

A medida diplomática de convocar um embaixador é excepcional e tomada quando o governo quer demonstrar o descontentamento e avalia que a situação no outro país é de extrema gravidade.

Nesta quinta, o jornal “The Jerusalem Post” publicou reportagem na qual Yigal Palmor questiona a retirada do embaixador e chama o Brasil de “anão diplomático”.

Em reação, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, afirmou que, se existe algum “anão diplomático”, o Brasil não é um deles.

Há muitos contatos diplomáticos sendo feitos [sobre cessar-fogo]. Infelizmente o Brasil não faz parte. O Brasil se afastou de todos os movimentos diplomáticos ao convocar seu embaixador”
Yigal Palmor, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel

Em entrevista à TV Globo, Yigal Palmor afirmou ainda que desproporcional seria deixar “centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel”.

Quase 800 palestinos, incluindo mulheres e crianças, e mais de 30 israelenses, entre estes 29 soldados, morreram em duas semanas de ofensiva de Israel contra a Faixa de Gaza.

O porta-voz destacou que o que desequilibrou o número de mortos na guerra foi o sistema antimísseis do país.

“A única razão para não termos centenas de mortos nas ruas de Israel é termos desenvolvido um sistema antimíssil e não vamos nos desculpar por isso. Se não tivéssemos esse sistema haveria centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel. Isso seria considerado proporcional?”, questionou.

Ao ser perguntado sobre se Israel vê possibilidade de um cessar-fogo com a iniciativa de discussão liderada pelos Estados Unidos, o porta-voz voltou a alfinetar o Brasil.

“Há muitos contatos diplomáticos sendo feitos. […] Infelizmente o Brasil não faz parte. O Brasil se afastou de todos os movimentos diplomáticos ao convocar seu embaixador. Mas há outros países envolvidos. Um dia desses vai haver um cessar-fogo. A questão é saber quantas pessoas vão pagar com suas vidas pela teimosia e extremismo do Hamas.”

 

Ataque contra escola
Disparos contra uma escola da ONU em Beit Hanoun, norte da Faixa de Gaza, deixaram mortos nesta quarta. A escola abrigava vários palestinos refugiados, disse o porta-voz do ministério da Saúde de Gaza, Ashraf al-Qidra.

A autoria do ataque ainda é incerta. O governo palestino o chamou de “brutal agressão israelense”. Israel, no entanto, disse que está analisando o que aconteceu e que um foguete do Hamas pode ter causado as mortes.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/07/comunidade-judaica-faz-ato-em-sp-pelo-direito-de-israel-se-defender.html

 
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Publicado por em 25/07/2014 em Judeus, Notícias

 

Museu em SP contará história do judaísmo e da arte judaica no Brasil

omplexo integra uma antiga sinagoga e uma moderna estrutura de vidro e deve ser inaugurado em 2015. Casa terá acervo próprio e focará no judaísmo, na história dos judeus no Brasil e na arte judaica.

Projeto mostra como será o Museu Judaico de São Paulo

A exemplo de grandes cidades como Berlim e Nova York, São Paulo vai ganhar no segundo semestre de 2015 um Museu Judaico. O projeto arquitetônico será um dos destaques, já que o complexo vai integrar as linhas clássicas de uma antiga sinagoga, inaugurada em 1932, com um moderno anexo em vidro, o que fará do museu uma referência urbana para a região central da maior metrópole brasileira.

O museu, por meio de seu acervo e exposições itinerantes, vai focar no judaísmo, na história dos judeus no Brasil e na arte judaica. Na prática, servirá para preservar o legado de tradições e costumes de um povo com uma longa trajetória e de forte influência na economia e na cultura brasileira. A expectativa dos responsáveis é que o Museu Judaico se torne um dos ícones culturais locais, como a Pinacoteca ou o Museu da Língua Portuguesa.

“Cidades onde houve uma importante imigração judaica já têm seus museus, como Berlim e Nova York”, disse Roberta Alexandr Sundfeld, diretora-executiva do Museu Judaico de São Paulo, em entrevista à DW Brasil. “E o Brasil, para onde vieram muitos judeus, ainda não tinha um museu, somente centros culturais e arquivos históricos. É importante termos um lugar para mostrar quem são os judeus, de onde eles vieram e as diferenças nos ritos.”

A ideia de transformar a sinagoga Beth-El num museu começou a ganhar contornos em 2000, quando foi fundada a Associação de Amigos do Museu Judaico de São Paulo. A partir daí, o projeto foi ganhando adeptos e tomando forma. A sinagoga foi cedida por meio de comodato em 2006 e, assim, o projeto arquitetônico foi definido, preservando as características originais da sinagoga e incorporando traços de modernidade.

O custo total do museu está estimado em cerca de 22 milhões de reais, valor que está sendo captado em grande parte por meio da Lei Rouanet e doações de empresas privadas e pessoas físicas. A instituição também recebeu do governo alemão, por meio de um programa de restauração de sinagogas do Ministério das Relações Exteriores, uma verba de 310 mil euros (cerca de 1 milhão de reais).

Exposições de Berlim, Israel e Nova York

As exposições no novo museu terão três enfoques: o judaísmo, os judeus no Brasil e a arte judaica. A primeira parte vai mostrar o que é o judaísmo no sentido religioso do povo e contar sobre as festas judaicas, os rituais de vida judaica como o nascimento, brit-milá [circuncisão], bar-mitzvá[celebração da maioridade religiosa judaica, quando o jovem atinge 13 anos], casamento e também o enterro.

Após virar museu, a sinagoga Beth-El, inaugurada em 1932, também vai receber exposições itinerantes de Berlim e Nova York

A seção sobre os judeus no Brasil terá uma abordagem cronológica de como eles chegaram ao país, a Inquisição, a vinda dos holandeses para o Recife, a imigração marroquina para a Amazônia, a imigração russa para as colônias do Rio Grande do Sul, os imigrantes que vieram para São Paulo na década de 1920 e o Holocausto do ponto de vista brasileiro.

“Vamos abordar, por exemplo, o governo de Getúlio Vargas, como eram as relações desse presidente com a Europa no período da Segunda Guerra Mundial, as deportações que aconteceram e as pessoas que não puderam emigrar porque Vargas não permitiu, além da história de uma família que emigrou para o Brasil em decorrência do Holocausto”, complementou Sundfeld.

A terceira abordagem, a das artes, vai reunir obras de artistas judeus e também de artistas não-judeus que retratem a vida da comunidade. Está previsto, também, que o Museu Judaico de São Paulo receba obras e exposições itinerantes dos museus de Berlim, Israel e Nova York.

“Já estamos em contato com o Museu Judaico de Nova York, que tem um acervo gigantesco guardado e manifestou interesse em emprestar algumas obras”, comenta Sergio Daniel Simon, presidente do Museu Judaico de São Paulo em entrevista publicada no site do museu. “E também com o Museu de Israel, que é fantástico. Eles têm exposições temporárias que podem ser montadas em São Paulo, se conseguirmos patrocínio.”

Até o momento, o museu possui em seu acervo mais de 700 peças relacionadas à Segunda Guerra Mundial e continua recebendo doações ou empréstimos, tais como fotografias, objetos de uso cotidiano, vestidos e xales bordados, objetos ligados à religião, livros e candelabros.

Judeus no Brasil

Os judeus estão presentes no Brasil desde a viagem de descobrimento comandada pelo almirante português Pedro Álvares Cabral, em 1500. Na construção do “Novo Mundo” destacam-se os cristãos-novos, a diáspora ibérica e a presença dos judeus durante o período colonial.

De acordo com Rosana Schwartz, historiadora e socióloga da Universidade Mackenzie, três séculos de Inquisição na Península Ibérica contribuíram, se não para o genocídio, ao menos para o abafamento de boa parte da cultura, religião e arte de um povo de tão rica formação humanística.

“A assimilação deles na cultura brasileira foi imposta pela Inquisição, sob pena de expatriação ou morte, deixando muitas características judaicas no substrato dos brasileiros por causa do ambiente de convivência e tolerância que o Brasil proporcionou”, complementa Schwartz.

Projeto mostra como será uma das seções do futuro Museu Judaico de São Paulo

O maior fluxo de judeus para o Brasil foi durante a invasão e posterior ocupação de parte do Nordeste pelos holandeses, entre 1630 e 1654. Banqueiros judeus estabelecidos em Amsterdã financiaram, desde o início do século 16, a manufatura açucareira. A partir da invasão, houve um aumento da presença judaica na região. Não é à toa que a primeira sinagoga da América foi construída em Recife.

“Após a expulsão dos holandeses, os judeus foram perseguidos e, embora existam registros de sua presença durante o ciclo do ouro, no século 18, eles só voltarão a ter uma expressão de maior importância quando, a partir do século 19, judeus sefarditas vindos principalmente do Marrocos chegam à região Amazônica brasileira e formam uma importante comunidade”, diz Schwartz.

Outro importante ciclo se deu no contexto da substituição da mão-de-obra escrava pela de imigrantes, a partir de 1870, quando milhões de imigrantes se dirigiram para as regiões sudeste e sul do Brasil, incentivadas pelo governo que desejava sanar a questão da falta de trabalhadores e branquear a população.

Esse ciclo se encerra quase ao mesmo tempo em que começam a chegar, em menor número, os judeus perseguidos pelos regimes fascistas europeus, no início da década de 1930. Durante o nazismo, mais de 20 mil judeus emigraram para o Brasil, onde acharam um novo lar e contribuíram para o desenvolvimento econômico e cultural do país.

 
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Publicado por em 29/11/2013 em Judeus, Notícias

 

Sinagoga mais antiga de São Paulo lança Memorial da Imigração Judaica

A Sinagoga Kehilat Israel está reunindo objetos históricos que farão parte do instituto e exibe fotografias históricas do Bom Retiro.

 

A mais antiga sinagoga de São Paulo, a Kehilat Israel, será a sede do Memorial da Imigração Judaica, que será inaugurado em 2014. Com a presença do prefeito Gilberto Kassab, a sinagoga faz o lançamento da pedra fundamental nesta quinta-feira (13/12) às 18h30 no bairro do Bom Retiro. O espaço, que reunirá relíquias doadas por famílias da comunidade judaica em todo o país, será aberto com uma exposição fotográfica que dá uma pequena amostra do acervo do futuro memorial. O evento terá a presença do Grão Rabino Ashkenazi de Israel, Yona Metzger.

Para marcar o centenário da sinagoga, haverá também o acendimento da sexta vela de Chanuká, conhecida também como “festa das luzes”, um dos mais importantes feriados do calendário judaico.

Segundo Daniel Anker, integrante do Conselho Curador do Memorial da Imigração Judaica, o espaço vai detalhar as seis grandes ondas migratórias de judeus ao Brasil, que imprimiram sua cultura e tradição ao bairro do Bom Retiro, onde a colônia se instalou primeiro na cidade. O novo projeto levará em conta a arquitetura e traços históricos da atual sinagoga, que se encontra em obras.

Até agora, o acervo do Memorial da Imigração Judaica conta com aproximadamente 400 objetos, entre fotos, passaportes, cartas e jornais. Entre os itens mais raros estão Amuletos Judaicos (“cameas”,) manuscritos da metade do século XIX, oriundos da Argélia;  Tomos do “Torat Haim” com a primeira “responsa” rabínica  (resposta enviada à congregação dos judeus de Recife pelo Rabino Chayim Shabetai de Salônica, em 1637); uma lamparina alemã de Shabat, do final do século XIX; e um livro espanhol sobre a inquisição, editado na cidade italiana de Napoli, em 1630.

Quem tiver interesse em doar peças para o memorial deve entrar em contato pelo telefone (11) 3811-1314 ou pelo e-mail meimju@gmail.com.

Fonte: http://www.portaldobomretiro.net/novo/noticias/3-noticias/843-no-bom-retiro-sinagoga-mais-antiga-de-sao-paulo-lanca-memorial-da-imigracao-judaica.html

 
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Publicado por em 20/12/2012 em Judeus, Notícias

 

Judeus protestam em SP por “direito de Israel se defender”

Mais de 200 pessoas, a maioria da comunidade judaica de São Paulo, protestaram no início da noite desta terça-feira pelo “direito de Israel de se defender do Hamas”, grupo islamita que atua no território palestino conhecido como Faixa de Gaza. Isso porque, a sete dias, Israel iniciou uma ofensiva contra Gaza que já deixou mais de 120 palestinos mortos e 920 feridos. O ato aconteceu no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp), que fica na avenida Paulista, zona central da cidade.

O objetivo, de acordo com o presidente-executivo da Federação Israelita do Estado de São Paulo, Ricardo Berkiensztat, 43 anos, é demonstrar apoio às ações do Estado de Israel. Além disso, segundo ele, a população brasileira “tem uma visão errada do que acontece entre os dois países”.

“Nós apoiamos o Estado de Israel. Israel tem o direito de defender sua população e nós acreditamos que a população brasileira e a população de um modo geral tem uma visão errada do que acontece lá. (…) As pessoas não conhecem o que acontecem de fato na região. Conhecem apenas o que a mídia internacional divulga. Passa-se a imagem que é o mais forte (Israel) batendo no mais fraco. (…)Israel é um país de sete milhões de habitantes, cercado por vizinhos de 100 milhões de habitantes e que vem sendo atacado desde 1948. Desde sua fundação. Neste caso específico, só esse ano mais de mil foguetes de Hamas caíram em Israel. Israel só reagiu depois que atiraram em uma patrulha israelense que estava do lado de Israel”, disse.

Questionado se a comunidade judaica não deveria pedir a paz em vez de apoiar a retaliação por parte de Israel, Berkiensztat disse que acredita em uma “solução pacífica”, mas afirmou que “não dá para negociar com o Hamas”.

“A gente quer mostrar que queremos Gaza livre sim. Mas, livre dos terroristas. Queremos paz com o Estado judeu ao seu lado, que é o Estado de Israel. Eu acho que a paz é tentada todos os dias. Você tenta a paz com aqueles que querem paz. Não com aqueles que negam seu direito de existir. O Hamas nega a existência de Israel. É o primeiro ponto do estatuto do Hamas negar a existência do Israel. Como você vai negociar com quem nega tua existência?”, questionou.

Durante o protesto, os manifestantes cantaram músicas judaicas. “Povo de Israel vive”, dizia uma das canções em hebraico. Os participantes também entoaram letras sobre paz antes de cantarem juntos o hino israelense e do Brasil. Apesar de favorável ao direito de defesa de Israel, Ricardo Berkiensztat lamentou a morte de civis palestinos nos bombardeios.

“A gente lamenta profundamente como cidadão, como judeu e como brasileiro. E, segundo, a gente lamenta que o Hamas use essas pessoas como escudos humanos. Ele coloca seus lamentos de mísseis em prédios públicos, como escolas. Israel não precisa matar civis. Isso é a maior barbaridade que o Hamas está fazendo com o povo palestino. Os palestinos precisam ficar livres deste tipo de gente. Nós sofremos com cada pessoa que morre tanto de um lado, quanto do outro. Pode ter certeza. Agora o Hamas tem que sofrer também. O dia em que o Hamas enxergar as suas crianças como nós enxergamos as nossas, acho que a guerra termina”, defendeu.

Ainda que conte com a participação de integrantes da Federação Israelita de São Paulo, o protesto foi organizado pela internet e não teve nenhum movimento judaico por trás, disseram pessoas do grupo.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6318900-EI308,00-Judeus+protestam+em+SP+por+direito+de+Israel+se+defender.html

 
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Publicado por em 22/11/2012 em Judeus, Notícias

 

Hoje abre a 5ª Mostra Audiovisual Israelense, com “Footnote”

A Mostra do Audiovisual Israelense visa trazer o melhor da produção audiovisual israelense para o público brasileiro. A mostra propõe também participar da formação do olhar com recortes históricos ou retrospectivos, graças a parcerias firmadas com universidades e escolas de cinema.

Nesta quinta edição, concentra-se em duas temáticas distintas: um panorama da atual produção audiovisual israelense e uma seleção dos chamados “Borekas Filmes”, aproximando-os da chanchada brasileira e do cinema caipira.

A Mostra acontece este ano no Centro da Cultura Judaica, no Clube A Hebraica, Cinemark Pátio Higienópolis, CinUSP e Academia Internacional de Cinema.

Programadores/ Andréa Borrotchin e Hugo Casarini


Salas de exibição

Clube A Hebraica – Rua Hungria nº 1000 – Tel:+55.11.3818-8800 – Teatro Arthur Rubinstein – 522 pessoas – Não há retirada de ingressos

Cinemark Shopping Patio Higienópolis – Av. Higienópolis, 646 – 3823-2875 – 100 a 200 pessoas

CinUSP – Rua do Anfiteatro, 181  – 100 pessoas – (0xx)11 3091-3540 – Não há retirada de ingressos, caso haja lotação da sala, ocorrerá entrega de senha

Centro da Cultura Judaica – Rua Oscar Freire, 2500 – 3065-4333 –296 pessoas – Retirada de ingressos com 1 hora de antecedência

Grade de programação

Panorama contemporâneo

Footnote
Israel, 2011, drama, 103’, legendas em português
Abertura da 5ª Mostra de Audiovisual Israelense, Pré-estreia nacional
Direção/ Joseph Cedar

O Policial (The Policeman) 
Israel, 2011, drama
Direção/ Nadav Lapid

2 night
Israel, 2011, drama, legendas em português
Direção/ Roi Werner

Testemunho (Testimony)
Israel, 2012, documentário, legendas em português
Direção/ Shlomi Elkabetz

O Apartamento (The Flat)
Israel, 2011, documentário, legendas em português
Direção/ Arnon Goldfinger

O Dilúvio (The Flood – Mabul)
Israel, Canadá, França, 2010, drama, legendas em português
Direção/ Guy Nattiv

Minha Austrália (My Australia)
Israel, Polônia, 2011, drama, legendas em português
Direção/ Ami Drozd

Invisível (Invisible)
Israel, Alemanha, 2011, drama, legendas em português
Direção/ Michal Aviad

Minha adorável irmã (My Lovely Sister)
Israel, 2011, drama, legendas em português
Direção/ Marco Carmel

Rabies
Israel, 2010, terror, legendas em português
Direção/ Navot Papushado & Aharon Keshales

Restauração (Restoration)
Israel, 2011, drama, legendas em português
Direção/ Yossi Madmony

Clássicos “Borekas Filmes”

Sallah Shabati
Israel, 1964, comédia-drama, preto e branco, legendas em português
Direção/ Ephraim Kishon

Charlie e Meio
Israel, 1974, comédia-drama, legendas em português
Direção/ Boaz Davidson

Festa na Sinuca
Israel, 1975, comédia, legendas em português
Direção/ Boaz Davidson

Katz e Carasso
Israel, 1971, comédia-drama, legendas em português
Direção/ Menahem Golan

Curtas metragens

Seleção de curtas israelenses

Israel, 2011, 5 X curtas-metragens, 100’
Exibição Digital
Legendas em inglês
Produzidos pela Sam Spiegel – Film & Television School Jerusalem, os curtas metragens premiados em festivais internacionais estarão disponíveis para livre consulta.

Data/ 31/05 a 10/06
Local/  sala de leitura (Centro da Cultura Judaica – 2º andar)
Idade/ a partir de 14 anos
Horário/ Terça a Sábado, das 12h às 19h
Domingos e feriados, das 11h às 19h

Fonte: http://www.culturajudaica.org.br/node/752

 
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Publicado por em 31/05/2012 em Judeus, Notícias

 

Seminário internacional sobre Israel na PUC SP

Dia 25 de outubro é o último dia do “Seminário Internacional: Sistema Jurídico de Israel”, promovido pela Cátedra de Cultura Judaica da PUC-SP.

A partir das 8h, haverá um minicurso sobre direito talmúdico e suas relações com o atual sistema jurídico de Israel, também proferido pelo ministro Rubeinstein.

A partir das 10h, o curso será sobre o funcionamento do sistema jurídico de Israel, com a diretora do Departamento de Relações Internacional Marlene Mazel. Às 19h, conferência de Marlene Mazel e, às 20h, de Elyakim Rubeinstein.

Carolina Pera

Com informações da OAB SP

Fonte: http://jcconcursos.bol.uol.com.br/Grupo-JCE/Busca/Tag/Educacao/Area-Juridica/Empregos/Busca/Tag/Educacao/Area-Juridica/seminario-israel-juridico-puc–38733

 
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Publicado por em 25/10/2011 em Judeus, Notícias