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Arquivo mensal: fevereiro 2015

Centro Cultural Coreano no Brasil abre inscrições para os cursos de K-Dance, dança tradicional e língua coreana

Fonte : http://sarangingayo.com.br/outros/centro-cultural-coreano-no-brasil-abre-inscricoes-para-os-cursos-de-k-dance-danca-tradicional-e-lingua-coreana/

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Publicado por em 19/02/2015 em Notícias

 

Cada vez mais paulistas embarcam para a Rússia para estudar medicina

Nos próximos dias 21 e 22 de fevereiro, enquanto muitos ainda estarão curtindo a folga do Carnaval, um total de 62 alunos, divididos em três grupos, começam a embarcar para a Rússia no aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Destes, 43 ocuparão as cadeiras do curso de Medicina na Universidade Estatal de Kursk. Outros 16 deverão iniciar seus estudos na faculdade preparatória extensiva, onde terão a oportunidade de aprimorar o inglês e estudar biologia e química, ambas na língua inglesa, antes de iniciarem a faculdade de Medicina, em setembro. Mais três alunos embarcarão direto para a Universidade Imperial de Moscou (atual MGU), considerada a melhor instituição de ensino da Rússia.

Dentre os estudantes paulistas está a estudante Camila de Oliveira, natural de Socorro, que viaja para a Rússia em fevereiro. “O ensino na Rússia é muito diferente do Brasil. Lá o ensino é bastante puxado, os professores são mestres e exigem muito daquilo que ensinam, além de cobrar muito respeito também. Eu acho isso muito bom. Desta forma é impossível você não se dedicar e não aprender”, diz a estudante.

O valor dos cursos na Rússia é relativamente baixo, devido à política de incentivo a estudantes estrangeiros adotada pelo governo daquele País. Em média, cada aluno desembolsa entre R$ 7 mil e R$ 12 mil por ano em despesas entre curso e moradia – valor muito inferior ao das universidades particulares no Brasil. A duração da graduação é de seis anos, e o aluno tem direito a seguro médico, tutoria acadêmica e moradia universitária.

Estudo reconhecido

A Aliança Russa é representante oficial das principais universidades russas no Brasil desde 2005. Seu trabalho consiste na seleção dos candidatos, no processo de orientação da faculdade, no recolhimento da documentação necessária para permanência legal do estudante na Rússia, na obtenção da vaga, inscrição na universidade e na assessoria durante a viagem até a chegada do estudante ao seu local de destino.

Ao voltar para o Brasil, o estudante submete o diploma adquirido ao processo de reconhecimento em uma universidade brasileira, um procedimento padrão para qualquer brasileiro que faça graduação em centros de ensino estrangeiros. Desde 2010, o chamado Diploma Único de Estudos Superiores da Europa, do qual a Rússia faz parte, passou a valer conforme o Tratado de Bolonha. Seu objetivo é facilitar a mobilidade dos estudantes e profissionais do ensino superior da Europa.

Serviço:

Aliança Russa de Ensino Superior
Edif. Prime Office Park

Rua Adib Auada, 35, Sala 113-B

Granja Vianna – Cotia / SP

CEP: 06710-700

Telefone: (11) 4551-3836

http://www.aliancarussa.com.br

Fonte: http://maisexpressao.com.br/noticia/cada-vez-mais-paulistas-embarcam-para-a-russia-para-estudar-medicina-25191.html

 
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Publicado por em 19/02/2015 em Notícias

 

Sem abrigos, número de haitianos em SP volta a crescer

Urgência para conseguir ocupação aumenta vulnerabilidade e aumenta chances de os imigrantes caírem em redes de escravidão
por Sarah Fernandes, da Rede Brasil Atual — publicado 13/02/2015 05:53
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Danilo Ramos/RBA
Haitianos

Apenas na terça-feira 10, 70 haitianos dormiram no chão do salão da Missão Paz, em colchões improvisados com cobertores

A trajetória do haitiano Jean Erso começou em meados de dezembro, quando ele saiu do seu país com a esperança de uma vida melhor em São Paulo e encontrou pela frente um caminho marcado pelo perigo e pelo desamparo: foram mais de US$ 5 mil entregues aos chamados coiotes como pagamento por 13 dias de uma viagem clandestina, na qual percorreu República Dominicana, Equador e Peru, até chegar ao Acre. De lá, mais quatro dias em um ônibus até São Paulo. Ao chegar na cidade se deparou com a falta de informação, demora para regularização dos documentos e sobretudo falta de vagas em abrigos.

Porém, a capital paulista tem apenas 220 vagas para abrigar imigrantes temporariamente, somando 110 vagas do Centro de Referência e Acolhida para Imigrantes (Crai), inaugurado pela prefeitura em agosto do ano passado, e mais 110 vagas na Casa do Migrante, na organização católica Missão Paz, um dos principais destinos de quem chega à cidade. O governo do estado oferece 50 vagas de acolhida, porém apenas para imigrantes vítimas de tráfico de pessoas, trabalho escravo e homofobia.

“O número é aquém do necessário. A cidade precisaria de pelo menos 400 vagas para abrigar imigrantes”, afirma o padre Paolo Parise, diretor da Missão Paz. Entre a segunda quinzena de janeiro e esta quarta-feira (11) o número de ônibus com haitianos vindos do Acre para São Paulo passou de três por semana para pelo menos cinco. Só no dia anterior (10), 70 haitianos tiveram que dormir no chão do salão da entidade, em colchões improvisados com cobertores, devido à falta de vagas.

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos de São Paulo informou, via assessoria de imprensa, que a alternativa oferecida é encaminhar os imigrantes para a rede de albergues da cidade, que geralmente acolhe moradores de rua e que somam 10 mil vagas. “O problema é que são locais apenas para passar a noite. De manhã os imigrantes teriam que sair, com toda a bagagem, e ficar na rua”, critica padre Parise – não há perspectiva de construir mais um local público de acolhida de imigrantes, segundo a secretaria.

Sem nenhum tipo de aviso prévio, os haitianos chegam de Rio Branco (AC) em ônibus, geralmente entre quinta e domingo. São veículos fretados pelo governo do Acre, com verba de um convênio com o Ministério da Justiça para ações relacionadas à migração, como abrigamento, emissão de documentos e transporte. Só em 2014, o estado recebeu R$ 3,385 milhões pelo convênio. “Uma vez eu estava dormindo e ouvi a campainha. Quando fui ver eram dois ônibus com muitos haitianos e toda a bagagem para abrigarmos”, conta padre Parise.

De acordo com o secretário de Direitos Humanos do Acre, Nilton Mourão, a cidade de São Paulo é escolhida como destino pelos próprios haitianos. “Eles já sabem para onde querem ir e nós os ajudamos a seguir viagem. Geralmente o ônibus sai de Rio Branco e passa por Porto Velho (RO), onde alguns escolhem ficar. Depois passa por Cuiabá (MT) e vai até São Paulo. De lá, os que querem continuar para o sul o país tem que se organizar”, explica.

“Tivemos muitos anos de intervenção da Missão de Paz do Brasil, pelas Nações Unidas, no Haiti e sempre nos passaram a ideia que o Brasil era um país em desenvolvimento e acolhedor. Mas quando chegamos aqui enfrentamos várias dificuldades, burocráticas e de infraestrutura. Se o país almeja se fortalecer no cenário internacional precisa de uma política migratória diferente”, critica o imigrante haitiano Patrick Dieudanne, formado em Relações Internacionais, que está no Brasil há um ano, e tem ajudado os recém chegados com o idioma.

A falta de vagas nos abrigos é reforçada por outro problema: a demora excessiva do Ministério do Trabalho e Emprego para emissão das carteiras de trabalho, que varia de um a dois meses. Assim, eles ficam impossibilitados por muito tempo de conseguir um emprego formal e, por consequência, de alugar uma casa para deixarem o abrigo.

Erso, que chegou em São Paulo em 22 de dezembro, só conseguiu o documento em 4 de fevereiro, ficando 43 dias sem poder aceitar um emprego. “A viagem foi muito difícil, passamos fome e tivemos que entregar objetos pessoais para os coiotes, mas não tinha mais como ficar no Haiti. Desde o terremoto, em 2010, o país está destruído e não há emprego”, conta.

“Isso aumenta muito a chance de eles caírem em uma rede de trabalho precário. Imagine o que é ficar um mês sozinho em um país novo e sem nenhum dinheiro”, diz padre Parise. “Todos os dias vêm pessoas ligadas a empresas de terceirização fazer promessas para eles, quando estão na rua, em geral muito cedo, entre às 6h e 7h. Nós orientamos para que não aceitem, mas é uma situação difícil quando não se tem dinheiro.”

Pelo menos 230 imigrantes haitianos já foram resgatados de trabalhos em condições análogas à escravidão no Brasil entre 2013 e 2014, sendo pelo menos 12 em São Paulo, em uma oficina de costura na região central da capital paulista.

Desde o ano passado, a Missão Paz reúne todas as terças e quintas pela manhã grupos de empresários interessados em contratar haitianos. Eles participam de uma palestra para entender as condições de contração e os benefícios necessários para os migrantes. Em 2014, as principais empregadoras foram empresas da construção civil. Neste ano, são as empresas do ramo de serviço, sobretudo de limpeza.

A crítica da entidade, no entanto, é que os haitianos já deveriam sair do Acre com as carteiras de trabalho em mãos, para inclusive reduzir o tempo de permanência nos abrigos em São Paulo. De acordo com o secretário de Direitos Humanos do Acre, as emissões foram prejudicadas em janeiro por uma suspensão nacional realizada pelo próprio Ministério do Trabalho. Em nota, o órgão informou que a suspensão da emissão informatizada dos documentos “ocorreu no final de dezembro, para implantação do sistema online, mas retornou no início de janeiro.”

“Além disso, o ministério tem uma estrutura deficiente no Acre, com pouca gente trabalhando. Não se dá conta da demanda e nós não podemos retê-los aqui enquanto esperam, senão superlotamos nosso abrigo para imigrantes, que só tem duzentas vagas. É um documento que eles podem requerer em qualquer outro lugar do país”, afirma Mourão. Mas com a demora que tem sido imposta em São Paulo, a estratégia agora é encaminhar os haitianos para superintendências do trabalho na região do ABC paulista, onde a demanda costuma ser menor.

Diante da situação, a Missão Paz lançou uma petição online que reúne assinaturas para exigir a ampliação de serviços para imigrantes, chamada “Diga não ao abandono dos haitianos em São Paulo e sim por uma gestão migratória”. O documento pede a criação de um ponto de informação e orientação no terminal de ônibus da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, enquanto houver a transferência de imigrantes para a cidade. Pede também a criação de mais vagas para acolhida de imigrantes e refugiados em abrigos específicos e emissão da carteira de trabalho no local de entrada no país. As demandas foram apresentadas ontem (10) ao secretário municipal de Direitos Humanos de São Paulo, Eduardo Suplicy.

“Aqui tem pessoas com formação superior, que falam duas ou três línguas e que vieram para ocupar as vagas de trabalho que os brasileiros desprezam. O que fazer quando você vê toda sua família sofrendo sequelas por acidentes no terremoto, precisando de dinheiro para tratamentos médicos, em um país onde não há trabalho? Somos corajosos e não temos medo do trabalho, precisamos poder trabalhar”, afirma o haitiano Dieudanne. A organização não governamental Repórter Brasil, que trabalha no combate ao trabalho escravo, estima que pelo menos 22 mil haitianos chegaram ao Brasil entre 2010 e 2014.

*Publicado originalmente no site da Rede Brasil Atual

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/numero-de-haitianos-que-vem-a-sao-paulo-volta-a-crescer-sem-abrigos-suficientes-433.html

 
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Publicado por em 19/02/2015 em Notícias

 

Com novo site, Centro de Estudos da família Duailibi amplia pesquisas sobre a imigração libanesa no Brasil

O Centro de Estudos FamilyD, projeto criado há mais de 40 anos pelo publicitário Roberto Duailibi, começou 2015 com um novo site. Na página recém-lançada, pesquisadores encontram mais informações sobre história, cultura e atualidades do Líbano, além de dados relativos à família Duailibi. As alterações tiveram como objetivos centrais facilitar o acesso ao conteúdo de pesquisa e dar mais destaque às áreas de acervo e notícias.

Roberto Duailibi lembra que quando criou o projeto não esperava tamanho alcance. “Ele surgiu a partir de uma pesquisa que fiz, com uma equipe contratada, para mapear os Duailibi no Brasil. A ideia original era montar nossa árvore e manter a família em contato”, conta ele. “Mas aos poucos o projeto cresceu e acabou se transformando no Centro de Estudos, onde fazemos pesquisas sobre imigração libanesa no Brasil e mantemos uma biblioteca e coleção de obras sobre Oriente Médio e orientalismo.”

Atualmente o site é referência no assunto e atende, além dos familiares, pesquisadores de diversas nacionalidades. Estudantes brasileiros do ensino médio, pesquisadores em genealogia e estudantes internacionais de pós-graduação são o principal público do site. Na página, o visitante tem acesso a peças do acervo, como mapas e obras de arte, além de resenhas de livros e outros materiais, sempre acompanhados de explicação de sua parte histórica.

“Acreditamos que o conhecimento de história ajuda a melhorar a autoestima das pessoas. Preservar memórias, valorizar a cultura e reconhecer a jornada que seus antepassados fizeram possibilita à comunidade árabe, em especial no Brasil, saber que há mais do que guerras na região, que há uma história inspiradora e muito rica que merece ser conhecida e divulgada”, ressalta Duailibi.

A princípio o projeto se realizaria com a publicação de um livro, mas a página na internet acabou substituindo, sem prejuízo, esta primeira ideia. “Nosso site é atualizado constantemente e traz informações não apenas sobre a família, mas sobre a cultura e a história do Líbano para que o Brasil conheça outro lado do país além dos conflitos que costumamos ver na imprensa”, explica o criador do FamilyD. “Então a vantagem da internet é, além de possibilitar a interação com os leitores, permitir a constante atualização.”

Um dos diferenciais do novo site, segundo a sua administradora, a jornalista Denise Crispim, é a linha do tempo, onde o visitante encontra pesquisas sobre a região que deu origem ao Líbano, da Idade Média até os dias atuais. Outro destaque são as informações do acervo. “Colocamos em evidência uma peça por mês, ampliando o alcance deste material para o público que não pode visitar o espaço físico.”

E o projeto tem mais novidades. De acordo com Denise, o próximo desafio é o lançamento do site na versão em inglês com todo o conteúdo de pesquisa vertido por uma tradutora com todo cuidado histórico. “E também reforçar nossas parcerias com centros de estudo do Brasil e do exterior para trocar documentos, informações e partilhar conhecimento. Coisa que a internet possibilita com muita eficiência”, completa.

A versão em inglês do site, segundo Denise, que também é coordenadora do Centro de Estudos e responsável pelo relacionamento com as intituições e pesquisas, deve entrar no ar até o final de março e as parcerias já estão em andamento.

A origem dos D’s

A pesquisa para mapear a Família Duailibi (em suas diferentes grafias) no Brasil teve início na década de 1970. A partir de uma experiência profissional, aplicando o conceito de Redes Sociais que estudou na escola de Sociologia e Política, Roberto Duailibi decidiu enviar questionários para os Duailibi que ele conhecia e pedir para que eles indicassem outros parentes. Depois dos questionários, vieram as entrevistas gravadas, quando se percebeu que, mais do que mapear, estava sendo iniciada uma coleção relacionada à imigração libanesa no Brasil.

Além de Roberto Duailibi, a coordenação do trabalho é acompanhada de perto pela esposa dele, Sylvia, que cuida da manutenção do acervo desde o início do projeto.  .

Em julho de 1997, foi criado o espaço Centro de Estudos FamilyD e, desde então, o trabalho vem ganhando força e reconhecimento. Além da biblioteca, o Centro de Estudos mantém uma equipe com pesquisadores e especialistas em comunicação digital para permitir que todo esse conhecimento esteja disponível para a família e para pesquisadores em tempo real. O site FamilyD e suas redes sociais tornaram-se referência sobre a história do Líbano e a imigração libanesa para o Brasil e contribuem com diversas publicações e eventos culturais.

Visitas monitoradas ao acervo

Os interessados em visitar o acervo físico do Centro de Estudos, localizado no bairro do Morumbi, na zona sul de São Paulo, devem agendar com a equipe pelo e-mail: atendimento@familyd.net ou pelo telefone (11) 3079 4564.

Conheça a nova página: www.familyd.net .

Fonte: http://www.icarabe.org.br/noticias/com-novo-site-centro-de-estudos-da-familia-duailibi-amplia

 
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Publicado por em 19/02/2015 em Notícias

 

Novo grupo de haitianos recebe residência permanente no Brasil

O Departamento de Estrangeiros do Ministério de Justiça divulgou na última sexta-feira (10/02) uma nova lista de 580 cidadãos haitianos que receberão residência permanente no Brasil. Desde o terremoto de 2010 que devastou aquele país caribenho, cerca de 6 mil haitianos chegaram ao Brasil. Segundo o governo brasileiro, cerca de 1.600 já tiveram sua situação migratória regularizada regularizada por meio de residência humanitária concedida pelo Conselho Nacional de Imigração (CNIg), do Ministério do Trabalho.

Os haitianos beneficiados com a concessão de residência têm até 90 dias (a partir da data de publicação da decisão) para providenciar os documentos necessários e se registrar junto à Polícia Federal. Após confirmado o registro, poderão retirar a carteira de identidade estrangeira e, com este documento, trabalhar, abrir conta bancária e obter outros benefícos.

(Foto: ACNUR)

A lista dos nomes que tiveram seus processos deferidos estão disponíveis no website do Instituto Migrações e Direitos Humanos (www.migrante.org.br), e também no Diário Oficial da União do dia 10 de fevereiro de 2012 (Seção I, páginas 47 a 50).

Os cidadãos haitianos que já foram documentados no Brasil estão sendo contratados por empresas brasileiras para suprir a falta de mão de obra não qualificada em certas regiões do país, especialmente na área de construção civil.

No dia 12 de janeiro deste ano, o CNIg aprovou uma resolução que garante a emissão de outros 2.400 vistos especiais de trabalho por meio da Embaixada Brasileira em Porto Príncipe, nos próximos dois anos. A resolução tem validade de dois anos, e prevê a emissão de 1.200 vistos especiais a cada ano. Para a emissão desses vistos, não será necessário comprovar qualificação, nem vínculo com empresa, diferentemente dos vistos de trabalho comuns.

Os novos vistos terão validade de cinco anos. Os beneficiados deverão comprovar sua situação laboral junto ao Ministério do Trabalho para renovar sua permanência no Brasil e obter uma nova Cédula de Identidade de Estrangeiro. Os vistos anteriores oferecidos para turismo, estudo e trabalho temporário continuam válidos também para os haitianos.

Com a resolução do CNIg, o governo abre um canal formal e legal para a imigração haitiana. Dessa maneira, os interessados em vir para o Brasil não precisarão mais ingressar de forma irregular, submetendo-se, muitas vezes, às máfias especializadas no tráfico de pessoas. Além de regulametar as novas entradas, o governo brasileiro se  comprometeu também a regularizar a situação de todos os haitianos que já estão no país.

O Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR) e o Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos (ACNUDH) vem solicitando aos governos que mantenham as fronteiras abertas aos haitianos, dadas as difíceis condições que ainda persistem no Haiti. Um número estimado de aproximadamente 500 mil pessoas ainda estão deslocadas dentro do país, espalhadas entre mais de mil acampamentos na capital, Port-au-Prince, e outras áreas afetadas pelo terremoto.

“Precisamos informar aos haitianos esta publicação, pois muitos se deslocaram de um estado a outro e pode ocorrer que não fiquem sabendo que seu nome consta entre os que receberam a residência”, afirma Irmã Rosita Milesi, diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH), que faz um apelo para ampliar a divulgação dos nomes de haitianos que conseguiram a residência permanente no Brasil.

Fonte: ACNUR

– See more at: http://www.adus.org.br/2012/02/novo-grupo-de-haitianos-recebe-residencia-permanente-no-brasil/#sthash.pjBUf3HX.dpuf

 
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Publicado por em 19/02/2015 em Notícias

 

Depois do Carnaval, São Paulo terá Ano Novo Chinês neste fim de semana

Depois da folia, hora de comemorar a chegada de um novo ano. Sim, esse “salto no tempo” será possível em São Paulo neste fim de semana (21 e 22), com a celebração do Ano Novo Chinês no bairro da Liberdade.

Organizada pela Junior Chamber Internacional (JCI) Brasil-China, a festa do Ano Novo Chinês chega à sua décima edição  – realizada desde 2006, passou a integrar o Calendário Oficial de Eventos de em São Paulo já no ano seguinte. A expectativa da organização é de reunir cerca de 160 mil pessoas nos dois dias de festa – média de público semelhante a de edições anteriores.

Cerca de 160 mil pessoas são esperadas para o Ano Novo Chinês em São Paulo. Crédito: Divulgação

“A festa é uma oportunidade de mostrar a cultura milenar chinesa, oferecer entretenimento e intercâmbio cultural entre países tão distantes como Brasil e China. É também uma amostra da diversidade cultural que abraça a cidade de São Paulo”, resume Cheung Ka Wai, coordenador do evento, presidente da JCI Brasil-China e um dos representantes imigrantes do Conselho Participativo da Subprefeitura da Sé.

Cerca de cem voluntários serão mobilizados para garantir a realização do evento, que contará com um palco na Praça da Liberdade para apresentações de danças típicas, musicais e demonstrações de artes marciais. Além, é claro, da culinária chinesa.

Festa é uma grande oportunidade para conhecer melhor a cultura chinesa e permitir o intercâmbio com outras culturas. Crédito: Divulgação

Vem aí o ano da cabra

A virada para o Ano Novo Chinês acontece sempre entre os meses de janeiro e março. Como os orientais se baseiam no calendário lunar, a cada ano essa virada se dá numa data diferente conforme o calendário ocidental. Embora a virada oficial já seja no próximo dia 19, a festa em São Paulo acontece só no final da semana. Em 2014, o evento ocorreu entre os dias 1 e 2 de fevereiro.

Cada ano é regido por um dos 12 animais do horóscopo chinês: rato, boi, tigre, coelho, dragão, serpente, cavalo, cabra, macaco, galo, cachorro e javali. O ano de 2015 para os chineses é 4713 e será regido pela cabra.

Para os chineses, o ano da cabra é de concretização, de conquistas. Eles consideram ainda que este será um ano produtivo , criativo e sensível, bom para estreitar relacionamentos familiares, com os amigos e criar novas amizades.

Maiores informações podem ser obtidas no site do evento: http://anonovochines.org.br/

Com informações do Portal Nikkei

Fonte: http://migramundo.com/2015/02/18/depois-do-carnaval-sao-paulo-tera-ano-novo-chines-neste-fim-de-semana/#more-2948

 
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Publicado por em 19/02/2015 em Notícias

 

Rota de fuga de sírios e iraquianos passa pelo Brasil; apuração começou após caso em Salvador

A Polícia Federal apura a utilização do Brasil como rota de sírios e iraquianos para a Europa, com apoio de passaportes falsos. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, parte do grupos são refugiados da guerra na Síria; outra parte foge da perseguição dos radicais do Estado Islâmico. Há a suspeita de que policiais federais participem do esquema. A PF diz, oficialmente que há “possibilidade de haver algum tipo de apoio logístico [aos coiotes] no Brasil”. Alguns dos documentos falsos são produzidos no Rio de Janeiro. As investigações começaram em junho do ano passado, dias antes da abertura da Copa do Mundo, a partir da prisão de seis sírios no Aeroporto Internacional de Salvador, que tentavam embarcar para Madri com passaportes falsos da Bulgária, que custaram € 800 (800 euros). Outros € 3.000 seriam pagos em Madri. Eles foram descobertos por meio de informações da inteligência da PF e da Agência Brasileira de Informações (Abin). Os passaportes foram entregues no Rio, e agentes federais teriam sido utilizados pela quadrilha para facilitar a entrega.De acordo com a apuração, a documentação era toda original, apenas as fotos e nomes eram falsos. Após alguns casos semelhantes, a Ordem dos Advogados do Brasil de Natal entrou com pedido de refúgio junto ao governo, em dezembro. “Segundo eles, dezenas de sírios já entraram na Europa passando pelo Brasil”, disse em entrevista à Folha Marconi Macedo, presidente da Comissão de Relações Exteriores da OAB de Natal. De acordo com o representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) no Brasil, Andrés Ramirez, as rotas mais longas são fruto de maior rigor nas fronteiras na Europa e os riscos da travessia pelo mar. A escolha pelo Brasil seria motivada especialmente pela flexibilização recente do governo na concessão de vistos a quem foge do conflito na Síria. “A facilidade da emissão de vistos de turista, a abertura do país e o fato de o Brasil ter uma grande comunidade de sírios fazem com que eles pensem no Brasil como opção”, explica Ramirez.

Informações de À Folha.

Fonte: http://www.augustourgente.com.br/2015/02/ota-de-fuga-de-sirios-e-iraquianos.html

 
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Publicado por em 19/02/2015 em Notícias