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Arquivo da categoria: Comunidades

Universidade oferece bolsas para haitianos

Seleção especial, em nível de graduação, de estudantes haitianos para o ingresso no primeiro semestre letivo do ano de 2015. Podem participar candidatos haitianos regularmente admitidos no Brasil ou portadores do visto humanitário.

Os candidatos selecionados terão direito ao estudo gratuito até a finalização da carreira e terão acesso aos benefícios integrais da Assistência Estudantil ofertada pela UNILA, de acordo com sua disponibilidade orçamentária ou em razão de bolsas ofertadas por outras instituições nacionais ou estrangeiras.

Fonte: http://cursos.unila.edu.br/selecao-haiti

 
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Publicado por em 23/01/2015 em Haitianos, Notícias

 

Judeus comemoram a chegada do ano 5775

http://www.tvgazeta.com.br/?videos=judeus-comemoram-chegada-ano-5775

 
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Publicado por em 26/09/2014 em Judeus, Notícias

 

Festival da Cultura Coreana leva a tradição do país ao Bom Retiro

As tradições da Coreia do Sul tomam conta do bairro do Bom Retiro nos dias 13 e 14 de setembro. O 8º Festival da Cultura Coreana acontece na rua Lubavitch (entre a rua da Graça e a Três Rios), e das 11h às 18h o público pode conhecer um pouco da culinária, artesanato, vestuário, danças típicas e costumes do país. A entrada éCatraca Livre.

Promovido pela Associação Coreana do Brasil, o Festival apresenta uma programação diversificada com exposições fotográficas de cerâmica e pintura, oficina de dobradura para as crianças, workshops de caligrafia coreana (hangul), apresentação de brincadeiras típicas e outras atividades que retratam a cultura da Coreia do Sul.

divulgação Festival da Cultura Coreana

Apresentações musicais e culturais também estão programadas, bem como as demonstrações de taekwondo. Entre as atrações culinárias, além dos tradicionais pratos como o kimchi, bulgogui e japchae; a “batata furacão” (o legume é cortado inteiro em espiral e colocado no espeto, e antes de fritar é adicionada uma especiaria) também pode ser encontrada no evento. O valor dos pratos varia entre R$ 5 e R$ 20.

E ainda os apreciadores de chá podem aproveitar uma degustação da bebida. Os chás coreanos contêm diversos tipos de ingredientes como frutas, folhas, raízes e especiarias usadas na medicina tradicional do país.

Fonte: https://catracalivre.com.br/sp/ar-livre/gratis/festival-da-cultura-coreana-leva-a-tradicao-do-pais-ao-bairro-do-bom-retiro/

 
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Publicado por em 12/09/2014 em Coreanos, Notícias

 

Abertas inscrições para o Science Tour 2014

O Serviço Alemão de Intercâmbio (DAAD) está organizando uma excursão de uma semana às instalações de pesquisa de ponta na Alemanha, nas áreas de modelagem e simulação computadorizada. Pesquisadores estrangeiros e administradores de universidades e institutos de pesquisas podem se aplicar para o Science Tour 2014.

Todos os candidatos devem ser qualificados para iniciar e gerir grandes projetos em pesquisa de ponta ou de cooperação educacional. Domínio da língua alemã não é necessário, uma vez que o programa será realizado em inglês. Ter um título de doutorado há pelo menos dois anos e ser filiado a alguma universidade não-alemã  são pré-requisitos para a candidatura.

Os candidatos também devem ter forte interesse em cooperação internacional e experiência em pesquisa nas áreas de modelagem e simulação computadorizada nos segmentos de Ciências Marítimas, Economia, Mudanças Climáticas e Epidemiologia. O programa inclui visitas em centros de pesquisas nas cidades de Berlim, Hamburgo, Kiel, Rostock , Potsdam e na ilha de Rügen.

O DAAD oferece subsídio para todos os custos referentes ao período de estadia na Alemanha (acomodação, viagens locais refeições principais). Entretanto, é responsabilidade dos participantes custear seus gastos com a viagem internacional.

A viagem acontece de 30 de novembro a 06 de dezembro.  Inscrições podem ser feitas online até 20 de setembro de 2014. O resultado será comunicado até dia 20 de outubro.

Para mais informações e inscrição, clique aqui.

Centro Alemão de Ciência e Inovação de São Paulo – DWIH

Fonte: http://www.brasilalemanhanews.com.br/Noticia.aspx?id=4863

 
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Publicado por em 29/08/2014 em Alemães, Notícias

 

Feira de produtos chineses vai até dia 10 em São Paulo

http://videos.bol.uol.com.br/#view/feira-de-produtos-chineses-vai-ate-dia-10-em-sao-paulo-04024D9A3468D8B14326

 
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Publicado por em 15/08/2014 em Chineses

 

Rússia aumenta oferta de bolsas de estudo para estrangeiros

O número de bolsas de estudo para estudantes estrangeiros em cursos de universidades russas vai aumentar 50% neste ano letivo, passando de 10 mil para 15 mil, anunciou o vice-ministro da Educação e Ciência da Federação Russa, Beniamin Kaganov. Segundo ele, no total, estudam na Rússia cerca de 125 mil estudantes estrangeiros. A última vez que a cota para estudantes estrangeiros aumentou foi em 2008, quando passou de 7 mil para 10 mil indivíduos.

A brasileira Patrícia dos Santos é uma das estudantes que frequentam uma universidade na Rússia. “Eu decidi estudar em Moscou porque no meu país é muito difícil entrar na universidade. Em compensação, a Rússia disponibiliza todos os anos algumas bolsas de estudo para alunos brasileiros. Decidi aproveitar essa oportunidade e fui aceita. Agora estou estudando na Faculdade de Medicina da Universidade Russa de Amizade dos Povos (URAP). Assim que terminar o curso pretendo voltar para o Brasil, para trabalhar e viver lá. O ensino russo é valorizado entre nós, mas para poder entrar no mercado de trabalho brasileiro eu terei que fazer exames novamente lá e obter o reconhecimento do meu diploma”, explica.

Por lei, quando entram para qualquer instituição de ensino superior na Rússia, os estrangeiros têm os mesmos direitos que os estudantes russos: também recebem bolsa de estudo e são abrigados em residências estudantis. Se os candidatos estrangeiros falarem mal a língua ou forem pouco fluentes nela, devem fazer primeiro a faculdade preparatória, onde, além do idioma russo começam a estudar as disciplinas principais do curso escolhido.

Para serem aceitos nas universidades, primeiro os candidatos fazem provas de admissão ainda no seu país de origem, sob a supervisão de agências governamentais locais e representantes da embaixada russa. Depois, eles escolhem de uma a seis universidades nas quais gostariam de estudar: uma em cada distrito federal do país. A especialização pode ser qualquer uma, mas, tradicionalmente, a Rússia atrai estudantes estrangeiros para cursos de ciências: matemática, física, química e biologia. É grande a probabilidade de o estudante estrangeiro conseguir se matricular na instituição escolhida, mas a vaga não está garantida. A última palavra sobre o local do curso é dada pelo Ministério da Educação e pela agência de cooperação Rossotrudnichestvo.

De acordo com o Ministério da Educação e a URAP, em 2010 e 2011, 39,1% dos estrangeiros que estudavam na Rússia vinham dos países da CEI, 35,7% da Ásia, 13,2% da África e do Oriente Médio, 4,4% da Europa Ocidental, 2,1% do Leste Europeu e dos Balcãs, 1,9% da América do Norte e Oceania, 1,4% da América Latina, 1,3% dos Estados Bálticos e 0,8% do norte da Europa.

A política pública de instituições de ensino russas afirma que o objetivo da formação de estudantes estrangeiros é “criar uma elite intelectual em outros países, a fim de garantir os interesses políticos e econômicos da Rússia a longo prazo em todas as regiões do mundo”.

Segundo o Ministério da Educação e Ciência, no ano passado, a proporção de estudantes estrangeiros em relação aos russos era de 2,3%. O plano do ministério é conseguir que, em 2015, esse valor atinja os 6%, e em 2018, 10%. Em seu tempo, a União Soviética ocupava o terceiro lugar no mundo em número de estudantes estrangeiros, atraindo 10% de todos os indivíduos que estudavam fora do seu país de origem.

Concorrência global

A diretora do Instituto de Desenvolvimento para a Educação da Escola Superior de Economia, Irina Abankina, diz que no mundo de hoje, a educação está se globalizando. “Os países concorrem todos uns com os outros. Nos últimos anos, a Rússia apareceu em sétimo lugar pelo número total de estudantes estrangeiros que recebe. À nossa frente estão os EUA, o Reino Unido, a Alemanha, a Espanha e outros países”, diz.  “A principal limitação na escolha do país é a barreira linguística. Os países ocidentais se focam principalmente em candidatos oriundos de suas ex-colônias. Nós nos voltamos mais para os estudantes oriundos da CEI”, continua Abankina.

Patrícia dos Santos Foto: arquivo pessoal

Segundo ela, um fator que impede a Rússia de concorrer por mais estudantes estrangeiros é o ambiente hostil: “Para os jovens é importante entenderem que estão vindo estudar em um país seguro, onde são bem-vindos. Na Rússia, infelizmente, as condições não são as mais favoráveis”.

O reitor da URAP, Vladimir Filippov, acredita que os estudantes europeus são os mais difíceis de atrair para cursos completos devido às condições disponibilizadas pela Rússia. “Nós recebemos muitos estudantes da CEI, que já falam russo. Também recebemos alunos de países asiáticos superpovoados. No que se refere aos europeus, é mais complicado. Nós não conseguimos lhes proporcionar o mesmo nível de vida e socialização que eles têm nos seus países de origem.”

A professora da Academia Presidencial Russa de Economia Nacional e da Administração Pública, Gulnara Krasnova, diz que as bolsas de estudo para estrangeiros em universidades russas estão aumentando, mas para os russos estão diminuindo. “A Rússia lucra em ensinar os estrangeiros. Os alunos que vêm do exterior trazem recursos que gastam aqui, no seu dia a dia, apoiando assim a economia local. Calcula-se que o estudante estrangeiro gasta em média de 2,5 a três vezes mais dinheiro no país do que o valor disponibilizado pelo Orçamento Federal para pagar os seus estudos.”

A lei que permite aos estudantes estrangeiros combinar os estudos universitários com um trabalho foi aprovada especialmente para permitir aos alunos uma integração mais fácil na economia do país.

Fonte: http://br.rbth.com/sociedade/2014/08/08/russia_aumenta_oferta_de_bolsas_de_estudo_para_estrangeiros_26765.html

 
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Publicado por em 08/08/2014 em Notícias, Russos

 

Comunidade judaica faz ato em SP pelo direito de Israel se defender

Ato da comunidade judaica a favor da paz e pelo direito de Israel se defender reuniu ao menos 600 pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, na noite desta quinta-feira (24), na região central de São Paulo.

Convocado pela Juventude Judaica Organizada (JJO) e pela Federação Israelita do Estado de São Paulo, o evento foi realizado na Praça Cinquentenário de Israel, em Higienópolis. As vias no entorno da pequena praça foram bloqueadas para o trânsito pela Polícia Militar e por agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Durante todo o ato, o advogado Pérsio Bider, integrante da JJO, insistia em deixar claro que não se tratava de um ato político, mas a favor da paz. “Nossos atos não são nada políticos, nada religiosos. E este ato já havia sido marcado previamente, mas acabou coincidindo”, ressaltou Bider, referindo-se ao imbróglio diplomático envolvendo as chancelarias de Brasil e Israel.

Depois do ato, os organizadores deixaram claro que o governo brasileiro errou ao não dispensar o mesmo tratamento aos dois lados do conflito: israelenses e os terroristas do Hamas. No entender de Persio Bider, o governo, inclusive, estaria “importando o conflito” para o Brasil.

 

“É uma situação que preocupa bastante, pincipalmente porque, infelizmente, o Planalto não quer ter o conhecimento necessário dos dois lados do conflito. Foi uma situação totalmente unilateral, que condena Israel, mas não condena o Hamas. Então, para a gente é muito triste, pelo fato de que o Brasil está importando o conflito para cá. E a gente não precisa que importe conflito. Nós vivemos em paz aqui, judeus e árabes”, justificou.

O advogado considera que é o Brasil que age de maneira desproporcional ao tratar Israel de forma distinta com que lida com o Hamas. A diplomacia brasileira condenou o uso desproporcional da força por Israel em Gaza.

“Eu vejo como desproporcional como o Brasil trata o conflito entre Israel e a Palestina. Na verdade, não é entre Israel e Palestina, isso que tem de ficar muito claro. É entre Israel e Hamas, um grupo terrorista que prega a destruição dos judeus. Infelizmente, o governo brasileiro errou muito e nós somos muito críticos em relação a isso, porque eu sou brasileiro, não sou israelense. Errou por quê? Porque tem de ouvir as duas partes. Desproporcional é como eles estão tratando esse tema”, concluiu.

Persio Bider, da Juventude Judaica Organizada (Foto: Marcelo Mora/G1)Persio Bider, da Juventude Judaica Organizada
(Foto: Marcelo Mora/G1)

Henry Gherson, assessor executivo da federação israelita de São Paulo, também cobrou maior equidade por parte do Brasil ao tratar com os dois lados do conflito.

“Se posicionando contra Israel e contra as ações israelenses, o Brasil ignorou completamente o grupo terrorista Hamas, ignorou as suas ações, ignorou toda a sua tática de guerra, que é colocar civis na linha de fogo, para morrerem e mostrar na mídia depois. Que as críticas feitas a Israel também sejam feitas ao Hamas. A gente sabe que toda guerra tem lados errados dos dois lados, mas é muito estranho que um país ignore um grupo terrorista, que em seu estatuto diz que quer destruir o estado judaico, e o Brasil ignora isso”, afirmou.

Segundo ele, Israel busca principalmente uma resolução pacífica do conflito. “Israel quer a paz, o povo judeu quer a paz e a nossa manifestação e de todas as comunidades judaicas no Brasil é para isso. Israel aceitou três cessar-fogo; o Hamas, não”, completou.

Confederação Israelita do Brasil
Por meio de nota, a Confederação Israelita do Brasil (Conib) manifestou nesta quinta-feira sua indignação com a posição do Ministério das Relações Exteriores, “na qual se evidencia a abordagem unilateral do conflito na Faixa de Gaza, ao criticar Israel e ignorar as ações do grupo terrorista Hamas”.

Segundo a Conib, “fatos inquestionáveis demonstram os inúmeros crimes cometidos pelo Hamas, como utilização de escolas da ONU para armazenar foguetes, colocação de base de lançamentos de foguetes em áreas densamente povoadas e ao lado de hospitais e mesquitas”.

No comunicado, a confederação exortou”o governo brasileiro a pressionar o Hamas para que se desarme e permita a normalização do cenário político palestino” e lamentou “o silêncio do Itamaraty em relação à política do Hamas de construir túneis clandestinos, em vez de canalizar recursos para investir em educação, saúde e bem-estar da população na Faixa de Gaza”.

Para a Conib,  a nota do Ministério das relações exteriores desta quarta-feira “só faz aumentar a desconfiança com que importantes setores da sociedade israelense, de diversos campos políticos e ideológicos, enxergam a política externa brasileira”.

‘7a 1 é desproporcional’
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, rebateu em entrevista ao Jornal Nacional, exibida na noite desta quinta-feira, as críticas feitas pelo governo brasileiro deuso “desproporcional” da força israelense na Faixa de Gaza.

Ele ironizou a declaração do Brasil e fez referência à derrota sofrida pela seleção brasileira por 7 a 1 em partida contra a Alemanha na semifinal da Copa.

“A resposta de Israel é perfeitamente proporcional de acordo com a lei internacional. Isso não é futebol. No futebol, quando um jogo termina em empate, você acha proporcional e quando é 7 a 1 é desproporcional. Lamento dizer, mas não é assim na vida real e sob a lei internacional”, disse Palmor.

Na quarta (23), em nota oficial, o governo brasileiro classificou de “inaceitável” a escalada da violência na Faixa de Gaza e informou que chamou o embaixador em Tel Aviv “para consulta”.

A medida diplomática de convocar um embaixador é excepcional e tomada quando o governo quer demonstrar o descontentamento e avalia que a situação no outro país é de extrema gravidade.

Nesta quinta, o jornal “The Jerusalem Post” publicou reportagem na qual Yigal Palmor questiona a retirada do embaixador e chama o Brasil de “anão diplomático”.

Em reação, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, afirmou que, se existe algum “anão diplomático”, o Brasil não é um deles.

Há muitos contatos diplomáticos sendo feitos [sobre cessar-fogo]. Infelizmente o Brasil não faz parte. O Brasil se afastou de todos os movimentos diplomáticos ao convocar seu embaixador”
Yigal Palmor, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel

Em entrevista à TV Globo, Yigal Palmor afirmou ainda que desproporcional seria deixar “centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel”.

Quase 800 palestinos, incluindo mulheres e crianças, e mais de 30 israelenses, entre estes 29 soldados, morreram em duas semanas de ofensiva de Israel contra a Faixa de Gaza.

O porta-voz destacou que o que desequilibrou o número de mortos na guerra foi o sistema antimísseis do país.

“A única razão para não termos centenas de mortos nas ruas de Israel é termos desenvolvido um sistema antimíssil e não vamos nos desculpar por isso. Se não tivéssemos esse sistema haveria centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel. Isso seria considerado proporcional?”, questionou.

Ao ser perguntado sobre se Israel vê possibilidade de um cessar-fogo com a iniciativa de discussão liderada pelos Estados Unidos, o porta-voz voltou a alfinetar o Brasil.

“Há muitos contatos diplomáticos sendo feitos. […] Infelizmente o Brasil não faz parte. O Brasil se afastou de todos os movimentos diplomáticos ao convocar seu embaixador. Mas há outros países envolvidos. Um dia desses vai haver um cessar-fogo. A questão é saber quantas pessoas vão pagar com suas vidas pela teimosia e extremismo do Hamas.”

 

Ataque contra escola
Disparos contra uma escola da ONU em Beit Hanoun, norte da Faixa de Gaza, deixaram mortos nesta quarta. A escola abrigava vários palestinos refugiados, disse o porta-voz do ministério da Saúde de Gaza, Ashraf al-Qidra.

A autoria do ataque ainda é incerta. O governo palestino o chamou de “brutal agressão israelense”. Israel, no entanto, disse que está analisando o que aconteceu e que um foguete do Hamas pode ter causado as mortes.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/07/comunidade-judaica-faz-ato-em-sp-pelo-direito-de-israel-se-defender.html

 
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Publicado por em 25/07/2014 em Judeus, Notícias