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Arquivo mensal: outubro 2015

Entidade ajuda 200 crianças refugiadas

O trabalho voluntário de Angelina Jolie no amparo a filhos de refugiados levou pessoas de várias partes do mundo a seguir o mesmo caminho. Inspirada no exemplo da estrela de Hollywood, surgiu no Brasil em junho de 2012 a IKMR, sigla em inglês para a expressão “Eu conheço meus direitos”.

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A ONG tem sede em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e outras duas unidades no Brasil (uma no Rio de Janeiro, a outra aqui na capital). Criado em 2013, o escritório paulistano da entidade, no bairro dos Jardins, surgiu por iniciativa da atriz e produtora cultural Vivianne Reis, de 35 anos.

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“Com os adultos preocupados com a sobrevivência, as crianças eram esquecidas no seu direito de brincar e se desenvolver”, explica ela, que auxilia atualmente 200 menores estrangeiros. Do total de atendidos, 70% vieram da Síria, como as irmãs Hanan, de 11 anos, e Yara, de 1.

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A IKMR promove todo último sábado do mês atividades de recreação. Em parceria com o Hopi Hari já levou 100 famílias para visitar o parque. Em outra ação, setenta crianças desfrutaram uma manhã de cinema com pipoca e bebidas inclusas, graças a doações via redes sociais. “Alguns foram a uma sessão pela primeira vez na vida”, afirma Vivianne.

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Com ajuda de mais cinquenta voluntários, ela também promoveu festas infantis e gincanas em outras capitais do país, como Manaus e Porto Alegre. Com o passar do tempo, Vivianne resolveu aprofundar-se no universo dessas crianças, frequentando o ambiente onde elas moram.

“Certa vez, visitei a casa de uma família em que o pai dormia no chão da sala com um lençol e a mãe e os três filhos, em uma cama de casal”, conta. A instituição passou então a arrecadar verba para a compra de mobília usada.

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Parte do dinheiro amealhado pela ONG também é destinado à aquisição de passagens aéreas. Em um ano, a IKMR conseguiu agregar nove famílias separadas pela guerra. Uma das histórias tocantes foi a de um sírio que, após meses de trabalho em um restaurante em São Paulo, conseguiu reunir apenas 6 500 reais dos 13 000 de que precisava para trazer à capital a esposa e as filhas de 6 e 7 anos. “Os parentes corriam sério risco, pois estavam em uma das áreas mais perigosas de seu país”, conta Vivianne. Graças aos intensos pedidos nas redes sociais, ela conseguiu resolver o problema. “Desde agosto, eles vivem juntos em um cortiço no bairro do Pari”, conta.

IKMR — contato@ikmr.org, ☎ 3936-8896 e 98451-6598

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/materia/ong-criancas-refugiadas/

 
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Publicado por em 28/10/2015 em Uncategorized

 

USP dá curso sobre o Brasil a refugiados e ajuda na adaptação ao país

Depto. de Geografia ajuda refugiados a compreender o novo contexto em que vivem, além de promover a prática da docência aos bolsistas e voluntários

A Universidade de São Paulo (USP) iniciou em agosto um curso para refugiados de várias nacionalidades, com o objetivo de situá-los sobre a situação do Brasil e o novo contexto de vivência.

Assim como a nacionalidade, a faixa etária dos alunos também varia bastante. Frequentam as aulas desde pessoas maduras até crianças, que com lápis e brinquedos aprendem um pouco da cultura brasileira.

A alta procura pelo curso surpreende os professores, já que aprender a geografia do país não é a prioridade de quem está passando por dificuldades e necessita conseguir um emprego e um lugar para morar.

As aulas acontecem todos os sábados. Os interessados em participar, seja como alunos ou voluntários, podem escrever e-mail para geografia.brasil.usp@gmail.com ou luisgeo@usp.br ou ainda telefonar para o professor Luis Venturi pelos telefones (11) 3091-0433 / 3769. Quem frequentar as aulas, receberá o material já transmitido anteriormente.

Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia2.php?id=243048

 
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Publicado por em 28/10/2015 em Uncategorized

 

Refugiados recomeçam a vida em São Paulo

http://www.sbt.com.br/jornalismo/sbtbrasil/noticias/1/69980/Refugiados-recomecam-a-vida-em-Sao-Paulo.html

 
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Publicado por em 28/10/2015 em Uncategorized

 

Escola do Parlamento oferece curso sobre imigrantes

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São Paulo de todos os Imigrantes” é fruto de uma parceria entre o Museu da Imigração e a Escola do Parlamento. A proposta é abordar a questão das migrações contemporâneas sob os mais diversos aspectos, reforçando a afirmação de que migrar é um direito humano.

O curso ocorrerá de 5 de novembro a 10 de dezembro, às quintas-feiras, das 9h30 às 13h. Serão seis encontros (carga horária: 24h), o primeiro deles no auditório do Museu da Imigração e os seguintes no espaço da Câmara Municipal de São Paulo. Para enriquecer o intercâmbio de experiências e vivências, todas as aulas contarão com a presença de um debatedor ou debatedora que passou ou está vivenciando a experiência de migrar. Suas origens são diversas: Bolívia, Brasil (migração de retorno), Guiné Bissau, Mali, República Democrática do Congo e Síria.

O curso tem início na manhã do dia 5 de novembro no Museu da Imigração. A Mesa de Abertura contará com a presença de representantes da Câmara Municipal de São Paulo, da Secretaria de Estado da Cultura, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, da Escola do Parlamento, do Museu da Imigração e dos e das migrantes. A aula inaugural, ministrada por Deisy Ventura, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, tem como tema “A tragédia do imigrante para além do Norte Global – Fluxos migratórios em contextos do Sul”. Como debatedor teremos a participação de Adama Konate.

A segunda aula do curso será no dia 12 de novembro e terá dois momentos. O primeiro com Helion Póvoa Neto, do Instituto de Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, trazendo considerações sobre a questão “’Pode um ser humano ser menos humano que outro?’ – Reflexões sobre xenofobia”. O segundo momento com Denise Maria Cogo, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Práticas de Consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing, tratando de “Mídias e migrações transnacionais: produzindo visibilidades, imaginários e resistências”. Nessa segunda aula o debatedor será Ahmad Almazloum.

A terceira aula será no dia 19 de novembro. Em um primeiro momento Daniel Chiaretti, Defensor Público Federal do 1º Ofício de Direitos Humanos, Tutela Coletiva e Migrações, e Paulo Illes, Coordenador de Políticas para Imigrantes, farão reflexões sobre o tema “Reconhecimento de Direitos por meio de um novo Marco Legal da Migração no Brasil”. Em um segundo momento, Vivian Holzhacker, mestre em Direito Internacional dos Direitos Humanos pela University of Connecticut e ex-coordenadora de Proteção do Centro de Acolhida para Refugiados da Cáritas/SP, abordará a questão da “Proteção de Refugiados no Brasil – efetividade de direitos reconhecidos”. Em um terceiro momento, Sidney Antonio da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas, trará reflexões sobre os haitianos no Brasil.  A aula terá Nadia Ferreira como debatedora.

A quarta aula ocorrerá no dia 26 de novembro com Rosana Baeninger, do Departamento de Demografia da Universidade Estadual de Campinas, tratando da temática do “Perfil dos migrantes no Brasil – um olhar demográfico da Migração Contemporânea” e Adriana Capuano, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do ABC abordando “O retorno de brasileiros – dificuldades de reinserção e desafios de adaptação”. Nessa aula a debatedora será Cláudia Inaba.

A quinta aula será no dia 3 de dezembro. Em um primeiro momento, Antonio Rodrigues de Freitas Jr., da Faculdade de Direito Universidade de São Paulo e Diretor Executivo da Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo, tratará do tema “Proteção Social – o migrante como sujeito de direitos”. Logo em seguida, Luís Alexandre de Faria, Auditor-Fiscal do Trabalho/Programa de Erradicação do Trabalho Escravo, abordará a questão dos “Trabalhadores Migrantes Indocumentados – Precarização e Informalidade”. Veronica Quispe Yujra será a debatedora do dia.

A última aula do curso se dá em uma data simbólica, dia 10 de dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos. É emblemático tratar do tema das migrações e encerrar um curso que se propõe a reafirmar a migração como um direito humano nessa data. No último encontro teremos uma roda de debates com migrantes, refugiados, coletivos e organizações que trabalham com a questão da migração e do refúgio na cidade de São Paulo.

O curso será gratuito e terá 60 vagas. As inscrições poderão ser feitas no período de 27 de outubro a 30 de outubro ou até o preenchimento das vagas, no endereço: <http://www.camara.sp.gov.br/escoladoparlamento/cursos/cursos-inscricoes-abertas/&gt;.

Fonte: http://museudaimigracao.org.br/curso-sao-paulo-de-todos-os-imigrantes/

 
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Publicado por em 28/10/2015 em Uncategorized

 

Em São Paulo, peça reflete a realidade dos refugiados contemporâneos

As imigrações contemporâneas são tema do espetáculo São Paulo Refúgio, do Performatron, que estreia em 6 de novembro em São Paulo, no Teatro Leopoldo Fróes. A capital paulista é a cidade latianoamericana mais procurada por refugiados estrangeiros. Nos últimos cinco anos o Brasil tem recebido muita gente da Síria (2.077), Angola (1.480), Colômbia (1.093) e Congo (844) – segundo números da ONG IMDH.

Construído através de um processo de pesquisa iniciado em 2014, o espetáculo propõe a investigação artística de situações cotidianas vividas por refugiados e imigrantes de diversos países como Congo, Síria e Haiti em suas novas vidas na maior cidade do país. Trata-se de um experimento que visa, principalmente, dar voz a essa população que, muitas vezes, tem seus direitos ignorados.

São Paulo Refúgio cumpre curta temporada de 6 a 8 de novembro no Leopoldo Fróes e depois passa a ocupar o Museu da Imigração, também em São Paulo, em novembro e dezembro. Em entrevista aoTerceiro Ato, o ator e diretor Conrado Dess fala sobre o espetáculo e o processo de criação e pesquisa.

Confira:

Jornal do Commercio – O que impulsionou Performatron a querer discutir as imigrações contemporâneas?
Conrado Dess – No início de 2014, quando o grupo ainda era um projeto, observamos algumas mudanças discretas que estavam ocorrendo na cidade de São Paulo. Ouvia-se falar muito pouco em refúgio, mas já se observava imigrantes de diferentes regiões do mundo chegando. Quem vive em São Paulo convive, desde sempre, com bolivianos, coreanos, japoneses, mas essa população de sírios, africanos e haitianos era nova. Vimos que não havia nada sendo feito no teatro discutindo, especificamente, os refugiados e migração forçada. Movidos pela curiosidade de conhecer essas pessoas, suas culturas e vislumbrando nessa questão uma grande potência artística, decidimos mergulhar nesse tema.

JC – Quais as principais descobertas durante o processo de criação, com relação à realidade desses refugiados?
Dess – Foram muitas. Iniciamos essa pesquisa com a imagem do refugiado que a mídia traz e que, muitas vezes, deixa o humano de lado. Foi um processo muito revelador no sentido de entender essas pessoas como indivíduos, com histórias e vontades próprias. A palavra  refugiado em si é muito generalizadora. Ela coloca na mesma situação pessoas que são muito diferentes e são essas diferenças que queremos trazer no espetáculo.  Outra coisa que percebemos foi que, apesar de muitos deles virem de situações de guerra e miséria, acabam tendo uma vida pior no Brasil em decorrência do preconceito, da língua e da falta políticas públicas para essa população.

JC – Como foi a participação desses refugiados no processo de pesquisa da peça?
Dess – A participação dos refugiados no processo foi sempre muita próxima. Tivemos os primeiros contatos no ano passado através de ações de algumas ONGs e tudo se intensificou nesse ano, quando trabalhamos em parceria com o Grupo de Refugiados e Imigrantes Sem-teto de São Paulo. Através dessa parceria, ministramos aulas de jogos teatrais para refugiados moradores de ocupações do centro de São Paulo, realizamos festas culturais com músicas e comidas típicas, além de outras ações. Todo esse contato foi o que norteou a criação da peça, pois sempre estivemos preocupados em levar para a cena o que eles queriam dizer e achavam que era importante ser discutido.

>> Leia também: Crítica: O teatro como sinônimo de guerra

JC – Como foi e tem sido a criação do espetáculo e de que maneira essa criação norteia a estética do grupo?
Dess – A princípio trabalhamos com monólogos que vinham de nossas conversas com os refugiados e depois expandimos para outras questões que existiam, mas não estavam, necessariamente, nessas falas. Foi um processo em que a construção do texto, a criação de imagens e a descoberta do ator como performer caminharam concomitantemente. Esse é nosso primeiro trabalho e, também, minha primeira direção, então estivemos sempre muito livres pra experimentar qualquer caminho que achávamos ter potencial artístico. A parte mais complexa  foi decidir o que estaria efetivamente na peça depois do enorme material que recolhemos, mas no final tudo se deu forma bastante natural. Entendemos São Paulo Refúgio como um experimento que é fiel à voz dos refugiados e cumpre um papel político nesse debate tão urgente. Quanto à estética do grupo, ainda estamos nos descobrindo. Esse espetáculo já aponta um caminho, mas pode ser que no próximo optemos por um caminho totalmente diferente.

JC – Vocês têm dois atores congoleses no elenco. Como chegaram até eles?
Dess – Um deles, Pitchou Luambo, é líder do Grupo de Refugiados e Imigrantes Sem-teto e chegamos até ele através da cineasta Eliane Caffé, que dirigiu um filme em que ele atua. A princípio, ele entrou no projeto como um colaborador, mas logo foi ocupando mais espaço e rapidamente estava trabalhando conosco no núcleo de criação. O outro, Tresor Muteba, é um imigrante que estuda Artes Cênicas na Unesp e nos conhecemos em um evento. Falamos sobre nosso projeto e o convidamos para participar e ele aceitou. Eles foram presenças fundamentais na construção dessa peça, pois nos trouxeram esse ponto de vista que só alguém que passou pela mudança de país pode trazer. Cada ensaio foi um processo intenso de desconstrução de preconceitos e paradigmas que nós, eu, Elise Garcia e Ériko Carvalho, o lado brasileiro do grupo, trazíamos sem nem sequer se dar conta.

JC – Essa é a primeira obra do grupo. Você já pensam por que caminho seguir após esse espetáculo?
Dess – Sim, além de viajar com esse espetáculo, no próximo ano vamos realizar um projeto musical que será uma espécie de continuação do São Paulo Refúgio. A ideia é recolher sonoridades da cidade de São Paulo e das comunidades de refugiados que aqui vivem e produzir um álbum que será lançando com um vídeo clip para cada música, como alguns artistas internacionais têm feito. Na verdade já planejamos nossos trabalhos para os próximos três anos, mas sabe como é, as coisas mudam o tempo todo.

Fonte: http://jc.ne10.uol.com.br/blogs/terceiroato/2015/10/26/em-sao-paulo-peca-reflete-a-realidade-dos-refugiados-contemporaneos/

 
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Publicado por em 28/10/2015 em Uncategorized

 

Treinamentos para acelerar concessão de vistos a sírios começam na próxima semana

Os treinamentos nas representações consulares do Brasil em países  próximos à Síria para otimizar a concessão de vistos especiais às vitimas do conflito naquele país serão iniciados na próxima semana. A informação foi dada pelo secretário nacional de Justiça e presidente do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), Beto Vasconcelos, em passagem por Amã, na Jordânia.

O governo federal assinou um acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU) para facilitar e ampliar o acesso a vistos humanitários às pessoas afetadas pelo conflito na Síria e que estejam buscando refúgio no Brasil. O tratado foi firmado no começo do mês, em Genebra, e prevê a capacitação de funcionários dos consulados do Brasil na região para que possam identificar de forma mais rápida os candidatos ao asilo, além de trocar informações sobre famílias registradas.

Para garantir a concretização desses objetivos, Vasconcelos está em missão internacional. Ele já passou por Istambul (Turquia) e por Amã (Jordânia), onde visitou as representações diplomáticas brasileiras. Nesta terça-feira, o secretário está em Beirute, no Líbano, onde irá visitar um reassentamento urbano para refugiados. O Brasil tem, atualmente, cerca de 8,5 mil refugiados reconhecidos de várias nacionalidades. Os sírios representam a maior parcela desse montante, com quase 2,1 mil pessoas.

“O Brasil tem feito um papel extremamente inovador, protagonista e admirado na comunidade internacional. A ação do Ministério da Justiça e do Ministério das Relações Exteriores mostra o compromisso do País de dar e oferecer alternativas de alívio a essas pessoas que vivem uma situação extremamente delicada, fugindo de situações que colocam em risco imediato suas próprias vidas e as vidas de suas crianças e familiares”, ressaltou Vasconcelos.

“Ao conceder visto humanitário para essas pessoas, o Brasil tem conseguido aliviar o drama vivido por elas, ainda que de uma parcela reduzida diante do total de refugiados no mundo”, completou o presidente do Conare, que também visitou o campo de refugiados em Zaatari, cidade jordaniana. O local é o segundo maior campo de refugiados do mundo e o primeiro do Oriente Médio, com cerca de 80 mil pessoas. Lá, Vasconcelos conversou com famílias sírias e funcionários que trabalham no local.

Política humanitária 

O Brasil possui hoje cerca de 8,5 mil refugiados reconhecidos de várias nacionalidades. Os sírios representam a maior parcela desse montante, com quase 2,1 mil. Eles se concentram nos estados do Sul e do Sudeste, em especial nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

Recentemente, a presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil está de portas abertas para receber refugiados. No início do mês, ela editou uma Medida Provisória liberando crédito extraordinário de R$ 15 milhões para investir em programas de assistência e acolhimento a imigrantes e refugiados.

Segundo Vasconcelos, os recursos permitirão dar mais um passo na constituição de uma rede pública de atendimento a refugiados, tal como a que já foi feita com a Prefeitura de São Paulo, no Centro de Atenção ao Imigrante e ao Refugiado (Crai).

“A nossa intenção é fazer isso em outros estados e municípios, e também reforçar a rede de parceria com entidades da sociedade civil, que ajudam refugiados e imigrantes há muitos anos e fazem um trabalho que merece todo reconhecimento por parte do governo federal”. destacou.

Fonte: Ministério da Justiça

 
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Publicado por em 28/10/2015 em Uncategorized

 

Refugiados sírios são tema de palestra em universidade

Amer Masarani, da associação Oasis Solidário, vai falar sobre a situação dos refugiados no Brasil na próxima quarta-feira (28), dentro da Semana de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco.

São Paulo – A situação dos refugiados sírios no Brasil será um dos temas da Semana de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco, que ocorre de 27 a 29 de outubro, no campus Lapa da universidade, na capital paulista. Quem fará a abordagem será o sírio Amer Masarani, membro da Oasis Solidário – Associação de Assistência a Refugiados no Brasil, que dá assistência aos sírios que chegam ao País.

Masarani tem contato com a universidade já que o trabalho da Oasis vem recebendo apoio de alunos de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco. Tudo começou quando a professora de Direito Internacional da instituição, Ângela Tsatlogiannis, abordou o tema dos refugiados em suas aulas. Da discussão partiu a ideia de conhecer mais as condições destas pessoas no Brasil.

O grupo foi então procurar saber mais sobre o trabalho das ONGs envolvidas com a área e gostou do trabalho da Oasis Solidário. A parceria começou há cerca de um mês com doação de brinquedos para 95 crianças no Dia Das Crianças e tem o envolvimento dos alunos, que dão uma série de auxílios aos refugiados, como acompanhá-los para resolver questões legais na Polícia Federal e em atendimentos em hospitais, entre outros. Os estudantes falam inglês.

Os alunos trocam conhecimento com os refugiados, ensinando a eles o português e recebendo aulas de árabe. Tsatlogiannis deve fazer workshops para os refugiados sobre questões trabalhistas, entre outros temas. “É um povo super aguerrido, eles não querem ficar nessa situação de dependência muito tempo, aceitam qualquer trabalho”, afirma a professora, que é mestre em Direito internacional pela Exeter University, da Inglaterra.

A participação de Masarani na Semana Internacional das Faculdades Integradas Rio Branco será na próxima quarta-feira (28), às 19h40. Ele vai falar sobre a situação dos refugiados sírios no Brasil, como chegam ao País, e estará acompanhado de dois integrantes da Oasis para falar sobre o que cada um está vivendo. Esse também será o momento na Semana para relato do trabalho dos estudantes junto a esses refugiados.

A Semana abordará outros temas da agenda nacional e internacional e será voltada para jornalistas, estudantes, pesquisadores e o público em geral. No primeiro dia, o tema será relações comerciais e diplomáticas entre Brasil e China e a situação global do gigante asiático, além da situação do Irã e as ameaças do Estado Islâmico no Oriente Médio. No segundo dia, além dos refugiados, também a Grécia e a Zona do Euro serão temas. No terceiro dia a discussão será sobre a reaproximação entre Cuba e os Estados Unidos.

Serviço:

Semana de Relações Internacionais Rio Branco
Data: 27, 28 e 29 de outubro de 2015
Terça, quarta e quinta-feira
Horários: manhã e noite
Local: Faculdades Integradas Rio Branco
Av. José Maria de Faria, 111 – Lapa
São Paulo – SP
www.riobrancofac.edu.br

Palestra sobre sírios:
Quarta-feira, dia 28 de outubro, 19h40 às 22h40
Relatos da ONG Oasis – Associação de assistência a refugiados no Brasil. Convidado: Amer Masarani, membro da organização

Fonte: http://www.anba.com.br/noticia/21869385/servicos/refugiados-sirios-sao-tema-de-palestra-em-universidade/?indice=0

 
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Publicado por em 28/10/2015 em Uncategorized