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Arquivo mensal: maio 2015

Brasil, Colômbia e Peru formam rede para combater tráfico de pessoas

Para combater o tráfico de pessoas na região do Alto Solimões, uma rede de enfrentamento foi formada pelos países Brasil, Colômbia e Peru.

O Amazonas foi o estado brasileiro que mais registrou ocorrências de tráfico para exploração sexual. E as mulheres, adolescentes e crianças, são as que mais sofrem com o tráfico. A maioria é de classe social mais baixa e possuí pouca escolaridade. Homens também são traficados, principalmente, para o trabalho escravo.

Confira áudio no player abaixo:

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Creative Commons – CC BY 3.0Brasil, Colômbia e Peru formam rede para combater tráfico de pessoas

A presidente do Conselho Municipal da Criança e Adolescente de Tabatinga, Izalene Tiene, informou que a porta de saída das meninas traficadas de Tabatinga, no Alto Solimões, para outros países é a cidade peruana de Caballococha, onde não há fiscalização. “Por Caballococha é que as meninas são levadas, porque saem de Letícia ou de Santa Rosa e depois quando chegam em Caballococha não tem mais um controle, não tem mais fiscalização”, disse Izalene Tiene.

A missionaria da diocese do Alto Solimões, Rose Bertoldo, explica que tráfico de pessoas acontece por meio de aliciamento, recrutamento, uso da força, rapto, coação, fraude ou outras formas de engano, para fins de obter lucro sob essas pessoas. Ainda de acordo com a missionária, o tráfico acontece para exploração sexual, trabalho escravo, venda de órgãos, casamento servil e atividades criminosas, como o tráfico de drogas.

Um grupo de trabalho foi montado para fazer um diagnóstico da situação e no mês de julho, deste ano, haverá uma apresentação dessa pesquisa, informou a presidente do Conselho Municipal da Criança e Adolescente de Tabatinga.

O Repórter Solimões entrou em contato com a Polícia Federal, mas até o fechamento dessa matéria não obteve retorno.

Fonte: http://www.ebc.com.br/cidadania/2015/05/brasil-colombia-e-peru-formam-rede-para-combater-trafico-de-pessoas

 
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Publicado por em 25/05/2015 em Uncategorized

 

A grande presença síria em São Paulo

Por Nara Siqueira (nara.siqueirasil@gmail.com)

Mil e setecentos. Esse é o número aproximado de refugiados sírios em solo brasileiro, segundo o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare). O motivo é claro: a guerra na Síria já dura quatro anos e não há perspectiva de um fim próximo, o que faz com que a população local rume para outros países em busca de segurança.

A Síria, desde 2011, tornou-se palco de um conflito entre seus próprios habitantes. De um lado, a parcela da população fiel ao presidente Bashar al-Assad. Do outro, grupos rebeldes, entre eles o terrorista Estado Islâmico. O resultado, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, é um número de mortos superior a 210 mil, sendo mais de 65 mil civis.

A ACNUR, Agência da ONU para Refugiados, aponta que, em julho de 2014, a quantidade de sírios que pediu proteção para o Brasil foi superior à de colombianos, tornando-se a principal nacionalidade de refugiados que vive em território brasileiro. Esse aumento no número de pessoas provenientes da Síria também pode ser justificado pela Resolução Normativa nº 17, adotada pelo Conare em 2013. O documento garante facilidades na concessão de refúgio para os sírios, com a desburocratização na emissão de vistos, o que fez com que quase a totalidade das solicitações fosse aprovada.

Mesquita

O sírio Talal Al-Tinawi, 43 anos, mora com a esposa e os três filhos (Riad, 13, Yara, 10, e a pequena Sara, de dois meses) em um apartamento no Brás, centro de São Paulo. Veio para o Brasil em dezembro de 2013, depois de ter saído da Síria e passado um tempo no Líbano. Em seu país, foi preso por ser confundido com um homem de mesmo o nome, o qual, segundo ele, era opositor de Bashar al-Assad. Ficou por dois meses sem conseguir nenhum contato com a mulher e os filhos. “Nós achamos que ele estivesse morto. Ninguém nos dava notícias, telefonema, nada” conta Riad, o filho mais velho de Talal.

Depois de três meses, conseguiu ser liberado e rumou para o Líbano com toda a família, mas ainda não se sentia seguro. Decidiu, então, vir ao Brasil. Escolheu São Paulo como destino, pois já tinha um amigo que morava na capital e que poderia lhe oferecer moradia por um pequeno período de tempo. “Fomos buscar ajuda na Mesquita de Pari. Lá nos ajudavam com aulas de português e cesta básica”, declara Ghazal Al-Tinawi, esposa de Talal, referindo-se à mesquita localizada no Brás, que possui um projeto de apoio aos refugiados. A família, fiel à religião muçulmana, frequenta o local todas as sextas para a celebração do rito islâmico.

Apesar de todos preferirem São Paulo à Síria e não terem planos de voltar  ao país de origem, a família afirma que quer sair da capital paulistana: “Aqui também é perigoso. Entraram em casa e bateram muito na minha mãe, minha irmã tinha só quinze dias de vida quando fizeram isso”, revela Riad mostrando as marcas roxas no braço da mãe. Quando questionado sobre um provável destino para a família, ele responde com convicção: “Florianópolis. Meu pai tem um amigo que mora lá e diz que é muito melhor.”.

sírios

Além da Mesquita de Pari, os refugiados encontram ajuda no Adus, Instituto de Reintegração do Refugiado, localizado no bairro da República, em São Paulo. William, voluntário do Instituto, conta que o local recebeu cerca de cem refugiados no período de apenas um mês: “Muitos deles são sírios e, geralmente, só vem para o Brasil o homem. A grande maioria fica em abrigos e consegue empregos mais simples, como vendedor ou caixa de supermercado. Quando conseguem se estabelecer, trazem a família”.

No Adus, entre diversos projetos, são oferecidas aulas de português para os estrangeiros: “As aulas acontecem duas vezes por semana, e há turmas diferentes para homens e mulheres, porque, ao menos entre os sírios, quando ambos os sexos estão juntos, só o homem fala, o que não dá oportunidade para a mulher tirar todas as suas dúvidas com relação à língua.”, acrescenta William. Ana Madaleno, professora de
português formada pela USP, também é voluntária do Instituto. Ela conta que outro projeto do Adus é ajudar os refugiados a encontrar emprego, porém essa é uma tarefa complicada: “Há muita resistência (por parte dos empregadores), principalmente por desconhecerem o que é um refugiado. Alguns acham que são “fugitivos”. Uma das ações do programa é a conscientização dos empregadores”.

sala adus

Embora existam institutos e programas que forneçam ajuda a esses estrangeiros, ainda há muita dificuldade quando se trata de construir uma nova vida em São Paulo, especialmente por conta dos próprio brasileiros, que apresentam certa resistência em os admitir na sociedade. Parte disso pode ser atribuída à imagem dos muçulmanos que foi construída por aqui  criou-se um esteriótipo associado ao terrorismo e radicalismo, o qual gera medo e desconfiança, o que pode explicar essa dificuldade dos brasileiros em integrá-los no conjunto social.

Os refugiados, em sua maioria, encontram inúmeros obstáculos para conseguir emprego e acabam exercendo atividades mais simples, mal remuneradas. Isso acontece mesmo com aqueles que possuem qualificação profissional, uma vez que o processo para conseguir revalidar o diploma não é dos mais simples. Conforme consta no portal do Ministério da Educação, somente universidades públicas podem fornecer a revalidação e “devem ser apresentados, além do requerimento, cópia do diploma a ser revalidado, instruído com documentos referentes à instituição de origem, duração e currículo do curso, conteúdo programático, bibliografia e histórico escolar”. A quantidade de documentos exigidos dificulta o processo porque, muitas vezes, os refugiados não os possuem  é válido ressaltar que saíram de seus países fugidos de uma guerra e a bagagem que trazem é mínima. Além disso, ainda pesam as diferenças entre as culturas, a complexidade da língua portuguesa e a insegurança por estar em um território desconhecido. O sonho de uma vida melhor muitas vezes não se concretiza.

FONTE: Jornalismo Júnior

 
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Publicado por em 25/05/2015 em Uncategorized

 

UFSCar tem inscrições abertas para ingresso de refugiados em 61 cursos

A Universidade Federal de São Carlos(USFCar) está com inscrições abertas para o ingresso de pessoas em situação de refúgio nos cursos de graduação de 2016. As oportunidades são para 61 cursos presenciais ofertados nos campi de São Carlos (SP), Araras, Sorocaba e Lagoa do Sino. Para participar do processo seletivo os interessados devem ter prestado alguma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2011.

Os candidatos devem comprovar a condição de refugiado por meio de declaração emitida pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão colegiado vinculado ao Ministério da Justiça, e enviar a documentação completa exigida até o dia 31 de agosto pelo correio para a Pró-Reitoria de Graduação da UFSCar, no endereço Rodovia Washington Luis, quilômetro 235, CEP 13565-905, São Carlos, SP.

Para efetuar a inscrição o candidato deve indicar uma única opção dentre os 61 cursos ofertados pela UFSCar, sendo garantida, pela universidade, a oferta de no mínimo uma vaga para cada curso. Caso não haja candidatos classificados por meio dos resultados do Enem, haverá uma seleção simplificada em janeiro de 2016, com a divulgação dos cursos com vaga disponível.

Mais informações sobre a seleção podem ser obtidas por meio da consulta ao edital, disponível nosite da UFSCar, e com a coordenadoria do vestibular, pelo telefone (16) 3351-8152.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2015/05/ufscar-tem-inscricoes-abertas-para-ingresso-de-refugiados-em-61-cursos.html

 
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Publicado por em 25/05/2015 em Uncategorized

 

Refugiados ministram curso de línguas em São Paulo

O projeto Abraço Cultural – Curso com Refugiados foi desenhado pela plataforma social Atados e tem parceria com aAdus – Instituto de Reintegração do Refugiado Brasil. O principal objetivo é promover a troca de experiências, a valorização pessoal e cultural de refugiados residentes no Brasil e, ao mesmo tempo, proporcionar a geração de renda para esses professores, hoje em situação de refúgio no Brasil. Para os alunos, além do aprendizado de idiomas, o curso  pretende proporcionar a vivência de aspectos culturais de outros países.

Em julho de 2015, São Paulo sediará as primeiras turmas do curso intensivo de férias ‘Abraço Cultural – Curso com Refugiados’, com duração de um mês. Os professores das primeiras turmas são originários de países como Congo, Haiti, Nigéria e Síria e lecionarão francês, inglês, espanhol e árabe.

O curso será dividido em aulas formais – em sala de aula – dois dias por semana e aulas experienciais, um dia por semana. As aulas experienciais envolverão o contato direto com a cultura do país de origem do professor e nelas serão propostos temas e vivências relacionadas à culinária, dança, música, literatura, cinema, curiosidades, política e história.

As inscrições acontecem de 19 de maio a 30 de junho pelo site www.abracocultural.com.br ou na Sede do Atados.

Mais informações também no https://www.facebook.com/abcultural?fref=ts

Fonte:http://brasileiros.com.br/2015/05/refugiados-ministram-curso-de-linguas-em-sao-paulo/

 
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Publicado por em 25/05/2015 em Uncategorized

 

Camelôs estrangeiros invadem o centro de SP

Veja aqui: http://globotv.globo.com/rede-globo/sptv-2a-edicao/t/edicoes/v/camelos-estrangeiros-invadem-as-calcadas-do-centro/4201032/

 
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Publicado por em 25/05/2015 em Uncategorized

 

Helping Hand, uma mão amiga para imigrantes e refugiados

Buscar informações sobre entidades que lidam com migrações e refúgio não é fácil para os imigrantes e refugiados no Brasil, incluindo barreiras como o idioma e a falta de um local que concentre pelo menos parte desses dados. Percebendo essa realidade, um grupo de cinco estudantes do Rio Grande do Sul resolveu desenvolver uma ferramenta que pudessem ajudar a orientar os imigrantes nessa tarefa. Assim nasceu o Helping Hand, que já pode ser considerada uma ação pioneira no sentido de informar o migrante.

Em nada menos que cinco idiomas (inglês, espanhol, francês, árabe e português), o Helping Hand reúne nomes, endereços e contatos de uma série de entidades e instituições que estão de alguma forma ligados às migrações: agências internacionais, assistência jurídica, centros de apoio, comunidades e sociedades, templos religiosos, órgãos governamentais, consulados e embaixadas, instituições de ensino, aulas de português, oportunidades de emprego e serviços de saúde. As informações estão disponíveis em um site e um aplicativo para smartphones Android.

Clique aqui para acessar o site

Clique aqui para baixar o aplicativo (apenas smpartphones Android)

Da sala de aula para a realidade

O Helping Hand foi desenvolvido por cinco “gurias” (Aline Weber, Ingird Baggio, Laís Belinski, Luana Lazzarotto e Monique Machado), todas entre 17 e 18 anos, do curso técnico em informática para internet, integrado ao ensino médio do campus de Bento Gonçalves do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS).

A ideia surgiu em janeiro deste ano, quando uma das professoras do curso divulgou uma competição chamada Technovation, que tem como intuito inserir garotas no mercado tecnológico por meio do desenvolvimento de um aplicativo de impacto social. E dentro do próprio grupo já havia uma sensibilização em relação à temática migratória, o que levou o quinteto a colocar a ideia em prática.

Logo do Helping Hand, site e app para imigrantes e refugiados.  Crédito: Helping Hand

“Pensamos em uma forma de realmente ajudar pessoas que estão passando por necessidades, e como é um tema que não é frequentemente abordado na nossa região – mas não por isso um problema menos presente – decidimos trabalhar neste ramo”, contra a estudante Ingrid Baggio, 17, uma das cinco integrantes do time. Ela trabalha como tradutora e pretende cursar História ou Relações Internacionais no ensino superior. “Particularmente sempre me interessei por essas questões envolvendo deslocamentos populacionais. Entretanto, neste último ano, com o crescente número de imigrantes haitianos fixando residência em nossa cidade, foi difícil simplesmente virar a cara”, completa.

Por conta do Technovation, o desenvolvimento do Helping Hand foi uma verdadeira corrida contra o tempo. Entre a ideia e a finalização do projeto – que incluiu ainda elaboração de um plano de negócios – foram apenas dois meses, nos quais as estudantes precisaram conciliar a tarefa com trabalho, estudos e outras atividades cotidianas. “Parece até meio absurdo fazer tudo isso em dois meses, e por isso contamos com a ajuda de diversas instituições que nos passaram informações para a listagem de endereços (que basicamente é a alma do nosso projeto)”, reflete Ingrid.

Entidades e apoios

Inicialmente as instituições listadas foram aquelas que lidavam de forma mais direta com refugiados no Rio Grande do Sul. No entanto, o escopo foi ampliado logo que a equipe notou a necessidade que imigrantes de outras nacionalidades, que não se encaixam na classificação de refugiado, também tinham de obter informações úteis.

A maior parte das entidades listadas são do Rio Grande do Sul, mas também é possível encontrar dados de instituições de todo o Brasil. Qualquer instituição ligada à temática migratória, independente da região no país, pode ter seus contatos disponíveis no Helping Hand preenchendo o formulário disponível no site ou no aplicativo. As informações vão para o ar depois de revisadas e aprovadas pela equipe.

Clique aqui para acessar o formulário

Durante o mapeamento, Ingrid conta que a equipe experimentou tanto a receptividade como a desconfiança de algumas instituições em relação ao Helping Hand. “Conversei com algumas pessoas que foram extremamente pessimistas sobre o projeto e algumas não queriam passar informações nem dados. Mas também tivemos experiências muito positivas, com pessoas bem prestativas”.

A equipe do Helping Hand ainda mantém contato com algumas das instituições e pessoas que ajudaram na coleta dos dados presentes na plataforma e em tarefas como traduções e revisão das informações nos cinco idiomas disponíveis. Ao mesmo tempo, as estudantes se dividem como podem na divulgação e busca por apoio para o projeto junto a outras entidades e portais ligados à temática migratória.

Reconhecimento

O trabalho já dá frutos significativos para o Helping Hand. O projeto foi um dos semifinalistas do Technovation e foi o vencedor do prêmio Girls Make App, em parceria com o Technovation, Microsoft e Global Summit of Women (que ocorreu recentemente em São Paulo), levando como prêmio um ano de mentoria da Microsoft.

Além disso, o Helping Hand vem sendo divulgado por várias entidades e sites ligados à temática migratória, como o GAIRE (Grupo de Assessoria a Imigrantes e Refugiados), do Rio Grande do Sul, e o Rostos da Migração.

Manutenção e desafios

O projeto não conta com suporte financeiro, mas tem uma conta bancária para receber doações que serão repassadas a instituições ligadas à temática migratória. Ingrid conta que apenas 5% do montante arrecadado ficará com a equipe, para custear o domínio do site e a manutenção do aplicativo na PlayStore.

Outro desafio que o Helping Hand tem pela frente é ajudar a combater o preconceito existente contra os novos imigrantes em várias cidades gaúchas – realidade que também se repete em outras regiões do Brasil. Ingrid lembra uma reportagem de 2014 no Fantástico (programa das noites de domingo da TV Globo), na qual habitantes de Caxias do Sul (também vizinha a Bento Gonçalves) afirmaram que os imigrantes haitianos e senegaleses na cidade traziam doenças, ou que não tinham o direito de conviver naquele espaço. “Muitas pessoas espalham bobagens sobre esses imigrantes, e a população local prefere isolar estas pessoas do que acolhê-las”.

Quando perguntada sobre o futuro do Helping Hand, Ingrid acredita que a ideia da equipe é continuar envolvida com o projeto mesmo depois da conclusão dos estudos no ensino técnico. Mas como cidadã ela já comemora o fato de ter conhecido um pouco melhor a realidade dos novos imigrantes que estão no Rio Grande do Sul. “Este projeto foi maravilhoso pois pudemos entrar em contato não apenas com os números,  mas também com as pessoas, os imigrantes, os refugiados, ouvir suas histórias, entender suas dificuldades, necessidades e acho que isso é mais valioso do que qualquer dado colhido na internet, qualquer número superficial. Acho que ainda podemos explorar muito esta temática e creio que é possível realmente afetar nossa comunidade com nosso trabalho”.

Em novembro de 2014, um post publicado no MigraMundo sobre aplicativos com notícias e serviços sobre migrações no mundo apontou para a falta desse tipo de iniciativa no Brasil. Felizmente, com o surgimento de ações como a do Helping Hand, essa lacuna pouco a pouco começa a ser preenchida.

Fonte: http://migramundo.com/2015/05/18/helping-hand-uma-mao-amiga-para-imigrantes-e-refugiados/

 
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Publicado por em 18/05/2015 em Uncategorized

 

Curso de culinária Síria será ministrado por refugiados

A ONG Instituto de Reintegração do Refugiado – Brasil (ADUS) promoverá no domingo, dia 24 de maio, o curso de culinária Síria na Casa da Cidade (rua Rodésia, 398 – Vila Madalena). Um casal Sírio, refugiado no Brasil há um ano e meio, será responsável por ensinar receitas típicas Sírias aos 40 alunos presentes na aula que está programada para começar às 10h e seguir até às 13h. Talal Al-tinawi e sua esposa Ghazal irão ensinar pratos tradicionais que vendem por encomenda a restaurantes, eventos e ao público em geral.

Batizado de Sabores e Lembranças, o projeto visa divulgar o tema refúgio e a cultura do país de origem do refugiado. A ONG (ADUS) pretende realizar outros cursos com famílias de outros países.

O curso de culinária Síria custa R$ 35,00, as inscrições podem ser feitas até o dia 20 e o pagamento pode ser realizado via depósito, boleto ou paypal.

Abaixo o cardápio do casal que aceita encomendas pelo telefone: (11) 96622-1305

Cardápio comida siria  (11) 96622-1305

 
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Publicado por em 18/05/2015 em Uncategorized