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Arquivo da categoria: Bolivianos

Bolivianos trocam São Paulo por Sul de Minas Gerais

Descontentes com a falta de registro em carteira e a carga horária elevada nas indústrias de confecções na capital paulista muitos bolivianos estão migrando para o Sul de Minas Gerais. No mês passado, dez deles começaram a trabalhar em uma indústria de garrafas térmicas em Pouso Alegre (MG), cidade que nos últimos meses recebeu muitas empresas e precisa de mão-de-obra para atender à nova demanda.

Um peruano também já está em atividade na companhia e outros quatro bolivianos devem chegar nesta semana. “Um vai comentando com outro e a notícia se espalha”, diz Van Der Laam Oliveira, gerente de Recursos Humanos da Invicta, empresa que contratou os estrangeiros. Segundo ele, todos os contratados estão legalizados e têm desempenhado bem o trabalho.

Quem chega portando apenas o chamado “RG Estrangeiro” tem ajuda da empresa para regularizar a situação. Segundo Van Der Laam Oliveira, os brasileiros também são bons de serviço, mas com a oferta de vagas em alta na cidade, a rotatividade é muito grande e a mão-de-obra nacional não está dando conta.

Condições

No novo emprego, os bolivianos têm, além do salário em carteira e horário fixo, benefícios como assistência médica. “Aqui a gente trabalha a quantidade certa de horas por dia”, diz o auxiliar de produção Selvin Moreno. Boliviano, ele lembra que, nas confecções de roupas de São Paulo, a carteira não era assinada e a carga horária nem sempre se resumia às oito horas diárias de trabalho como combinado. Por isso, ele e os demais teriam optado por seguir para Pouso Alegre. Na cidade mineira, eles estão produzindo garrafas, galões e caixas térmicas que são exportados para mais de 40 países.

Pouso Alegre tem apresentado anualmente quase o dobro de crescimento econômico em relação ao índice nacional, sendo, em Minas Gerais, a primeira em desenvolvimento econômico. Na cidade somente nos últimos cinco anos, foram criadas 11.350 vagas de emprego, de acordo com números fornecidos pela prefeitura.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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Publicado por em 26/05/2014 em Bolivianos, Notícias

 

Minidoc retrata a vida de imigrante boliviano no centro de SP

Denílson Mamami, 15 anos, mora no Bom Retiro, bairro central de São Paulo. Como todo jovem de sua idade, sonha em fazer universidade, ter uma boa carreira, deixar sua mãe orgulhosa, casar e ter filhos. Estuda na escola estadual João Kopcke, também no centro, a poucos metros da estação Júlio Prestes.

Por Alice Riff e Luciano Onça, da Agência Pública

Gosta de passear com sua namorada, de encontrar seus amigos para ouvir e compor músicas românticas e de hip hop. Mas Denílson – conhecido como “Choco” – assim como 1/3 dos alunos de sua escola, nasceu na Bolívia. Mora no Brasil desde os 9 anos. Como ele, milhares de adolescentes bolivianos, ou filhos de imigrantes bolivianos, vivem atualmente em São Paulo.

A Pastoral do imigrante estima que a população de bolivianos em São Paulo esteja entre 50 e 200 mil habitantes (dado que não pode ser comprovado porque muitos estão em situação irregular). A grande maioria trabalha em oficinas de costura existentes em toda a cidade, mas que se concentram em bairros centrais como Brás e Bom Retiro. A comunidade boliviana é tida como a maior comunidade de latino-americanos residentes no Brasil. Em 2010, quando o Governo Lula concedeu anistia aos imigrantes ilegais do país, dos 42 mil pedidos de naturalização, mais de 17 mil eram de cidadãos bolivianos.

Os pais de Choco vieram ao Brasil há 15 anos, em busca de oportunidades de trabalho. Durante a infância ele foi criado pela avó em La Paz, capital da Bolívia, enquanto seus pais buscavam se estabelecer em São Paulo como costureiros. Apenas aos 9 anos, sua mãe, já separada do pai, foi busca-lo na Bolívia morar com ela no bairro do Bom Retiro, onde moram e trabalham, no mesmo quarto do antigo sobrado que dividem com outras famílias bolivianas. Na sala da casa funciona uma oficina de costura, onde os adultos trabalham extensas jornadas diárias.

Os costureiros bolivianos de São Paulo ganharam visibilidade na mídia após diversas denúncias de oficinas que mantinham os imigrantes em condições análogas à escravidão. Mas o minidoc 100% Boliviano, mano foi em busca de investigar como vive a segunda geração de bolivianos que reside na cidade. Entre a vivência cotidiana do preconceito – pejorativamente apelidados de “índios” ou “bolívias”, descrevem um cotidiano de agressões físicas e verbais – eles compartilham o desejo de permanecer no Brasil e de não trabalhar na costura. O vídeo da Pública é uma parceria com a Grão Filmes que foi contemplado pelo 4º edital Sala de Notícias do Canal Futura.

O vídeo está disponível no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=QijeCUsglCY

 
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Publicado por em 08/10/2013 em Bolivianos, Notícias

 

Festa boliviana ocupa o Memorial da América Latina

Neste sábado (3) e domingo (4) o Memorial da América Latina, na Barra Funda, abre suas portas para uma Festa Nacional da Bolívia. O evento comemora o aniversário da independência do país, declarada em 6 de agosto de 1825. Na ocasião, o público pode conferir apresentações musicais tradicionais, as chamadas morenadas, e apreciar petiscos da gastronomia andina.

Ao todo, apresentam-se treze grupos folclóricos com danças e devoção à Virgem de Copacabana e Urkupiña. Os bolivianos brasileiros aproveitam a atração para recriarem o famoso Carnaval de Oruro. O evento tem entrada gratuita e a programação começa a partir das 10h40.

Confira todas as atrações:

Sábado – 3 de agosto

  • 10h40 – Entrada das Virgens de Copacabana e Urkupiña com os prestes
  • 11h00 – Tinkus Fraternidad Jairas
  • 11h30 – Morenada Señorial Illimani
  • 12h20 – Tinkus Wayna Lisos
  • 12h50 – Morenada Nueva Revelación 2004 los Catedráticos
  • 13h40 – Chacarera Ballet Folclórico Boliviano
  • 14h10 – Corporales Grupo Cultural Kantuta Bolivia
  • 14h45 – Morenada Fraternidad Juventud Intocables
  • 15h35 – Ato cívico pelos 188 anos de Independência da Bolívia. Benção das Virgens de Copacabana e Urkupiña.
  • 16h05 – Autoctono Italaque Nuevo Amanecer
  • 16h35 – Corporales Fraternidad San Simon – vencedores 21012 – Dança Liviana
  • 17h10 – Morenada Fraternidad Bolivia Central – Vencedores 2012 –Dança Pesada
  • 18h00 – Auctono Huaycheños de Corazón
  • 18h30 – Diablada 10 de Febrero

Domingo 4 de agosto

  • 10h40 – Entrada das Virgens de Urkupiña e Copacabana com os prestes.
  • 11h00 – Diablada 10 de Febrero
  • 11h30 – Auctono Huaycheños de Corazón
  • 12h00– Morenada Fraternidad Bolivia Central
  • 12h40 – Morenada Juventud Intocable
  • 13h20 – Morenada Nueva Revelación 2004 los Catedráticos
  • 14h00 – Morenada Señorial Illimani
  • 14h40 – Celebração litúrgica com as virgens de Copacabana e Urkupiña
  • 15h10 – Corporales Fraternidad San Simon
  • 15h40 – Autoctono Italaque Nuevo Amanecer
  • 16h10 – Corporales Grupo Cultural Kantuta Bolivia
  • 16h40 – Chacarera Ballet Folclórico Boliviana
  • 17h10 – Tinkus Wayna Lisas
  • 17h10 – Tinkus Fraternidad Jairas
  • Fonte: http://vejasp.abril.com.br/materia/festa-boliviana-memorial-da-america-latina
 
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Publicado por em 02/08/2013 em Bolivianos, Notícias

 

‘Hoje, os bolivianos investem em São Paulo’

Afirma o cônsul-geral da Bolívia, vítima comum da exploração trabalhista na cidade, a população boliviana vive uma mudança de perfil, diz Jaime Valdívia Almanza, 51, cônsul-geral da Bolívia em São Paulo. Seus ganhos mais que dobraram na última década. Além disso, muitos ocupam funções além da tecelagem e moram fora do centro. Há na capital 350 mil bolivianos (70% do país), entre legais e ilegais, segundo o consulado.

O trânsito de trabalhadores entre os dois países é livre –recebem visto temporário (e renovável) por dois anos até obterem o definitivo. Mesmo assim, diz Almanza, restam 100 mil ilegais na cidade, onde desde 2012 o governo libertou 91 pessoas em condições análogas ao trabalho escravo.Médico pela Universidade Federal do Paraná, ele vive no Brasil há 35 anos, 15 deles em São Paulo. Assumiu o cargo em 2006 a convite do amigo Evo Morales, presidente da Bolívia.  Ele ajudou a criar um posto de atendimento ao imigrante, no Brás

*Quantas oficinas ilegais de costura há na cidade e como combatê-las?

Jaime Valdívia Almanza – Não temos como precisar, mas falamos em milhares. É preciso facilitar o acesso a documentos e as ações contra o tráfico de pessoas. Também apoiamos a fiscalização contra maus empresários, desde grandes redes até bolivianos autônomos.

A ocupação profissional mudou?

Até a década de 1970, a migração boliviana era de estudantes que miravam o ensino superior. Fui um deles. A partir dos anos 1980, veio a mão de obra para a costura, que ainda emprega 80% do total. E, nos últimos anos, cresceu a demanda nas áreas de serviços gerais e de construção civil, graças à Copa.

Qual a razão dessa mudança?

Enquanto outros países criminalizam a imigração, aqui precisamos de profissionais. Uma empregada doméstica não ganha menos de R$ 1.200, e o brasileiro não quer mais certas funções. Como fica?A renda acompanhou essa melhora?Antes do acordo de 2006 [que facilitou a legalização de imigrantes], os bolivianos nunca recebiam mais de R$ 300 ao mês por 18 horas diárias. Agora eles ganham, em média, entre R$ 600 e R$ 1.200.

E quais os principais reflexos disso?

onheço um empresário que veio clandestino há 15 anos e outro dia financiou uma casa de R$ 500 mil. Além da oficina, ele tem um restaurante. Hoje, os bolivianos investem na cidade.Onde eles vivem hoje?A maioria ainda está no Brás, na Mooca, no Pari e no Bom Retiro [regiões leste e central], mas há um movimento em direção a Guarulhos e a outros bairros da zona leste, como a Penha. Também vemos migração para o interior do Estado.

O que ainda atrapalha a adaptação?

Os imigrantes, em boa parte, são de cidades pequenas nos Andes e tradicionalmente introspectivos. Há também as barreiras usuais: língua, costumes. Mas os que cresceram aqui já absorveram a educação local. Em certas escolas públicas de ensino fundamental, há 80% de bolivianos. O desafio agora é a autonomia.

Leticia Moreira/ Folhapress20

04/2013-23h30

 

 
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Publicado por em 30/04/2013 em Bolivianos

 

Assembleia na Praça Kantuta vai discutir questões empresariais e cooperativistas dos bolivianos

No próximo domingo (11) a partir das 16h30 acontece na Praça Kantuta, reduto da comunidade boliviana em São Paulo, assembleia sobre regularização de CNPJ, microempresa e cooperativa. Idealizada pelo Centro de Apoio ao Migrante (CAMI), a ação tem como objetivo instruir os imigrantes sobre direitos e deveres como trabalhador.

O encontro terá três convidados cada um abordará um tema, entre eles: microempresa e regularização de documentos das oficinas de costura, requisitos e informações sobre CNPJ e formação de uma cooperativa no Brasil. Depois da apresentação dos temas o microfone será aberto ao público, que vai poder tirar dúvidas, questionar ou relatar algum caso. Ao final do evento, serão distribuídas gratuitamente cartilhas de instrução para área têxtil denominada “Manual Practico para Oficinas Textiles”.
Essa foi a segunda assembleia realizada pelo CAMI, a primeira abordou questões em torno do trabalho análogo à escravidão (saiba mais).

Serviço:

Local: Praça Kantuta

Endereço: Rua Pedro Vicente s/n – Pari (próximo à estação Armênia do metrô)

Horário: Às 16h30

Informações: (11) 2694-5428

Fonte: http://www.boliviacultural.com.br/ver_noticias.php?id=1701

 
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Publicado por em 08/11/2012 em Bolivianos, Notícias

 

Praça Kantuta oficializa nova diretoria com festa

A Praça Kantuta, ponto de encontro da comunidade boliviana de São Paulo, realizou neste domingo (25) uma festa para empossar a nova diretoria da Associação Gastronômica Cultural e Folclórica Boliviana Padre Bento, responsável pela administração da praça. Sob o sol escaldante na tarde de comemoração, Paulo Araújo foi nomeado o novo presidente da associação e recebeu a bênção do Padre Mario Geremia que fez uma prece na cerimônia.

Paulo afirmou para o Bolívia Cultural que em seu mandato vai trabalhar pela infraestrutura da praça. “Pretendo realizar melhorias para receber o público na Kantuta com a construção de sanitários. Há uma defasagem nesse sentido”, disse. A obra, de responsabilidade de Associação, já está em andamento.  Uma reforma no pavimento da praça também está sendo realizada, porém pela subprefeitura da Mooca.

O novo presidente declarou também que as festas da comunidade em datas cívicas serão mantidas e adiantou um novo projeto que está em discussão com o Consulado da Bolívia. Paulo quer que a próxima edição da festa de Alasita seja realizada no Memorial da América Latina, local que já abriga a solenidade do Dia da Independência da Bolívia que ocorre no mês de agosto. Contudo, nada ainda foi oficializado.

Prestigiando o evento, o cônsul geral da Bolívia, Jaime Valdívia aconselhou a nova diretoria. No palco, ele disse. “Prossigam com a lei, a fé e com as tradições da Bolívia”.

Valdívia afirmou para o Bolívia Cultural que manterá seu apoio à Associação Padre Bento através do “relacionamento institucional como as polícias militar e civil e com a procuradoria de Direitos Humanos para que a Praça Kantuta se preserve com segurança”.

Outro assunto que tomou conta da festividade foi o aniversário da Guerra do Pacífico (1879 – 1883) na qual a Bolívia perdeu seu território litorâneo para o Chile. Em 2013 completará 130 anos desde o final da disputa. Nos vários discursos da posse na Kantuta, ouvia-se lamento e sentimento de revolta.

Representando o governo boliviano, Valdívia se pronunciou sobre o assunto. “Há um ditado que diz: ‘não há mal que dure 100 anos’. O nosso já passou disso. Porém, assim como a questão do canal do Panamá que também ultrapassou um século, tenho o otimismo de que recuperaremos o nosso mar”, disse.

O cônsul declarou para o Bolívia Cultural que o governo da Bolívia tentará reaver sua saída para o mar. “Estamos fazendo diversos esforços diplomáticos, mas se tivermos que usar a força jurídica, nós o faremos. É um direito nosso”. No entanto, ele afirmou que uma disputa armada não está entre as opções exploradas pelo governo boliviano. “Não temos condições de brigar com guerra porque há um desequilíbrio entre as forças armadas da Bolívia e do Chile”, disse.

Tomaram posse da nova diretoria da Associação Padre Bento, Paulo Araújo (presidente), Rafael Aguilar (vice-presidente), Luis Chilman (contabilidade), Fred Constanza (eventos) e Rene Quisberg, Francisca Yujra e Valentim Flores (núcleo cultural).

A Associação Grupo Folclórico Cultural Kantuta Bolívia e as bandas Unión Tropical e Yungas Akully New Fusion animaram a festa que contou com um público estimado em três mil pessoas. As empresas Aerosur e a Hola Andina apoiaram o evento.

 

 
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Publicado por em 27/03/2012 em Bolivianos, Notícias

 

Saiba o que acontece na comunidade boliviana neste carnaval 2012

A comunidade boliviana em território brasileiro também se prepara para uma das datas mais festivas do ano, o carnaval. Confira o que a comunidade boliviana de São Paulo prepara para o carnaval de 2012.

 ADRB – A Associação de Residentes Bolivianos existente na comunidade há mais de 40 anos, vai participar dos festejos de carnaval durante a festa da Praça Kantuta. Com um espaço especial dedicado às crianças, em um stand com voluntários haverá pintura facial e atividades recreativas.

 Ballet Folclórco Boliviano – Tradicional em São Paulo por apresentar diversas danças típicas da Bolívia como a morenada, chutas, tinku e caporal. No carnaval boliviano em sampa vão participar do Pholia na Luz, abrindo o evento ao lado do Kantuta Bolívia e Caporales San Simón.

CAMI – O Centro de Apoio ao Migrante conhecido por seu trabalho social junto aos imigrantes de várias nacionalidades, apoiará a tradicional festa de carnaval da Praça Kantuta.

 Grupo Folclórico Caporales San Simón – Criado pela matriz do grupo na Bolívia o Caporales desde 2007 no Brasil como filial oficial, agita as festa da comunidade neste ano no dia 11 às 13h estará no Pholia na Luz e dia 19 na festa de Carnaval da Praça Kantuta.

 Grupo Folclórico Kantuta Bolívia – O primeiro grupo folclórico boliviano a ser criado em São Paulo há mais de 10 anos participará em dois eventos este ano. No dia 11 às 13h no Pholia na Luz e dia 19 na festa de Carnaval da Praça Kantuta. No mesmo dia às 12h será realizado o tradiconal vatizado dos novos integrante.

 Grupo Folclórico Patúju – (Rio de Janeiro) – O grupo Patujú fará uma festa para comemorar o carnaval onde haverá música e pratos típicos da Bolívia.  El Pepino (um personagem do folclore boliviano) estará presente como parte das atrações. É necessário confirmar presença por telefone para que a organização libere a entrada na portaria.  A festa ocorrerá na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a partir das 13h. – Local: Rua do Bispo, 328 (esquina da Haddock Lobo) – Barra da Tijuca. Rio de Janeiro / Tel.: 21 7806 7671 ou 86*225834

 Pastoral do Migrante – A instituição estará presente apoiando o pré-carnaval Pholia na Luz. Evento cultural que trará a participação de várias manifestações culturais, inclusive a boliviana. Saiba mais.

 Praça Kantuta – O reduto da comunidade boliviana em São Paulo, também vai comemorar o carnaval. Com muita música, dança e comida típica principalmente o puchero prato saboreado nas festas de carnaval da Bolívia. A comemoração acontece no dia 19 a partir das 10h. Saiba mais.

 Fonte: http://www.boliviacultural.com.br/ver_noticias.php?id=1040

 
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Publicado por em 19/02/2012 em Bolivianos, Notícias