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Arquivo da categoria: Haitianos

Universidade oferece bolsas para haitianos

Seleção especial, em nível de graduação, de estudantes haitianos para o ingresso no primeiro semestre letivo do ano de 2015. Podem participar candidatos haitianos regularmente admitidos no Brasil ou portadores do visto humanitário.

Os candidatos selecionados terão direito ao estudo gratuito até a finalização da carreira e terão acesso aos benefícios integrais da Assistência Estudantil ofertada pela UNILA, de acordo com sua disponibilidade orçamentária ou em razão de bolsas ofertadas por outras instituições nacionais ou estrangeiras.

Fonte: http://cursos.unila.edu.br/selecao-haiti

 
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Publicado por em 23/01/2015 em Haitianos, Notícias

 

Haitianos que passam por SP conseguem emprego em outros Estados

Pelo menos 411 dos 650 haitianos que chegaram a São Paulo em junho deste ano já conseguiram emprego. Segundo a Missão Paz, a maioria conseguiu trabalho em frigoríficos na região Sul do país.

De acordo com o padre Paolo Parise, responsável pela pastoral Missão Paz, que cuida de imigrantes na capital, o número de haitianos diminuiu nos últimos meses. Em abril, ápice do movimento migratório, mais de 800 imigrantes chegaram a São Paulo –a maioria vinda do Acre.

“Em junho o fluxo foi intenso, após o início da Copa caiu um pouco o movimento tanto de haitianos quanto das pessoas interessadas em empregá-los”, afirmou Parise.

Neste mês, 80 haitianos chegaram a São Paulo, afirmou o padre. Todos estão com carteira de trabalho e esperam por uma oportunidade no Brasil.

Tráfico de imigrantes

Após 72 horas de viagem imigrantes chegam ao abrigo no centro de São Paulo

Segundo Parise, a maioria dos imigrantes conseguiu emprego em frigoríficos, principalmente em Santa Catarina e no Paraná.

Há aqueles que também conseguiram trabalho na construção civil e em serviços gerais em outras partes do país.

Muitos daqueles que já estão empregados tinham experiência e formação técnica no Haiti. Atualmente, o albergue da prefeitura, na região do Glicério (região central), tem 250 haitianos. Na Missão Paz, são 110 estrangeiros.

É preciso estar com os documentos regularizados para aceitar as vagas de emprego em acordo com as leis trabalhistas brasileiras. O Brasil concede aos haitianos o visto humanitário, pelo qual eles têm o direito de trabalhar e estudar no país, além de ter acesso aos mesmos serviços públicos que os brasileiros.

O fluxo de imigrantes para São Paulo fez com que os governos federal, estadual e municipal anunciassem uma ação conjunta. No final de maio, foi assinado um termo de compromisso de um “plano de apoio aos imigrantes”.

A ideia é coibir a prática de “coiotes” que aliciam haitianos para entrar no Brasil ilegalmente e garantir que os imigrantes tenham acesso a documentos para que trabalhem no país enquanto estiverem aqui.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/07/1483816-haitianos-que-passam-por-sp-conseguem-emprego-em-outros-estados.shtml

 
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Publicado por em 14/07/2014 em Haitianos, Notícias

 

Haitianos em SP podem parar na rua, diz diretor de ONG para refugiados

SÃO PAULO – Professor de sociologia e neto de um refugiado sérvio, Marcelo Haydu fundou, em 2010, em São Paulo, o Adus (Instituto de Reintegração do Refugiado). Desde então, a ONG já teve contato com mais de 700 estrangeiros que procuraram o Brasil para viver, fornecendo aulas de português e inserindos-os no mercado de trabalho. Ele acha que a vinda de mais haitianos para São Paulo – depois da desativação do abrigo de Brasiléia – era esperada, mas reclama da falta de estrutura do Brasil como um todo para receber estrangeiros. E alerta: há risco dos haitianos não conseguirem moradia e irem parar na rua.

Por que o senhor diz que a vinda dos haitianos para São Paulo era esperada?

Porque a presença deles em Brasiléia estava criando um constrangimento para a população local. Os postos de saúde estavam lotados de haitianos, não havia como empregar todo o mundo, não havia estrutura.

E São Paulo possui esta estrutura?

O Brasil como um todo não tem. A política para os refugiados é completamente desorganizada. O governo permite que os haitianos entrem aqui, mas não lhes dão estrutura de acolhimento digno; há um problema sério de moradia, alimentação, curso de português. Mas pelo menos em São Paulo existe mais oportunidade, há muita oferta de emprego, principalmente no ramo da construção civil e da metalurgia, a remuneração e a saúde pública são melhores. Temos mais ONGs que lidam com a questão. Só hoje, nossa ONG foi procurada por três empresas nos oferecendo 40 vagas para estrangeiros.

Mas há o risco desses haitianos, enquanto não acham emprego e não conseguem se comunicar, irem parar na rua?

Sim. Se não tem para onde ir, vão pra onde? Pra rua. A falta de uma estrutura, de uma política organizada, não oferece a eles condições mínimas para que sejam autônomos mais rapidamente. Já me deparei com casos de estrangeiros dormindo em praças e debaixo de viadutos de São Paulo. Acaba que eles são acolhidos por outros refugiados. Isso num contexto de tantos espaços públicos ociosos, não é? Os recursos para receber essas pessoas o Brasil tem, o que falta é vontade política.

E olha que a regularização dos haitianos é muito mais rápida do que a de outros refugiados estrangeiros…

Pois é, se chega um africano aqui ele demora até seis meses só para ser entrevistado pela Polícia Federal. E só depois que ele tiver os documentos é que ele pode trabalhar. A verba dada a eles pela Caritas (ONG que recebe dinheiro da ONU para auxiliar refugiados) não é suficiente, os abrigos estão cheios. Ou seja, o governo permite que entrem, mas não lhes dão acolhimento digno.

Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/haitianos-em-sp-podem-parar-na-rua-diz-diretor-de-ong-para-refugiados-12148113

 
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Publicado por em 11/04/2014 em Haitianos, Notícias

 

Rotas de imigração haitiana ao Brasil são mapeadas

O governo federal terá, até outubro, dados consolidados das rotas utilizadas pelos haitianos que entram ilegalmente no País. O estudo envolve profissionais do Brasil, Equador, Peru, da Bolívia e do Haiti em parceria feita por organismos nacionais em internacionais. No caso do Brasil, a Organização Internacional para as Migrações (OIM), ligada às Nações Unidas, vai fazer parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego. Nos demais países, a OIM articulou a iniciativa com acadêmicos e voluntários.

O professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Duval Fernandes, é o coordenador do trabalho no Brasil. Em reuniões com os profissionais envolvidos, ele disse que alguns temas colocados pelos colegas da Bolívia e do Peru serão objeto de investigação de campo. Também participam das pesquisas órgãos não governamentais como o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH).

Um dos temas é a questão da instalação de mercados informais, por parte de haitianos, nas rotas de imigração, na maioria das vezes patrocinadas por coiotes. Duval Fernandes destacou que, pelas informações previamente colhidas, “a lógica indica que as redes migratórias têm a tendência (com o tempo) de se solidificar pelo caminho”. O coordenador do trabalho acrescentou que esses haitianos que teriam se estabelecido nas rotas observaram a oportunidade de ganhar dinheiro com a imigração mas, necessariamente, não estão envolvidos com o tráfico de pessoas.

Nesse trabalho, explicou, caberá aos colegas equatorianos, peruanos e bolivianos mapear as rotas em operação, os perigos a que são submetidos os haitianos, bem como dificuldades e vulnerabilidade. No Brasil, profissionais sob a coordenação do professor Fernandes viajarão em maio para Manaus (AM). O objetivo será avaliar como as mulheres haitianas são inseridas no mercado de trabalho brasileiro e as dificuldades enfrentadas para conseguir um emprego.

“Elas não vão para a construção civil (maior contratante). A possibilidade é conseguir trabalho em profissões como empregadas domésticas ou áreas de serviços”, disse o professor mineiro. Ele destacou que esses empregos necessitam de qualificação mínima, como falar o português, o que demanda alguma profissionalização dessas mulheres. A investigação de campo vai incluir um levantamento sobre como vivem os primeiros haitianos que imigraram ao Brasil e se estabeleceram aqui.

Já foram mapeadas pessoas em Rondônia, São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Muitos deles se submeteram aos coiotes com a promessa que, no Brasil, ganhariam um salário de até R$ 10 mil. Duval Fernandes destacou que em conversas prévias, alguns se mostraram decepcionados com a vida no País. “Nossa proposta é que essas pessoas, em depoimentos que serão transmitidos no Haiti, mostrem claramente a realidade do mercado de trabalho. Isso reduziria muito a capacidade dos coiotes de ganharem dinheiro com a imigração ilegal”, frisou Fernandes.

Um problema observado pelo professor da PUC é a entrada ilegal, por Brasileia (AC), de pessoas de outros países, entre eles Bangladesh e República Dominicana. Com uma rota já consolidada na América do Sul, essas pessoas são submetidas a um mercado de coiotes bem mais elaborado, que o dos haitianos. Outro ponto sensível a ser observado pelos profissionais dos quatro países envolvidos no projeto, é a utilização dos haitianos como mulas – pessoas que transportam drogas para o narcotráfico – nessas rotas.

Duval Fernandes considerou positiva a presença de profissionais do governo federal no Acre, onde servidores da Polícia Federal e dos ministérios do Trabalho e Emprego, da Saúde e do Desenvolvimento Social atuam em frentes para legalizar a permanência dessas pessoas no país e para dar apoio às medidas de atendimento implementadas pelo governo acriano. O professor ressaltou que se o Congresso Nacional não assumir a responsabilidade pela elaboração de uma política permanente para os imigrantes, todo o esforço do governo federal e dos governos estaduais serão em vão.

O levantamento das rotas de imigração, bem como os riscos a que são submetidos os haitianos, é patrocinado pela Organização Internacional para as Migrações, vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o convênio foi feito com o Ministério do Trabalho e Emprego e é conduzido internamento pelo Conselho Nacional de Imigração (Cnig). Além da parceria com a PUC-MG, o trabalho também recebe apoio de órgãos como o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH).

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/rotas-de-imigracao-haitiana-ao-brasil-sao-mapeadas,575465993090e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

 
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Publicado por em 19/04/2013 em Haitianos, Notícias

 

Haitianos elevam o número de autorizações de estrangeiros no Brasil

24/06/2012 | por Jornal de Beltrão

A oportunidade de trabalho com uma renda acima da média em sua pátria vem atraindo para o Brasil milhares de pessoas nos últimos anos. No entanto, é de 2011 para cá que os números estão sendo cada vez mais expressivos. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no primeiro trimestre de 2012 foram concedidas 17.081 autorizações de trabalho para profissionais estrangeiros. Um crescimento de 31% em relação ao mesmo período no ano anterior. Os fatores que mais contribuíram para o aumento foram os vistos humanitários concedidos aos haitianos e as autorizações de até 90 dias, principalmente para técnicos estrangeiros responsáveis pela instalação de máquinas e equipamentos importados.

Pelas ruas de Pato Branco é fácil se deparar com homens que vieram do Haiti.

 

No total, as autorizações temporárias somaram 14.830 — 21% a mais que no mesmo período em 2011. Destas, 5.904 foram de até 90 dias, um acréscimo de 46%. Segundo o coordenador-geral de Imigração do MTE, Paulo Sérgio de Almeida, o crescimento desta modalidade de autorizações de trabalho significa o aumento no volume de investimentos em setores intensivos em máquinas, equipamentos e também a absorção de tecnologias e conhecimentos específicos.

A demanda por profissionais estrangeiros qualificados em caráter temporário teve crescimento da ordem de 33%, com 320 vistos a mais que no primeiro trimestre do ano passado. Isso ocorre especialmente pela expansão das atividades no Brasil de empresas de capital estrangeiro e em razão do rodízio de profissionais internacionais dessas empresas. O dado reflete ainda o aumento da procura por mão de obra estrangeira qualificada.

Os vistos humanitários, concedidos pelo Conselho Nacional de Imigração aos haitianos que ingressaram pela fronteira terrestre entre o fim de 2011 e janeiro de 2012, tiveram um grande impacto, com a concessão de 1.395 autorizações contra 196 nos três primeiros meses de 2011.

 

Pato Branco

Embora não existam dados oficiais sobre a entrada de haitianos em Pato Branco, algumas empresas comunicaram que trouxeram os trabalhadores e que novas remessas estão prestes a desembarcar por aqui. Estima-se que somente quatro empresas da cidade contrataram mais de 140 pessoas até agora. Outra comprovação pode ser vista pelas ruas da cidade em horários variados. Como possuem a pele bem escura, é fácil identificar haitianos que passaram a movimentar o setor imobiliário, de prestação de serviço e lojas.

 

Mercado de trabalho

As empresas que contratam estrangeiros devem comprovar que os trabalhadores admitidos possuem qualificação profissional, ou seja, escolaridade e experiência, compatível com as atividades que irão executar no Brasil. Devem, também, demonstrar a não existência de mão de obra especializada no país.

Para garantir o mercado de trabalho para os profissionais brasileiros, o MTE exige que a empresa mantenha um programa de treinamento de brasileiros para as atividades ocupadas inicialmente por estrangeiros por períodos de até um ano. Terminado o prazo de autorização, as empresas serão obrigadas a demonstrar a necessidade da continuidade da presença de estrangeiros, mesmo com o treinamento realizado de brasileiros para a função.

Fonte: http://www.guiaparanasudoeste.com.br/noticias/Noticia.aspx?id=10449

 
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Publicado por em 26/06/2012 em Haitianos, Notícias

 

Haitianos superlotam Casa do Migrante em São Paulo

por Cleide Carvalho | Agência O Globo – seg, 12 de mar de 2012

SÃO PAULO – Haitianos vindos do Acre e do Amazonas já superlotam a Casa do Migrante, em São Paulo, mantida pelos padres da Igreja Nossa Senhora da Paz, na Baixada do Glicério, no Centro. A capacidade máxima, de 100 pessoas, está esgotada. Na semana do carnaval, com a chegada de grupos de até 15 imigrantes haitianos num único dia, a casa chegou a acomodar 130 pessoas, espalhando colchões no salão principal.

Na última sexta-feira, dos 100 abrigados na casa, 41 eram haitianos. Para ajudar a acomodar os excedentes, um padre ofereceu uma casa perto da Via Dutra, para onde foram levados outros 21. (…)

– Não é fácil. Eles chegam em peso na porta da igreja e pressionam como grupo. O sonho deles é ficar em São Paulo. Só aceitam empregos em outras cidades quando não tem outro jeito – conta o padre Paolo Panise.

A Casa do Migrante iniciou dia 1º de fevereiro um serviço de mediação de empregos. Uma rede de supermercados de Londrina (PR) já levou 21 haitianos. A Eletropaulo contratou outros 35 para instalação de cabos de fibra ótica. Um dono de hotel levou quatro para trabalhar com ele. Os salários giram em torno de R$ 900. Para as mulheres, a situação é um pouco mais difícil. A maioria das ofertas é para empregada doméstica, com salários também em torno de R$ 900.

– Não quero dormir no emprego. Não consigo – diz Isesmie Bertilus, de 27 anos, que deixou dois filhos do Haiti, de 9 e 7 anos, e veio com o marido tentar a sorte no Brasil e está na Casa do Migrante há um mês.

É o mesmo tempo de permanência de Angelina Saintillus, de 28 anos, que está acompanhada do marido e do filho Isaac, um bebê de 6 meses. Em Brasileia, a família chegou a dormir no banheiro do hotel onde os haitianos eram acomodados à espera do visto. Ela não fala uma palavra em português ou espanhol. Espera apenas que o marido ganhe o sustento da família. Não é fácil. Um quarto de cortiço na Baixada do Glicério custa R$ 450 por mês. Não há cozinha, o banheiro é coletivo.

A assistente social da Casa do Migrante, Carla Aguilar, diz que já lhe alertaram que muitos outros haitianos chegarão a São Paulo nas próximas semanas. Eles vem busca de melhores salários.(…)

Em Limeira, o empresário Fábio Quatroni, da Solo Construtora, foi surpreendido por uma fiscalização do Ministério Público do Trabalho numa obra onde trabalhavam seis dos 17 haitianos que foi buscar em Brasileia. Ele explica que as irregularidades na obra – falta de refeitório, banheiros e risco na parte elétrica – não eram de sua responsabilidade, já que sua empresa é uma terceirizada na construção do galpão.

– Fiquei assustado com a fiscalização do Ministério Público do Trabalho, mas os haitianos estão registrados em carteira e o salário mais baixo que paguei este mês foi de R$ 960,00 líquido. Ofereci casa, refeições, pago luz e água. Vou fazer isso até que consigam juntar dinheiro para viver com mais privacidade. Prometi que vou ajudá-los a trazer as famílias – diz Quatroni.

Na noite de sábado, o empresário teve nova surpresa. Mais três haitianos – duas mulheres e um homem – surgiram com suas malas numa das duas casas destinadas a abrigar os funcionários haitianos.

– Deixei entrar, vou fazer o quê? Deixar na rua? Os funcionários juraram que não chamaram esses três, que passaram o endereço apenas para suas famílias – contou Quatroni.

Às terças e quintas, Quatroni joga futebol com o grupo. Aos domingos, um ônibus da empresa leva os 17 haitianos funcionários da Solo para uma igreja evangélica de Limeira. Neste domingo, o ônibus levará 20.

Embora a maioria dos haitianos seja da religião evangélica, a igreja realizou em janeiro a primeira missa celebrada por um padre haitiano. No próximo dia 20 de maio, fará a primeira festa do Haiti.

Nesta terça-feira, os padres se reunirão na Arquidiocese de São Paulo para pedir ajuda ao cardeal Dom Odilo Scherer.

– Tem gente na porta todo o dia e não temos vagas – afirma o padre Paolo.

Fonte: http://spmigrantes.wordpress.com/2012/03/14/haitianos-superlotam-casa-do-migrante-em-sao-paulo/

 
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Publicado por em 16/03/2012 em Haitianos, Notícias

 

Consulado do Haiti em SP vira agência de empregos informal para imigrantes

Veja a matéria em:

 http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/consulado-do-haiti-em-sp-vira-agencia-de-empregos-informal-para-imigrantes/1840868/

 
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Publicado por em 04/03/2012 em Haitianos, Notícias

 
 
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