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Arquivo mensal: junho 2014

Projetos inovadores da Rússia e da China são apresentados em reunião na Fiesp

Projetos sobre desenvolvimento urbano foram apresentados por representantes de capitais europeias e asiáticas durante reunião, na tarde desta sexta-feira (27/06), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O objetivo das apresentações feitas por membros do Clube C6 de Comércio Internacional, foi mostrar como o setor privado tem contribuído para a melhoria dos aspectos econômicos, sociais e ambientais de suas comunidades.

Thomaz Zanotto, diretor titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp mediou o encontro.

Sergei Shimakov, vice-presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Moscou, destacou os princípios que permeiam as políticas de desenvolvimento urbano na capital russa, líder em volume de infraestrutura para transporte construída.

Uma das iniciativas apresentadas foi o “redesenho” das áreas industriais da região, com o desenvolvimento de novos setores para produção de formas de transporte, centros de inovação e núcleos para a indústria farmacêutica. A “Nova Moscou”, como chamou Shimakov, já conta com 30 quilômetros de linhas de metrô subterrâneo e 11 estações. Até 2016, o número deve atingir  62 quilômetros, com 34 estações operando.

 

A reunião com representantes do C6 na Fiesp: experiências da Rússia e da China em debate. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

 

 

Wang Chaoying, diretor geral do Sub-Conselho para a Promoção do Comércio Internacional de Pequim, explicou como a cidade chinesa enfrenta os graves problemas de urbanização na capital do país oriental, como déficit de moradia, poluição e falta de recursos, como comida e produtos medicinais. “De 1976 a 2013 a população de Pequim passou de 17 milhões para 730 milhões de pessoas, tornando-se um centro político e cultural”, afirmou Chaoying.

Limitação ao registro de novos veículos

Para combater tais problemas, segundo ele, a China começa a desenvolver uma limitação para o registro de novos veículos, estimulando o uso de novas maneiras de transporte, como bicicletas elétricas. Segundo Chaoying, a iniciativa privada é um dos centros de apoio para essas medidas que combatem o crescimento desorganizado.

Para Colin Stanbridge, CEO da Câmara de Comércio e Indústria de Londres, o transporte público estimula a inovação e o crescimento de empregos.

Ele chamou a atenção para o projeto M4 Corridor, uma linha de trem rápida e sem paradas, que vai do oeste de Londres até o aeroporto de Heathrow. “Essa iniciativa fez com que muitas empresas se instalassem próximo do M4 Corridor para ter acesso rápido ao aeroporto”, revelou.

No encerramento do encontro, Eric Schweitzer, presidente da Associação das Câmaras de Comércio e Indústria da Alemanha, e Jan Eder, CEO da Associação das Câmaras de Comércio e Indústria da Alemanha, apresentaram as características e inovações recentes na cidade alemã, abordando desenvolvimento em transporte baseado em eletromobilidade, projeto que conta com parcerias governamentais e privadas do país.

Ao fim do encontro, o presidente em exercício da Fiesp, Benjamin Steinbruch, conversou com os membros do grupo.

Fonte: http://www.fiesp.com.br/noticias/projetos-inovadores-para-o-desenvolvimento-urbano-sustentavel-sao-apresentados-em-reuniao-na-fiesp/

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Publicado por em 30/06/2014 em Notícias

 

São Paulo detém um dos menores índices de imigração africana

a cidade de São Paulo, pouco mais de 3800 africanos moram legalmente, e, se contados os ilegais, o número passa um pouco dos 5 mil. São os dados da Secretaria Municipal de Direitos Humanos.

A maioria dos negros vindos do continente africano vivem em guetos, como Campos Elíseos, Bela Vista, Brás e Liberdade, localizados perto do centro. O levantamento dá conta que na Zona Leste também existem redutos africanos.

O que pode parecer um acidente, ou apenas descaso, se mostra como política consciente de racismo, especialmente quando se tem em consideração os números dos demais imigrantes na cidade. Por exemplo, são 78 mil os portugueses que vivem em São Paulo, bolivianos, 63 mil e japoneses, 36 mil.

Essa enorme diferença só pode ser explicada pela política do governo PSDB no estado, que se tem mostrado cada vez mais contra a presença de africanos em São Paulo, especialmente em virtude dos imigrantes não conseguirem emprego formal, sendo obrigados a se submeterem aos subempregos, como camelôs.

Essa política contra a imigração negra é tipicamente direitista, vinda de alas da extrema-direita brasileira, como o PSDB, DEM, PP e outras organizações que atuam foram do parlamento.

Sob a pressão da direita, e sucumbindo a ela, o Partido dos Trabalhadores mantém este tipo de restrição aos imigrantes africanos e de outros países negros, como é o caso dos haitianos, que ao chegar ao Brasil, fugindo da situação drástica de seu país, são tratados como indigentes.

Diante do cenário de crise econômica mundial, o que é capaz de agravar ainda mais a vida dos negros tanto na África como em outros continentes, deve aumentar consideravelmente a imigração negra para o Brasil, até porque é o país com mais africanos fora da África.

Fonte: http://www.pco.org.br/negros/so-paulo-detm-um-dos-menores-ndices-de-imigrao-africana/asyb,z.html

 
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Publicado por em 30/06/2014 em Notícias

 

Nigeriano encontrado em Ipuã, SP, foi encaminhado para entidade que cuida de refugiados

Foi transferido na manhã do dia 17/06/2014 para Ribeirão Preto (SP) um nigeriano encontrado no dia 13/06/2014 em Ipuã. O serviço de Assistência Social Municipal foi acionado por moradores e conferiu condições dignas ao estrangeiro do dia 13 ao dia 17. Posteriormente o nigeriano foi encaminhado para a Central de Triagem e Encaminhamento ao Migrante e Morador de Rua (Cetrem) de Ribeirão Preto onde permaneceu até o dia 18, quando foi encaminhado ao centro de acolhida de refugiados da Cáritas Brasileira, em São Paulo (SP), entidade que trabalha na defesa dos direitos humanos.

O Ministério Público Estadual, que tem um grupo que cuida de casos envolvendo estrangeiros, e a Polícia Federal foram avisados. As autoridades querem saber como o homem chegou ao país.

O nigeriano estava ao lado do velório de Ipuã, mas, como o município não possui serviços de abrigo, foi levado para Ribeirão Preto nesta terça-feira, na companhia de uma assistente social. Segundo Cristina Ruiz, diretora do departamento de proteção social especial da Secretaria de Assistência Social de Ribeirão, o homem, que aparenta ter entre 30 e 35 anos, não fala inglês, francês e nem português. Apenas um dialeto do país de origem. Por isso, quase não consegue se comunicar.

As poucas tentativas são por meio de gestos. Ele escreveu num pedaço de papel apenas o nome, não revelado por recomendação das autoridades que cuidam do caso. “Não se sabe se ele pode ter sido vítima de tráfico ou de refúgio”, afirma a diretora.

Cristina afirma que a origem do rapaz foi descoberta com base em documentos que estavam com ele. A diretora explica que, quando uma pessoa de outro país é encontrada, cabe à assistência social de cada município acolhê-la, disponibilizar alimentação e permitir o contato com a família. “As duas primeiras estamos fazendo. Já o contato não acontece porque ele não consegue falar com a gente”. Ela afirma, também, que o nigeriano recusou pratos de comida. Prefere ingerir bolachas e suco.

De acordo com o departamento de Cidadania de Ipuã, o nigeriano teria mostrado a página dele no Facebook, onde constam imagens de possíveis passagens por cidades de Santa Catarina e por Belo Horizonte (MG).

Frequência:

Este não é o único caso recente envolvendo encontros de estrangeiros na região. No último dia 3 de junho, um homem e uma mulher foram presos em Ribeirão Preto suspeitos de exploração sexual e tráfico internacional de mulheres. Oito paraguaias, uma delas menor de idade, teriam sido obrigadas a se prostituir numa chácara, onde foram localizadas pela Polícia. O caso está sendo investigado.

Há cerca de um mês e meio, segundo Cristina Ruiz, um chileno também foi encontrado em Ribeirão e encaminhado para São Paulo, a exemplo do que será feito com o nigeriano. Ela diz que casos assim vêm ocorrendo com frequência. “São pessoas que devem passar em seus países de origem dificuldades ainda maiores do que a gente passa no Brasil. E até mesmo a questão da Copa do Mundo, que divulga o Brasil como terra de oportunidades, pode interferir”.

 

Fonte: Igor Savenhago do G1 Ribeirão Preto

Fonte: Portal Ipuã

 
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Publicado por em 30/06/2014 em Notícias

 

Brasil tem hoje 5,2 mil refugiados de 79 nacionalidades

Colombianos e angolanos são quase metade; mapa revela origem de todos.
Pedidos de refúgio têm crescido exponencialmente nos últimos anos.

 

O Brasil abriga hoje 5.208 refugiados, sendo os colombianos e os angolanos quase metade dos estrangeiros com o status. É o que mostram dados atualizados do Comitê Nacional de Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça, obtidos pelo G1 (veja o mapa com todas as nacionalidades).

Os números revelam que os pedidos de refúgio no país têm crescido exponencialmente ao longo dos anos. Em 2013, foram 5.256, ante 566 em 2010. As solicitações aceitas também aumentaram: de 126, em 2010, para 649 no ano passado.

Para o secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, o aumento é decorrente exclusivamente das condições internacionais. “Isso acontece devido ao agravamento da crise no Oriente Médio e dos conflitos nos países africanos e também no nosso continente”, diz.

O representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) no Brasil, Andrés Ramirez, concorda que o acirramento de conflitos, como a guerra civil na Síria, é fator fundamental para esse fluxo, mas ressalta também uma presença maior do Brasil no cenário internacional. “As solicitações aumentaram no mundo todo. Além das crises humanitárias antigas, como a do Iraque e a do Afeganistão, em 2011 houve a Primavera Árabe. Problemas na Costa do Marfim, no Mali, na Somália e no Sudão do Sul também foram registrados”, afirma.

O refúgio é um direito de estrangeiros garantido por uma convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) de 1951 e ratificada por lei no Brasil em 1997. Segundo o Ministério da Justiça, o refúgio pode ser solicitado por “qualquer estrangeiro que possua fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, opinião pública, nacionalidade ou por pertencer a grupo social específico e também por aqueles que tenham sido obrigados a deixar seu país de origem devido a uma grave e generalizada violação de direitos humanos”. Com esse status, as pessoas passam a ter os mesmos direitos dos habitantes do país.

As entrevistas com os estrangeiros são feitas por técnicos, que fazem um relatório atestando ou não sua elegibilidade. A decisão final é tomada em reunião plenária do Conare. Em 2013, pela primeira vez o número de solicitações aprovadas foi maior que o de negadas – 649 contra 636.

Nacionalidades
Atualmente, há refugiados de 79 nacionalidades vivendo no Brasil. O maior grupo é formado por colombianos: 1.154 no total. Desses, 360 são reassentados, isto é, estrangeiros que conseguiram refúgio em um país e, por alguma circunstância, precisaram migrar para um terceiro.

Refugiados sírios fazem aula de português em São Paulo (Foto: Gabriel Chaim/G1)

O Brasil é uma das poucas nações que participam do programa de reassentamento do Acnur. Segundo o Ministério da Justiça, no caso dos colombianos, o objetivo é cooperar com o Equador na busca por uma solução para os mais de 55 mil colombianos refugiados naquele país. O compromisso de ajuda foi assumido pelo Brasil diante de organismos internacionais.

O representante do Acnur afirma que houve mudanças importantes na Colômbia recentemente, com o reconhecimento por parte do governo da responsabilidade em crimes cometidos nos últimos 50 anos de conflito, a reparação das vítimas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e a restituição de terras. “O início do diálogo de paz é importante, mas os colombianos continuam deixando o país porque não têm confiança de que o processo vai dar certo. Há muito ceticismo e a maioria acha que a situação não vai mudar radicalmente”, diz Ramirez.

1.154 é o total de colombianos refugiados, o maior grupo no país

Segundo ele, um acordo firmado entre países do Mercosul possibilita que colombianos – e também argentinos, paraguaios, uruguaios, chilenos e peruanos – solicitem residência permanente no Brasil. Por essa razão, muitos optam por não pedir o refúgio, já que existe essa possibilidade.

Os angolanos aparecem na segunda posição do ranking de refugiados no Brasil, com 1.062 pessoas. Esse número, no entanto, deve diminuir gradativamente, pois houve um pedido do Acnur para que fosse cessada a condição de refugiados aos habitantes que deixaram o país africano durante a guerra civil (que durou quase três décadas e foi encerrada em 2002), em razão de a situação já ter sido estabilizada. O processo ainda está em curso.

“Como medida complementar, foi oferecida a possibilidade de eles continuarem no território nacional como residentes permanentes, por cumprirem todos os requisitos legais. Isso foi feito para que aqueles indivíduos que possuíam suficiente integração cultural e econômica por longos anos pudessem receber uma solução duradoura. E foi dada a oportunidade para os que tinham interesse em voltar fazerem isso, a partir do exercício de sua própria autonomia”, afirma o secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão.

Soldados da ONU patrulham a cidade de Goma,  no leste da República Democrática do Congo, após ataque com um morto e vários feridos, em 2012 (Foto: Junior D.Kannah/Arquivo AFP)

No caso de novas solicitações de angolanos, Abrão diz que o Conare faz uma análise “criteriosa e individualizada” para identificar se há um fundado temor de perseguição particular.

O terceiro maior grupo de refugiados no Brasil é formado por congoleses, que ainda convivem com uma crise humanitária em consequência de embates entre governo e opositores do presidente Joseph Kaliba. Ao todo, são 617 indivíduos com esse status reconhecido em território nacional.

Já os sírios ocupam a quarta posição do ranking. Dos 333 refugiados, 284 conseguiram o status no ano passado, após uma escalada da violência no país árabe, que registra em três anos mais de 150 mil mortos nos conflitos entre rebeldes e forças do regime do presidente Bashar al-Assad.

Pedidos
Do total de pedidos de refúgio feitos ao Brasil no ano passado, 2.242 (43%) foram de africanos. Outras 2.039 solicitações (39%) partiram de asiáticos. A maioria ainda não foi analisada.

Bangladesh lidera a lista de nacionalidades com o maior número de pedidos de refúgio em 2013, com 1.837. Apenas uma pessoa proveniente do país, no entanto, teve a condição reconhecida no ano passado. O Senegal aparece logo atrás, com 961 pedidos, sendo que apenas quatro habitantes conseguiram o status em 2013.

Bengalis sem documentação no Paraná; esses estrangeiros são líderes em pedidos de refúgio, mas a maioria não se enquadra no status (Foto: Polícia Rodoviária Estadual/Divulgação)

De acordo com o secretário nacional de Justiça, a maioria dos bengalis e senegaleses entra no Brasil por razões econômicas, que não se enquadram no refúgio. “Eles têm utilizado o expediente do refúgio porque têm encontrado excesso de burocracia na solicitação de visto prévio como imigrantes comuns. Quando é feita essa solicitação de refúgio, as convenções internacionais estabelecem que é preciso conceder a autorização provisória de permanência. Isso porque há um princípio da proteção imediata, até o julgamento do mérito”, explica Abrão.

Apesar de a entrada de haitianos ter triplicado na fronteira, eles também não são reconhecidos, em sua maioria, como refugiados. Para eles, há um visto especial humanitário, que permite que os habitantes do país, assolado por um terremoto em 2010, permaneçam no Brasil.

Entre as cidades do país que mais receberam pedidos de refúgio em 2013, São Paulo é a campeã, com 1.092 solicitações. Brasília recebeu 745, Guaíra (PR) – na fronteira com o Paraguai – teve 487 e Epitaciolândia (AC) – na fronteira da Bolívia e também perto do Peru –, 367.

Entre os estados, São Paulo também lidera, com 1.204 pedidos. O Paraná é o segundo com mais solicitações: 1.088.

Comparações
Apesar do aumento de concessões de refúgio no Brasil, o número de estrangeiros reconhecidos ainda é pequeno se comparado ao de outros países.

O Paquistão, que tem atualmente a maior população de refugiados do mundo, abriga cerca de 1,6 milhão de estrangeiros. E, no Líbano, quase um quarto da população é formada por refugiados sírios (1 milhão dos 4,4 milhões de habitantes).

 

Fonte G1

 

 
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Publicado por em 30/06/2014 em Notícias

 

Haiti vence Copa de refugiados; sírios seguem Ramadã e não tomam água

Haiti pode não estar jogando na Copa do Mundo da Fifa, mas neste domingo (29) foi o campeão de outro torneio internacional de futebol realizado no Brasil: a Copa do Mundo dos Refugiados.

Criado por duas organizações sociais, o campeonato teve a participação de mais cinco times, além do vencedor: Congo — que perdeu para o Haiti de 2 a 0 na final –, Síria, Costa do Marfim, Colômbia e Mali.

Cada um era formado por 11 homens nascidos nesses países e que vieram para o Brasil fugidos da guerra ou da perseguição, com exceção da Síria e da Colômbia, que precisaram de alguns brasileiros para completar a equipe.

Animados desde o começo do torneio, os haitianos inventaram dancinha, cantaram músicas típicas durante o intervalo e fizeram muita festa com a vitória (veja no vídeo ao lado como a equipe canta seu hino nacional).

O capitão do time fez um discurso agradecendo a Deus e aos amigos. “Estou muito, muito feliz de estar aqui jogando com os amigos, com meus irmãos haitianos”, disse Gardy Durandisse, o Gardinho, que mora no Brasil há quase dois anos.

Sem comer

Equipe da Síria: acostumados a não comer durante o dia no Ramadã (Foto: Flávia Mantovani/G1)Equipe da Síria: acostumados a não comer durante o dia no Ramadã (Foto: Flávia Mantovani/G1)

O lanterna da Copa foi a Síria, mas os jogadores já entraram em campo com uma desvantagem: como hoje começou o Ramadã, mês em que os muçulmanos não podem comer nem beber nada entre o nascer e o pôr do sol, eles não puderam nem tomar água durante a competição. Em outras equipes também havia alguns muçulmanos que seguiram a tradição.

Síria (branco) enfrenta o Mali na Copa dos Refugiados (Foto: Flávia Mantovani/G1)Síria ( de camiseta clara) enfrenta Mali na Copa dos
Refugiados (Foto: Flávia Mantovani/G1)

A situação foi enfrentada com bom humor. “Estamos acostumados”, disse o sírio Talal Al Tinawi, que colocou para jogar até o filho de 12 anos, Riad. Questionado sobre o que comeria quando chegasse o horário permitido (17h30), ele respondeu: “Tudo!”

Quem não levou as coisas na esportiva foram alguns jogadores da Costa do Marfim. Insatisfeitos com um pênalti marcado pelo juiz brasileiro e por terem jogado duas partidas seguidas, sem intervalo, eles deixaram o campo no meio do jogo e não quiseram disputar o terceiro lugar, que acabou ficando com o Mali.

A Copa, organizada pelo Instituto de Reintegração do Refugiado no Brasil (Adus) e pelo Atados no campo de uma escola de São Paulo, teve também atrações musicais e para as crianças.

Time da Costa do Marfim (Foto: Flavia Mantovani/G1)Time da Costa do Marfim (Foto: Flavia Mantovani/G1)
Time do Congo, vice-campeão (Foto: Flavia Mantovani/G1)Time do Congo, vice-campeão (Foto: Flavia Mantovani/G1)

 

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/06/na-copa-dos-refugiados-haiti-vence-siria-segue-o-ramada-e-fica-em-ultimo.html

 
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Publicado por em 30/06/2014 em Notícias

 

Museu da Imigração e PAL preparam Semana do Imigrante; veja programação

Para os próximos dias, o Museu da Imigração de São Paulo e a ONG Presença da América Latina (PAL) preparam a Semana do Imigrante, com dois eventos para debater e aproximar o tema das migrações do público geral.

O primeiro deles é o debate “Imigração a Partir do Outro”, no próximo dia 20 de junho, às 19h, mesma data na qual é lembrado o Dia Internacional do Refugiado e na qual o museu fica aberto para visitação até 21h. O evento propõe uma roda de conversa sobre assuntos relacionados ao direito de migrar, com depoimentos de pessoas que passaram por esse processo recentemente. O objetivo é fomentar a troca de histórias e experiências de imigrantes de diversas nacionalidades com o público.

Às sextas-feiras o Museu da Imigração funciona até as 21h. Crédito: Divulgação

Já no dia 25 – data que marca a comemoração ao Dia do Imigrante –, acontece a dinâmica “Mas afinal, o que é migrar?”, voltada ao público jovem (de 7 a 13 anos). A ideia é tratar, com uma linguagem simples e lúdica, sobre como é ser imigrante em outro país, reiterando a importância da aceitação do outro.

Para os dois eventos é necessário se inscrever por meio do e-mail inscricao@museudaimigracao.org.br . Ambos são gratuitos, assim como a entrada no Museu durante os meses de junho e julho. Veja mais detalhes na programação abaixo e também neste link:

Além da programação especial para a Semana do Imigrante, o Museu também oferece a exposição permanente “Migrar: experiências, memórias e identidades“, inaugurada junto com a reabertura do local, e uma série de encontros que têm como tema a cultura dos adversários do Brasil na primeira fase da Copa do Mundo (já em andamento).

Programação – Semana do Imigrante no MI

Debate “Imigração a partir do outro”
Data: 20/06/2014 (sexta-feira – dia de visitação noturna até às 21h)
Horário: 19h

Palestra “Mas afinal, o que é migrar?”
Data: 25/06/2014
Horário: 15h
Faixa etária: de 7 a 13 anos

Local: Museu da Imigração de São Paulo
Endereço: Rua Visconde de Parnaíba, 1316 – Mooca – São Paulo
Gratuito – inscrições pelo e-mail inscricao@museudaimigracao.org.br

Fonte: http://migramundo.com/2014/06/13/museu-da-imigracao-e-pal-preparam-semana-do-imigrante-veja-programacao/

 
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Publicado por em 17/06/2014 em Notícias

 

Inscrições abertas para Semana de Estudos na ONU

Em setembro, acontecerá a 6ª edição da Semana de Estudos na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra, na Suíça.

O projeto consiste em apresentar todos os setores da ONU a um grupo de estudantes, profissionais e visitantes que participarão de aulas e palestras sobre temas internacionais como refugiados, telecomunicações, comércio internacional, direitos humanos, meio ambiente, economia verde, desenvolvimento sustentável, propriedade intelectual, entre outros.

Esta edição acontecerá entre 30 de agosto e 6 de setembro. Conduzidas por funcionários das agências especializadas da ONU, assim como diplomatas e representantes de organizações governamentais e não governamentais internacionais, as apresentações em inglês incluem os temas das seguintes agências: Alto Comissariado de Direitos Humanos (OHCHR); Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (UNDP); Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP); União Internacional das Telecomunicações (ITU); Organização Internacional para a Propriedade Intelectual (WIPO); Cruz Vermelha Internacional (ICRC); Programa das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR); Organização Mundial do Comércio (WTO); Organização Mundial de Saúde (OMS); Organização Mundial de Meteorologia (WMO); e outras.

Para participar, o interessado deve possuir inglês intermediário, estar com o passaporte válido e ser aceito para participar da programação após um processo de seleção composto por preenchimento de um formulário detalhado e entrevistas. Os custos de viagem e hospedagem são pagas pelo próprio selecionado.

As inscrições serão aceitas até o dia 21 de junho por meio dos telefones (11) 3884-8380/99639-0961 ou pelos e-mails ledda@inloco.biz e info@semanadestudos.com.

Para saber sobre as edições anteriores acesse os seguintes endereços eletrônicos: http://semanadeestudos.wordpress.com e http://www.facebook.com/semanadeestudos.

Fonte: http://jcconcursos.uol.com.br/portal/noticia/empregos/inscricoes-abertas-semana-estudos-onu-suica–55365.html

 
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Publicado por em 17/06/2014 em Notícias