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Arquivo mensal: abril 2015

Universidade receberá IV Semana Acadêmica Africana

http://www.pordentrodaafrica.com/cultura/sao-paulo-universidade-recebera-a-iv-semana-academica-africana

 
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Publicado por em 30/04/2015 em Uncategorized

 

Rotina dos refugiados na Casa do Migrante em São Paulo

 
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Publicado por em 30/04/2015 em Uncategorized

 

Mapeamento de grupos ligados a imigrantes em São Paulo vai até 30 de abril; veja prévia

A Coordenação de Políticas para Migrantes (CPMig) da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) de São Paulo divulgou uma prévia do mapeamento que está fazendo para identificar grupos de imigrantes ou entidades que lidam com a temática migratória na cidade.

A primeira versão, que pode ser acessada aqui, traz 42 grupos ou indivíduos cadastrados – mas ainda tem vários grupos que não se inscreveram. O prazo vai até o próximo dia 30 de abril.

Imigrantes são atendidos no CRAI, a parte de referência do centro para imigrantes da Prefeitura de São Paulo. Crédito: Sefras

O preenchimento é voluntário e deve ser feito pelas organizações e/ou indivíduos envolvidos na temática migratória. Se você conhece entidades que não estão nessa primeira versão, avise-as do mapeamento. O convite para preencher o questionário se estende a organizações não-governamentais, associações, organizações religiosas, coletivos, grupos artísticos e também a outras entidades que entendam que seus trabalhos estão inseridos nesse âmbito.

A partir do mapeamento, será criada uma base de dados pública, que tem o objetivo de melhorar a comunicação entre os grupos e o setor público, assim como também de facilitar o acesso a eles por qualquer interessado no tema.

Fonte: http://migramundo.com/2015/04/21/mapeamento-de-grupos-ligados-a-imigrantes-em-sao-paulo-vai-ate-30-de-abril-veja-previa/

 
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Publicado por em 30/04/2015 em Uncategorized

 

China quer atrair mais estudantes estrangeiros

As atividades da Semana Acadêmica sobre a China, organizada pelo Grupo de Estudos Brasil-China do Fórum Pensamento Estratégico (Penses), foram iniciadas na sexta-feira (24) com um debate sobre a estrutura do ensino superior chinês e as vantagens oferecidas aos estudantes brasileiros ao escolher o país asiático como destino para cursos de graduação ou pós-graduação.

Durante o evento ocorrido no Auditório do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp, Hong Shen, professora de educação superior e economia da educação da Huazhong University of Science and Technology (HUST), traçou um panorama do ensino superior da China e mostrou a evolução de sua estrutura ocorrida nas últimas décadas. A China conta com o maior sistema de ensino superior do mundo, com 26 milhões de estudantes.

Segundo Shen, o país registrou um enorme crescimento no sistema desde meados do século XX. Em 1949, ano da ascensão dos comunistas ao poder, havia apenas 205 instituições de ensino superior e 116 mil estudantes. Depois da estagnação do sistema universitário decorrente da Revolução Cultural (1966-1976), o crescimento foi intenso. “A partir de 1999, começou a massificação do ensino superior chinês, sendo que conseguimos quase 50% mais estudantes desde então”, afirmou a docente. Hoje há 2.491 instituições de ensino superior na China, sendo 1.774 públicas e 717 privadas.

Jin Liu, professor do Beijing Institute of Technology (BIT), concentra suas pesquisas em temas relacionados à profissão acadêmica e às consequências das mudanças nas políticas de admissão. Segundo ele, há uma concorrência muito grande pelas vagas nas melhores universidades da China, que vem apresentado uma elevação no seu padrão de qualidade e atraindo mais alunos do exterior. “Nós estamos prestando mais atenção nos estudantes estrangeiros e isso é muito importante. Agora existe uma chance muito boa, porque a China tem mais dinheiro e é possível conseguir boas condições em cursos de pós-graduação, por exemplo”, afirmou Liu, citando as bolsas disponíveis para estrangeiros e o baixo custo de vida.

O professor do BIT apontou que há cerca de dez universidades chinesas entre as cem melhores dos rankings internacionais. Em sua palestra, Liu deu ênfase à relação intrínseca entre internacionalização e inovação no ensino superior e lembrou que grande parte dos professores das universidades chinesas tem experiência no exterior.

A coordenadora chinesa do Instituto Confúcio da Unicamp, Hongyan Gao, fez uma apresentação sobre a Beijing Jiaotong University, onde ela leciona na área de economia e administração. Fundada em 1896, a universidade se destaca nas pesquisas na área de transporte ferroviário e conta com 25 mil estudantes em tempo integral, sendo 14 mil somente nos cursos de graduação. A Beijing Jiaotong University desenvolve atividades de cooperação com mais de 150 universidades de 36 países. Gao também apresentou durante o evento os programas de intercâmbio entre o Instituto Confúcio da Unicamp e as universidades chinesas.

As atividades da Semana Acadêmica sobre a China continuam hoje no Auditório do IEL, às  16 horas, com a conferência “Como estudar a China hoje”, com a professora Anne Cheng, do Collège de France. Há três décadas Cheng tem se envolvido em ensino e pesquisa sobre a história intelectual da China e do confucionismo. Na quarta-feira (29), Anne Cheng encerra as atividades da Semana Acadêmica com a conferência “O debate de ideias na China contemporânea”, às 16 horas, no IEL.

A Semana Acadêmica sobre a China conta com o patrocínio do Consulado da França em São Paulo, do Programa de Pós-graduação em Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) e da Vice-Reitoria Executiva de Relações Internacionais (Vreri) da Unicamp. Tem ainda o apoio do Instituto Confúcio e da Secretaria de Eventos do IFCH.

Fonte: http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2015/04/27/china-quer-atrair-mais-estudantes-estrangeiros

 
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Publicado por em 30/04/2015 em Uncategorized

 

Paraná vive um novo ciclo migratório composto, essencialmente, por africanos, caribenhos e asiáticos

Dois fenômenos de características distintas, mas resultados por vezes similares, caracterizam os novos fluxos migratórios que já são acompanhados com atenção e crescente preocupação em muitas cidades brasileiras. De um lado estão os haitianos e, de outro, africanos e asiáticos numa mescla de motivações econômicas, de luta pela sobrevivência e de bases religiosas.

O Brasil, transformado em player internacional e reconhecido pela tolerância para com os estrangeiros que por aqui aportam, é cada vez mais, e apesar da distância, um atrativo para quem decide mudar de país e não se arrisca a enfrentar a xenofobia e a discriminação hoje tão em voga em terras europeias.

Haitianos

Estima-se que já são 50 mil haitianos que depois de entrarem no país por Brasileia e Epitaciolândia no Acre (fronteira com Cobija na Bolívia) ou Tabatinga no Amazonas (tríplice fronteira, frente a Letícia na Colômbia e Santa Rosa no Peru), buscam oportunidades nos centros maiores do sudeste ou mesmo do sul. É uma longa jornada que os traz de Porto Príncipe ao Panamá, dai ao Equador e Peru para então cruzarem a região amazônica de ônibus ou em vans providenciadas por coiotes agenciadores da viagem internacional. A pressão exercida sobre as pequenas localidades limítrofes acreanas carentes de infraestrutura, fez com que em 2014 – quando ficaram isoladas do centro pela enchente do rio Madeira – o governo estadual decidisse fechar o precário abrigo emergencial de Brasiléia para simplesmente despachar os migrantes em ônibus fretados para a capital de São Paulo.

Recente mapeamento efetuado por pesquisadores e autoridades constatou que os haitianos estão espalhados por 27 cidades de vários estados, com concentrações maiores em São Paulo (24%) e Manaus (13%), mas presença significativa em núcleos como Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Pato Branco, Brasília, Rio.

A Resolução Normativa 97/2012 do Conselho Nacional de Imigração concedeu vistos de permanência por cinco anos em caráter excepcional para nacionais do Haiti, que depois podem ser substituídos por vistos definitivos para os que estiverem inseridos no mercado de trabalho.

Muçulmanos

Aos poucos o fluxo migratório começou a modificar-se e, em 2014, de 4 mil formulários de asilo registrados pelo Ministério de Relações Exteriores, 1.830 foram pedidos por bengalis. Abandonar Bangladesh e atravessar dois continentes para chegar ao Paraguai (ou utilizando a mesma rota dos haitianos) e dai ao Brasil não é aventura para qualquer um e faz parte de um projeto de raízes econômicas pelo qual empresários brasileiros buscam trabalhadores de credo muçulmano para a indústria de alimentos.

O Brasil já é, hoje, o maior exportador mundial de carne com certificação Halal, exigida por importadores de países islâmicos que enviam seus inspetores para verificar se o produto que estão adquirindo obedece as regras do Alcorão, entre as quais a de que o abate deve ser feito exclusivamente por praticantes da sua religião. Embora possa envolver bovinos, a massa das exportações é de carne de frango. Cerca de 1,8 milhão de toneladas de aves no mercado Halal são exportadas anualmente pelo Brasil.

O processo envolve, p.ex., o abate somente de animais saudáveis com equipamentos e utensílios específicos que exigem facas bem afiadas que permitam uma sangria única para minimizar o sofrimento da ave que no momento derradeiro deve estar com o pescoço voltado para Meca enquanto seu carrasco diz “Bismillah” (Em nome de Alá). Síria, Malásia e Paquistão formalmente autorizaram a compra de carne Halal brasileira.

Grandes abatedouros do sul e sudeste despacham executivos para os pontos de acesso dos migrantes para selecionar trabalhadores saudáveis, num processo que pouco difere daquele que, no cais do Valongo no Rio de Janeiro, precedia a escolha da mão-de-obra escrava nos tempos do Império.

Em texto publicado na Carta Capital no ano passado, a jornalista Cynara Menezes relata que as empresas contratantes costumam isentar-se de responsabilidades por alimentação, alojamento e integração dos estrangeiros que acabam constituindo uma força de trabalho barata (em geral remunerada a um salário-mínimo mensal) e terceirizada pelos intermediários reconhecidos pelas autoridades religiosas dos países importadores.

Em Marechal Rondon (Paraná), grandes matadouros trouxeram inicialmente haitianos mas, como eles não se adaptaram ao serviço, logo os substituíram por bengalis e senegaleses.

Em idênticas condições estão entrando seguidores do Islã vindos do Afeganistão, Síria, Palestina, até do Território da Caxemira, e de países africanos como Senegal, Etiópia, Guiné, Marrocos, Congo, Angola, Moçambique.

Vitor Gomes Pinto
(Editado)

(Bem Paraná – 12/04/2015)

 
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Publicado por em 30/04/2015 em Uncategorized

 

Cartilha lançada pelo Acnur no Brasil aborda temas como documentação e direitos trabalhistas dos estrangeiros em situação de refúgio

Quais são os documentos que um refugiado possui? Quais são seus direitos trabalhistas? Eles podem trabalhar legalmente no Brasil? Para responder estas e outras perguntas sobre as condições de trabalho para refugiados no País, o Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) lançou recentemente no Brasil uma cartilha com informações sobre como contratar os estrangeiros em condição de refúgio que buscam trabalho por aqui.

A cartilha, toda escrita em português, foi criada para esclarecer às empresas questões relativas à contratação dos refugiados e traz ainda depoimentos de alguns empregadores que ofereceram oportunidades a estas pessoas.

“Em geral, todos os refugiados procuram emprego por sua conta, mas tentamos dar ferramentas para que eles possam ingressar mais facilmente no mercado de trabalho”, explica Andrés Ramirez, representante do Acnur no Brasil. Ele conta que a lei brasileira permite que os refugiados tenham carteira de trabalho, o que já os habilita para contratação em empresas no País, mas há outras questões a serem levadas em consideração.

“O tema da língua é fundamental. Para os refugiados de nacionalidades com línguas latinas é mais fácil para entender a língua portuguesa, mas para aqueles de línguas mais afastadas do português fica mais difícil”, conta Ramirez, destacando que o aprendizado da língua portuguesa é fundamental para que os refugiados tenham acesso ao mercado de trabalho no País.

Segundo Ramirez, há ainda empresas parceiras que ajudam na colocação dos refugiados em outras companhias, com a Emdoc, que por meio do Programa de Apoio para a Recolocação dos Refugiados (PARR) ajuda a encontrar empresas interessadas na contratação destas pessoas. Somente no ano passado, 80 refugiados conseguiram empregos por essa parceria.

A Cáritas, entidade assistencial pertencente à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, é outro órgão que atua na colocação dos refugiados nas empresas. “No Rio de Janeiro, eles têm contato com 26 empresas, o que tem gerado um fluxo de encaminhamento contínuo de refugiados ao mercado de trabalho”, diz o representante do Acnur.

Árabes

Ramirez conta que, atualmente, o Brasil abriga 7.662 refugiados de 80 países. Os sírios são a principal nacionalidade de refugiados no Brasil, somando 1.739 pessoas. O representante do Acnur diz que, segundo dados do final de 2014, o Brasil tem refugiados de 15 países árabes. Juntas, estas pessoas somam 38% dos estrangeiros em situação de refúgio.

Ele explica ainda que, destes 15 países árabes, quatro se destacam pela maior quantidade de refugiados enviada ao país, sendo a Síria o primeiro, conforme mencionado, seguido de Líbano (324 pessoas), Palestina (314) e Iraque (233). Segundo Ramirez, os cidadãos destes quatro países somam 34% dos refugiados no Brasil.

O representante do Acnur revela ainda que há 1.546 solicitações de refúgio de árabes sendo analisadas pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão ligado ao Ministério da Justiça, que é responsável pela decisão de conceder refúgio aos estrangeiros no Brasil. Estas pessoas, diz Ramirez são de 19 países árabes, o que pode aumentar ainda mais o número de nações do Norte da África e Oriente Médio com refugiados no Brasil.

Adaptação

Ramirez explica que muitos refugiados têm dificuldades de se adaptar à vida no Brasil devido a diferenças na língua, vestimentas e costumes, e acabam querendo deixar o país. Ao entrar no mercado de trabalho, diz ele, essa visão acaba mudando.

“Ele passa a ter mais facilidade com a língua. O trabalho não é só uma questão econômica, mas também uma questão cultural”, diz o executivo sobre a inserção dos refugiados na sociedade.

Para ele, a entrada dos refugiados árabes no mercado de trabalho daqui é relevante também para que os brasileiros passem a entender melhor sua cultura e desmistifiquem alguns estereótipos existentes, como os que os associa ao terrorismo.

“É muito importante para que os brasileiros entendam que os árabes são pessoas iguais a qualquer outra”, ressalta. Segundo Ramirez, a presença de árabes em empresas brasileiras ajuda a melhorar a opinião pública sobre as pessoas daquela região e também aumenta a autoestima dos refugiados.

Acesse aqui a cartilha

Aurea Santos

(ANBA – 19/04/2015)

 
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Publicado por em 30/04/2015 em Uncategorized

 

Resolução disciplina visto temporário para estrangeiros

BRASÍLIA – Profissionais estrangeiros que vierem ao Brasil para participar de conferências, seminários, congressos e reuniões poderão obter da autoridade consular brasileira visto temporário de até 30 dias, quando receberem pró-labore por suas atividades. A determinação consta de resolução normativa do Conselho Nacional da Imigração (CNIg), vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego.

A regra alcança cientistas, pesquisadores e professores, que ainda poderão obter visto temporário de turista, desde que não recebam remuneração pelas atividades ligadas ao evento para o qual veio participar no País. Pela legislação, o prazo de validade do visto de turista será de até cinco anos, fixado pelo Ministério das Relações Exteriores, dentro de critérios de reciprocidade, e proporcionará múltiplas entradas no País, com estadas não excedentes a 90 dias, prorrogáveis por igual período, totalizando o máximo de 180 dias por ano.

A resolução do CNIg ainda prevê que o visto temporário por um ano, prorrogável, poderá ser concedido ao estudante de qualquer nível de graduação ou pós-graduação, inclusive àqueles que participam de programas denominados “sanduíche”, com ou sem bolsa concedida pelo governo brasileiro. Os que não tiverem bolsa, no entanto, terão de comprovar à autoridade consultar brasileira que possuem seguro de saúde, dispõem de recursos suficientes para se manter durante o período de estudo no País e que estão matriculado ou formalmente aceitos em instituição de ensino ou pesquisa no Brasil.

O texto, publicado no Diário Oficial da União, revoga resolução de abril de 2013.

Fonte: http://www.dci.com.br/economia/resolucao-disciplina-visto-temporario-para-estrangeiros-id462630.html

 
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Publicado por em 30/04/2015 em Uncategorized