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Arquivo mensal: janeiro 2014

Emissão de carteiras de trabalho para estrangeiros aumenta 53% em 2013

No ano passado, foram emitidas 41,4 mil carteiras, contra 27,1 mil em 2012.
Haitianos lideram ranking de nacionalidades, com crescimento de 132%.

Clara VelascoDo G1, em São Paulo

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Mapa das carteiras de trabalho (Foto: Editoria de Arte/G1)

O número de carteiras de trabalho emitidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para estrangeiros cresceu 53% entre 2012 e 2013 no país. Dados do órgão mostram que, no ano passado, foram emitidas 41,4 mil carteiras para não brasileiros, contra 27,1 mil no ano anterior. Essa é a maior quantidade de documentos do tipo expedidos na última década (veja gráfico abaixo).

De acordo com o MTE, a principal causa do aumento foi uma maior abertura do país para os haitianos – cuja nacionalidade lidera a emissão de carteiras para estrangeiros. Um levantamento feito pelo G1 aponta que o número de haitianos que conseguiram o documento passou de 5,1 mil para 11,8 mil entre 2012 e 2013, uma elevação de 132%.

A imigração ilegal de pessoas dessa nacionalidade teve início em janeiro de 2010, quando um forte terremoto deixou 300 mil mortos e destruiu grande parte do país.

Do total de carteiras emitidas para haitianos no ano passado, 4,5 mil foram feitas no estado doAcre, principal ponto de entrada desses imigrantes. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Acre, em 2010 o estado recebeu 37 haitianos. Já em 2011, o número aumentou para 1.175 pessoas. Em 2012, pulou para 2.225 e, no ano passado, para 10.779 – um crescimento de 291 vezes nesse período de contagem.

Devido à alta de imigrantes, os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia, ambos no Acre, solicitaram situação de emergência em abril do ano passado. Para acelerar a regularização dos estrangeiros, o governo federal montou uma força-tarefa na região, e a Polícia Federal (PF) simplificou o formulário que os haitianos devem preencher ao chegar ao país, o que aumentou o ritmo de emissão de vistos e carteiras de trabalho.

Mapa das carteiras de trabalho (Foto: Editoria de Arte/G1)

Pedidos de refúgio
De acordo com Marta Cristina de Oliveira, da Coordenação de Identificação e Registro Profissional do MTE, os haitianos conseguem agilizar o pedido da carteira de trabalho através de uma “brecha” na lei. Apesar de não serem considerados refugiados pela lei brasileira – que entende que o abrigo só pode ser concedido a quem provar sofrer perseguição por motivo de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas em seu país –, eles são orientados a procurar a PF e solicitar refúgio.

A documentação então segue para o Comitê Nacional de Refugiados (Conare) e para o Conselho Nacional de Imigração (Cnig), que abrem um processo para avaliar a concessão de residência permanente em caráter humanitário, algo que é concedido em 99% dos casos, segundo Virginius Lianza, diretor-adjunto do Departamento de Estrangeiros do Ministério da Justiça e coordenador do Conare. O imigrante, porém, não precisa esperar o trâmite terminar para começar a trabalhar, pois o fato de ele estar solicitando refúgio já lhe dá direito a uma carteira de trabalho, com validade de até 180 dias.

Haitianos fazem cadastro e recebem documentos normalmente (Foto: Veriana Ribeiro/G1)Haitianos fazem cadastro e recebem documentos
em janeiro (Foto: Veriana Ribeiro/G1)

A facilidade de solicitar refúgio no país é, inclusive, citada por Diógenes Perez de Souza, chefe do Núcleo de Estrangeiros da Delegacia de Migração da Superintendência de São Paulo da PF, como um dos motivos para o aumento da emissão de carteiras de trabalho nos últimos anos. “É algo extremamente fácil solicitar refúgio no Brasil, e não apenas para os haitianos, mas para todas as nacionalidades”, diz.

É possível perceber essa agilidade dos processos no caso do haitiano João Mavi Aellad, de 32 anos. Há apenas 17 dias no país, ele afirma estar com a documentação pronta para começar a trabalhar no Brasil, pois solicitou refúgio logo ao chegar a Brasiléia. Aellad já havia tentado a sorte na República Dominicana, mas diz que o país não oferecia mais oportunidades de trabalho que o Haiti. Por isso, decidiu fazer uma segunda viagem e vir para o Brasil. “Venho buscar trabalho, pois aqui tem muito”, afirma.

Outro haitiano, Joel Rosius, de 36 anos, também fez uma primeira parada fora de seu país antes de chegar ao Brasil. Ele deixou as duas filhas, de 6 e 8 anos, em novembro de 2010 para ir ao Chile com a mulher. Apenas em dezembro de 2011, decidiu vir para solo brasileiro. “A maioria dos haitianos tem vontade de conhecer o Brasil por causa do futebol”, revela.

Joel no restaurante japonês que trabalha na região dos Jardins, em São Paulo (Foto: Clara Velasco/G1)Joel Rosius no restaurante japonês que trabalha
nos Jardins, em São Paulo (Foto: Clara Velasco/G1)

Rosius atravessou a fronteira argentina até o Rio Grande do Sul, onde passou apenas um dia e seguiu para São Paulo. Solicitou refúgio à PF e, com a carteira de trabalho temporária, conseguiu trabalho em um restaurante japonês na região dos Jardins, em São Paulo.

Com um visto para estadia de até sete anos no Brasil em mãos, Rosius diz que não pensa em voltar a viver no Haiti. “Se Deus quiser, pretendemos ficar muito tempo aqui. Apenas precisamos conseguir trazer minhas filhas”, destaca.

Outras nacionalidades
Outra nacionalidade que também tenta com frequência a sorte no Brasil é a boliviana. Em todo o país, foram emitidos no ano passado 4.618 documentos para estrangeiros vindos da Bolívia, contra 3.689 em 2012 – um aumento de 25%. Isso faz a nacionalidade ser a segunda que mais conseguiu carteiras de trabalho em solo brasileiro em 2013.

Os bolivianos se enquadram no Acordo Brasil/Mercosul, que facilita a burocracia para a regularização de indivíduos naturais dos países integrantes e associados do bloco. São eles: Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru.

Todos os países do acordo estão entre as 16 nacionalidades que mais receberam carteiras de trabalho no Brasil no ano passado – exceto a Venezuela, que ocupa a 21ª colocação, com 241 carteiras emitidas, e o Equador, na 32ª posição, com 110 carteiras.

Entretanto, se depender do Acre, os haitianos devem continuar liderando a nacionalidade de emissão de carteiras de trabalho em 2014. Apenas entre os dias 1° e 27 de janeiro, 1.229 pessoas daquele país entraram no estado. “Quem já está aqui vai chamando os que continuam no Haiti. É um ciclo. Isso se multiplica mais do que dengue”, diz Nilson Mourão, secretário de Justiça e Direitos Humanos do Acre.

Colaborou Paula Paiva Paulo, do G1, em São Paulo.

Fonte: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2014/01/emissao-de-carteiras-de-trabalho-para-estrangeiros-aumenta-53-em-2013.html

 
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Publicado por em 31/01/2014 em Notícias

 

CURSO DE LÍNGUA ÁRABE

INSCRIÇÕES PARA CURSO DE IDIOMA ÁRABE 2014

DE 17 DE FEVEREIRO À 28 DE FEVEREIRO  – DAS 10HS ÀS 16HS

INÍCIO DAS AULAS EM 10 DE MARÇO DE 2014

 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA A INSCRIÇÃO  Caso você nao possa comparecer solicite outra pessoa parafazer a inscrição com toda a documentação necessária mencionada abaixo:( Vagas Limitadas ) 

01 foto 3×4;

01 cópia simples do RG;

01 cópia simples do comprovante de residência;

TAXA DE MATRÍCULA – R$150,00 ( CENTO E CINQUENTA REAIS ) POR MÓDULO.
MATERIAL DIDÁTICO ( LIVRO )- R$50,00 ( CINQUENTA REAIS ).
NÃO HÁ MENSALIDADES.

PAGAMENTO SOMENTE EM DINHEIRO ( NÃO ACEITAMOS CHEQUES E CARTÕES )

 

O Centro Cultural Árabe Sírio no Brasil e em São Paulo oferece anualmente duas turmas do ensino de língua árabe.

Dias  e horários das aulas

Duas vezes por semana 

segundas e quartas  ou terças e quintas

Horário das aulas

17:00 às 18:30 horas ou das 19:00 às 20:30 horas

(obs: as aulas terão início DIA 10 DE MARÇO DE 2014. )

O curso se totaliza em 03 semestres.

Fonte: http://www.ccsirio.org/index.php?option=com_content&view=article&id=7&Itemid=2

 
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Publicado por em 31/01/2014 em Notícias

 

Conferência de Genebra é ‘primeiro passo’ para a paz, diz sírio em SP

Mahmoud Al Zouhby mora há três anos no Brasil.
Economista político diz que EUA estão ‘dando tempo’ ao regime de Assad.

Giovana SanchezDo G1, em São Paulo

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Mahmoud Al Zouhby está no Brasil há três anos (Foto: Caio Kenji/G1)Mahmoud Al Zouhby está no Brasil há três anos e falou ao G1 na sede da Cáritas, em São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)

A primeira vez que Mahmoud Al Zouhby contrariou o governo de seu país foi aos 18 anos, quando se recusou a prestar o serviço militar obrigatório no exército sírio. Ele achava que a instituição não servia para proteger a nação, mas apenas a família do então presidente Hafez al-Assad, pai do atual, Bashar. Hoje, vivendo em São Paulo como refugiado, ele tem outros mil motivos para criticar o clã que está no poder há 44 anos na Siria. Mahmoud perdeu amigos, viu seus irmãos deixarem o país e recebe diariamente relatos trágicos de uma guerra macabra. “Tem que acabar. Precisa acabar. Ninguém aguenta mais, nem os radicais. É uma das piores coisas que já vi e estudei”, disse ele em entrevista ao G1.

Em meio a uma verdadeira aula de geopolítica – Mahmoud é formado em economia, tem mestrado em economia política e cursa agora doutorado na USP em relações internacionais -, ele conta como recebe as notícias da guerra em sua terra natal. “As fotos que aparecem no meu Facebook são inacreditáveis. Há relatos de uma mãe com cinco filhos que foi encontrada por soldados em uma casa. Os soldados mataram todas as crianças e fizeram ela nadar no sangue do chão. As pessoas estão morrendo de fome, comendo gato, cachorro, é terrível.”

Após três anos de guerra, iniciada com a repressão a manifestações antiregime, o governo e a oposição sírios estão reunidos em Genebra, na Suíça, para tentar negociar – pela segunda vez – uma resolução pacífica para o conflito. Durante a conferência, a mediadora ONU também tenta conseguir passagem para um comboio de ajuda humanitária destinado a 2.500 pessoas cercadas e famintas na cidade velha de Homs.

O refugiado sírio diz que gosta do Brasil. 'Aqui tenho minha liberdade', diz ele (Foto: Caio Kenji/G1)O refugiado sírio diz que gosta do Brasil. ‘Aqui tenho minha liberdade’, diz ele (Foto: Caio Kenji/G1)

“É um jogo político complexo. Há muitos atores, é preciso olhar para os vizinhos”, diz Mahmoud, apontando para o grande mapa mundi na parede da Cáritas, instituição que ajuda refugiados e onde ele falou com o G1. “Por que o Irã protege Assad, por exemplo? É importante para o governo xiita exportar sua revolução, controlar a região ao seu redor. Já Arábia Saudita e Jordânia temem que qualquer grande mudança se aproxime de seus frágeis reinados. Ao passo que na Síria, 80% do território não está sob controle do governo e nem do [opositor] Exército Livre da Síria – há grupos radicais muitíssimo perigosos, como a ramificação da Al-Qaeda, o Estado Islâmico do Iraque e do Levante.”

Para Mahmoud, quando no ano passado os Estados Unidos ameaçaram atacar o regime de Assad após um ataque com armas químicas, um acordo foi logo conseguido, dando uma “chance para Assad tentar ficar e vencer a guerra”.

Ele acredita que a Conferência de Paz é um primeiro passo para uma possível paz, mas também um aviso de que o tempo de Assad está acabando. “A América ainda dará algum tempo a Assad, mas não muito. O problema é quem entrará no lugar dele, quem poderá dar segurança e estabilidade para a região. Porque ninguém aguenta mais. É preciso acabar, todo mundo precisa que acabe, os países vizinhos estão cheios de problemas.”

Com esse cenário nada otimista, Mahmoud não pretende sair do Brasil. Aqui ele estuda e trabalha como analista político para alguns jornais internacionais. Segundo suas projeções, se a guerra acabasse agora, a Síria ainda levaria uns 10 anos para voltar a ter segurança, uns 15 para se recuperar economicamente, e ao menos três gerações para ter alguma estabilidade social. “Aqui tenho minha liberdade. Eu gosto do Brasil, dos brasileiros. Vocês gostam de fazer amizade com estrangeiros, isso não acontece na Europa. Ah, e tem o Corinthians!”

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/siria/noticia/2014/01/conferencia-de-genebra-e-primeiro-passo-para-paz-diz-sirio-em-sp.html
 
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Publicado por em 31/01/2014 em Notícias, Sírios

 

Brasil triplica número de concessões de refúgios em 2013

Assista o vídeo em:

 

 
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Publicado por em 31/01/2014 em Notícias

 

Instituto Confúcio abre inscrições de língua chinesa em SP

10% das vagas são gratuitas para alunos de escolas públicas municipais entre 12 e 17 anos
[27/01/2014]

Após cinco anos ensinando a língua chinesa para paulistas e paulistanos, o Instituto Confúcio na Unesp, o primeiro a ser criado no Brasil, oferece para seus alunos a oportunidade de ganhar bolsas de estudos para os cursos de verão e de inverno (20 dias), o curso de aperfeiçoamento em Língua Chinesa e o mestrado em Ensino de Língua Chinesa para estrangeiros na Universidade de Hubei, na cidade de Wuhan, na China, com duração de seis meses, um ano e dois anos.

“Em 2013 levamos 57 alunos para estudar na China nos programas de intercâmbio com bolsas de estudos”, diz o diretor do Instituto Confúcio na Unesp, Luís Antonio Paulino.

O instituto, que tem mais de 2 mil alunos matriculados em todas as suas várias unidades no estado de São Paulo, abriu as inscrições para os cursos de língua chinesa na Capital. Elas podem ser feitas pelo site http://www.institutoconfucio.com.br ou pelo telefone (11) 2066-5950 até o dia 15 de fevereiro de 2014.

As aulas terão início no dia 15 de fevereiro na sede do Instituto Confúcio na Unesp – dentro do Câmpus universitário da Unesp, à Rua Dom Luís Lasanha, 400, esquina da Avenida Nazaré, no bairro do Ipiranga, em São Paulo.

O curso é organizado em módulos semestrais de 50 horas e tem diversas opções de horário, inclusive aos sábados. A ênfase é na conversação, dirigida para aspectos práticos do dia a dia, mas o aluno também aprende desde o início a leitura e a escrita dos ideogramas.

Para cada turma fechada, 10% das vagas são gratuitas para alunos de escolas públicas municipais com idade entre 12 e 17 anos inscritos. Alunos das escolas estaduais devem se matricular nas turmas exclusivas para estudantes da rede estadual e também contam com bolsa de estudos integral. Para os demais, o investimento é de R$ 120,00 por mês por 3 horas de aula semanais.

Preços especiais
O instituto oferece valores especiais para os alunos iniciantes (Básico 1) que se matricularem nas turmas de terças e quintas das 17 às 18h30; sextas das 7 às 10 e das 16 às 19h. O valor para essas turmas especiais é de R$ 100,00 por mês.

Professores
Atualmente, o Instituto Confúcio na Unesp tem, entre a Capital e as diversas cidades do interior de São Paulo onde a Unesp mantém unidades de ensino, um total de 22 professores, 21 deles enviados pela Universidade de Hubei.

Sobre o Instituto Confúcio na Unesp
O Instituto Confúcio na Unesp é resultado de um convênio entre a Unesp e o governo da República Popular da China em parceria com a Universidade de Hubei celebrado em novembro de 2008. Faz parte de uma rede internacional de 440 Institutos Confúcio presentes em 120 países, que têm por missão o ensino e a promoção da língua e da cultura chinesas. É o órgão no Brasil autorizado pelo governo da China a aplicar testes de proficiência de língua chinesa tanto para adultos (HSK) como para crianças e adolescentes (YCT).

Atualmente o Instituto Confúcio está presente, além de na capital paulista, em 12 das cidades do interior de São Paulo onde a Unesp mantém unidades de ensino (Araraquara, Assis, Botucatu, Ilha Solteira, Jaboticabal, Jacareí, Marília, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Franca e São Vicente). Também mantém convênios com outras universidades, prefeituras e instituições do Estado de São Paulo.

O Instituto Confúcio na Unesp cumpre importante papel na difusão do ensino da língua e da cultura chinesas em São Paulo. Iniciou as atividades de ensino no primeiro semestre de 2009 e atende mais de 2000 alunos. Desse total, 44% são estudantes da própria UNESP, 33% são pessoas da comunidade e 23% são alunos do ensino básico e fundamental de escolas públicas paulistas.

Mais informações
(11) 2066-5950
info@institutoconfucio.unesp.br

Endereço
Instituto Confúcio na Unesp
Rua Dom Luís Lasanha, esquina da Avenida Nazaré, Ipiranga, São Paulo, SP

Fonte: http://unan.unesp.br/destaques/0/13203/Instituto-Confucio-abre-inscricoes-de-lingua-chinesa-em-SP

 
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Publicado por em 31/01/2014 em Notícias

 

Seminário sobre imigração acontece em São Paulo

O evento contará com as palestras “Novos procedimentos para solicitação de autorização de trabalho a estrangeiro no Brasil” e “Atratividade, Facilidade no Processo Imigratório e Intercâmbio de Talentos: Objetivos da Pesquisa Inédita de Imigração no Brasil e Exterior”.

O levantamento “Contratação de mão de obra estrangeira no Brasil: uma análise da experiência das empresas brasileiras” começou a ser produzido no final do ano passado, com o objetivo de identificar os entraves encontrados pelas empresas ao contratarem imigrantes para trabalhar no País. A pesquisa é realizada pela EMDOC, consultoria especializada em serviços de mobilidade global, a pedido da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR).

O programa completo pode ser visto no site http://www.ahkbrasil.com.

Serviço

O que: Seminário “Imigração: Novos Procedimentos e Pesquisa de Avaliação”

Quando: 5 de fevereiro de 2014

Horário: das 8h45min às 12h30min

Local: Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados – Rua Funchal, 418 – Auditório – São Paulo/SP

Investimento: R$ 350,00

Inscrições: (11) 5187-5140, eventos@ahkbrasil.com ou através do site http://www.ahkbrasil.com (na área Eventos)

Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK)

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK) é uma entidade que desenvolve um papel essencial no fomento das relações econômicas entre os dois países. Filiada à Confederação Alemã das Câmaras de Comércio e Indústria (DIHK), a Câmara Brasil-Alemanha atua como base para o fortalecimento e a diversificação dos negócios de seus associados, na atração de investimentos para o Brasil, na ampliação do comércio bilateral e na cooperação entre os países do Mercosul e da União Europeia. No Brasil há 96 anos, a Câmara Brasil-Alemanha congrega 1,7 mil associados, entre empresas de capital ou know how alemão instaladas no País e companhias brasileiras e alemãs voltadas ao comércio exterior, e conta com 220 funcionários atuando em 14 cidades brasileiras. Por meio da Câmara Brasil-Alemanha, os associados se beneficiam de uma rede de mais de 114 câmaras alemãs espalhadas em 81 países, além de 83 entidades do gênero na Alemanha. No primeiro semestre de 2012, a Câmara Brasil-Alemanha trouxe para o País 50 delegações empresariais e contou com a participação de 7 mil executivos em congressos, seminários e reuniões organizados pela entidade. Ao longo do período, a Câmara Brasil-Alemanha também atendeu 6 mil solicitações de informações comerciais, o que representa um crescimento de 20% sobre os resultados de igual período do ano anterior.

Fonte: http://www.revistaeventos.com.br/Seminarios/Seminario-sobre-imigracao-acontece-em-Sao-Paulo

 
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Publicado por em 31/01/2014 em Notícias

 

Refugiados em São Paulo precisam de doações

A CASP está recebendo itens de higiene pessoal para famílias de estrangeiros que chegam a São Paulo em condição de refúgio.

 – sabonete – pasta de dente – escova de dente –

– shampoo – condicionador – absorvente feminino –

SE VOCÊ PODE E QUER PARTICIPAR, FAÇA A SUA ARRECADAÇÃO E ENTRE EM CONTATO!!!

Para a entrega: Rua Venceslau Brás, 78, 2o andar

Das 8:30 às 17:30 horas

Para contato: +55 11 3241 3239 ou +55 11 3115 2674

Larissa Leite
Relações Externas
Centro de Acolhida para Refugiados
Tel. 3241.3239 – 3115.2674
casp.refugiados@uol.com.br – larissagleite@gmail.com

 

 
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Publicado por em 31/01/2014 em Notícias