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Arquivo mensal: novembro 2013

Museu em SP contará história do judaísmo e da arte judaica no Brasil

omplexo integra uma antiga sinagoga e uma moderna estrutura de vidro e deve ser inaugurado em 2015. Casa terá acervo próprio e focará no judaísmo, na história dos judeus no Brasil e na arte judaica.

Projeto mostra como será o Museu Judaico de São Paulo

A exemplo de grandes cidades como Berlim e Nova York, São Paulo vai ganhar no segundo semestre de 2015 um Museu Judaico. O projeto arquitetônico será um dos destaques, já que o complexo vai integrar as linhas clássicas de uma antiga sinagoga, inaugurada em 1932, com um moderno anexo em vidro, o que fará do museu uma referência urbana para a região central da maior metrópole brasileira.

O museu, por meio de seu acervo e exposições itinerantes, vai focar no judaísmo, na história dos judeus no Brasil e na arte judaica. Na prática, servirá para preservar o legado de tradições e costumes de um povo com uma longa trajetória e de forte influência na economia e na cultura brasileira. A expectativa dos responsáveis é que o Museu Judaico se torne um dos ícones culturais locais, como a Pinacoteca ou o Museu da Língua Portuguesa.

“Cidades onde houve uma importante imigração judaica já têm seus museus, como Berlim e Nova York”, disse Roberta Alexandr Sundfeld, diretora-executiva do Museu Judaico de São Paulo, em entrevista à DW Brasil. “E o Brasil, para onde vieram muitos judeus, ainda não tinha um museu, somente centros culturais e arquivos históricos. É importante termos um lugar para mostrar quem são os judeus, de onde eles vieram e as diferenças nos ritos.”

A ideia de transformar a sinagoga Beth-El num museu começou a ganhar contornos em 2000, quando foi fundada a Associação de Amigos do Museu Judaico de São Paulo. A partir daí, o projeto foi ganhando adeptos e tomando forma. A sinagoga foi cedida por meio de comodato em 2006 e, assim, o projeto arquitetônico foi definido, preservando as características originais da sinagoga e incorporando traços de modernidade.

O custo total do museu está estimado em cerca de 22 milhões de reais, valor que está sendo captado em grande parte por meio da Lei Rouanet e doações de empresas privadas e pessoas físicas. A instituição também recebeu do governo alemão, por meio de um programa de restauração de sinagogas do Ministério das Relações Exteriores, uma verba de 310 mil euros (cerca de 1 milhão de reais).

Exposições de Berlim, Israel e Nova York

As exposições no novo museu terão três enfoques: o judaísmo, os judeus no Brasil e a arte judaica. A primeira parte vai mostrar o que é o judaísmo no sentido religioso do povo e contar sobre as festas judaicas, os rituais de vida judaica como o nascimento, brit-milá [circuncisão], bar-mitzvá[celebração da maioridade religiosa judaica, quando o jovem atinge 13 anos], casamento e também o enterro.

Após virar museu, a sinagoga Beth-El, inaugurada em 1932, também vai receber exposições itinerantes de Berlim e Nova York

A seção sobre os judeus no Brasil terá uma abordagem cronológica de como eles chegaram ao país, a Inquisição, a vinda dos holandeses para o Recife, a imigração marroquina para a Amazônia, a imigração russa para as colônias do Rio Grande do Sul, os imigrantes que vieram para São Paulo na década de 1920 e o Holocausto do ponto de vista brasileiro.

“Vamos abordar, por exemplo, o governo de Getúlio Vargas, como eram as relações desse presidente com a Europa no período da Segunda Guerra Mundial, as deportações que aconteceram e as pessoas que não puderam emigrar porque Vargas não permitiu, além da história de uma família que emigrou para o Brasil em decorrência do Holocausto”, complementou Sundfeld.

A terceira abordagem, a das artes, vai reunir obras de artistas judeus e também de artistas não-judeus que retratem a vida da comunidade. Está previsto, também, que o Museu Judaico de São Paulo receba obras e exposições itinerantes dos museus de Berlim, Israel e Nova York.

“Já estamos em contato com o Museu Judaico de Nova York, que tem um acervo gigantesco guardado e manifestou interesse em emprestar algumas obras”, comenta Sergio Daniel Simon, presidente do Museu Judaico de São Paulo em entrevista publicada no site do museu. “E também com o Museu de Israel, que é fantástico. Eles têm exposições temporárias que podem ser montadas em São Paulo, se conseguirmos patrocínio.”

Até o momento, o museu possui em seu acervo mais de 700 peças relacionadas à Segunda Guerra Mundial e continua recebendo doações ou empréstimos, tais como fotografias, objetos de uso cotidiano, vestidos e xales bordados, objetos ligados à religião, livros e candelabros.

Judeus no Brasil

Os judeus estão presentes no Brasil desde a viagem de descobrimento comandada pelo almirante português Pedro Álvares Cabral, em 1500. Na construção do “Novo Mundo” destacam-se os cristãos-novos, a diáspora ibérica e a presença dos judeus durante o período colonial.

De acordo com Rosana Schwartz, historiadora e socióloga da Universidade Mackenzie, três séculos de Inquisição na Península Ibérica contribuíram, se não para o genocídio, ao menos para o abafamento de boa parte da cultura, religião e arte de um povo de tão rica formação humanística.

“A assimilação deles na cultura brasileira foi imposta pela Inquisição, sob pena de expatriação ou morte, deixando muitas características judaicas no substrato dos brasileiros por causa do ambiente de convivência e tolerância que o Brasil proporcionou”, complementa Schwartz.

Projeto mostra como será uma das seções do futuro Museu Judaico de São Paulo

O maior fluxo de judeus para o Brasil foi durante a invasão e posterior ocupação de parte do Nordeste pelos holandeses, entre 1630 e 1654. Banqueiros judeus estabelecidos em Amsterdã financiaram, desde o início do século 16, a manufatura açucareira. A partir da invasão, houve um aumento da presença judaica na região. Não é à toa que a primeira sinagoga da América foi construída em Recife.

“Após a expulsão dos holandeses, os judeus foram perseguidos e, embora existam registros de sua presença durante o ciclo do ouro, no século 18, eles só voltarão a ter uma expressão de maior importância quando, a partir do século 19, judeus sefarditas vindos principalmente do Marrocos chegam à região Amazônica brasileira e formam uma importante comunidade”, diz Schwartz.

Outro importante ciclo se deu no contexto da substituição da mão-de-obra escrava pela de imigrantes, a partir de 1870, quando milhões de imigrantes se dirigiram para as regiões sudeste e sul do Brasil, incentivadas pelo governo que desejava sanar a questão da falta de trabalhadores e branquear a população.

Esse ciclo se encerra quase ao mesmo tempo em que começam a chegar, em menor número, os judeus perseguidos pelos regimes fascistas europeus, no início da década de 1930. Durante o nazismo, mais de 20 mil judeus emigraram para o Brasil, onde acharam um novo lar e contribuíram para o desenvolvimento econômico e cultural do país.

 
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Publicado por em 29/11/2013 em Judeus, Notícias

 

7ª Marcha do Imigrante acontece no dia 1º de dezembro em São Paulo

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Organizações de migrantes, pastorais, sindicais e culturais realizam, no dia 1º de dezembro, em São Paulo, a 7ª Marcha do Imigrante. O ato, cuja reivindicação principal é uma “nova lei de migração justa e humana, para o fim da discriminação”, começará às 9hs. A concentração será na praça da República, esquina com a rua Barão de Itapetininga.

Os organizadores exigem também uma nova anistia migratória e a emissão de documentos permanentes para cidadãos migrantes do Mercosul, de modo a fortalecer a integração entre os países do bloco. O movimento luta por uma série de reivindicações, como direito ao voto, trabalho decente, integração dos povos, cidadania universal e rejeição às deportações. Na convocação para a marcha, as organizações lembram que o Estatuto do Migrante vigente no Brasil é da época da ditadura militar (1964-1985) e que na construção de uma sociedade ética, igualitária e solidária uma mudança das políticas e atitudes sociais sobre a migração é necessária.plakat_oben

Da praça da República, a 7ª Marcha do Imigrante seguirá em direção à praça da Sé. Às 12h haverá um ato público em que será apresentado o Manifesto do Imigrante e ocorrerão depoimentos e reivindicações diversas, culminando com a participação cívica e cultural.

Veja o folheto da marcha aqui e aqui.

Ouça o hino da marcha.

Mais informações no site do Centro de Apoio ao Migrante (Cami).

Ao mesmo tempo, a capital paulista abrigará a 1ª Conferência Municipal de Políticas para Imigrantes, iniciativa da Coordenação de Políticas para Migrantes (CPMig) da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) de São Paulo. O evento, que acontece entre os dias 29 de novembro e 1º de dezembro, abordará temas como promoção e garantia de acesso a direitos sociais e serviços públicos, promoção de trabalho decente, inclusão social e reconhecimento cultural, assim como políticas nacionais para questões relacionadas a migrações e refúgio.

Mais informações no site da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo.

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Serviço:

7ª Marcha dos Imigrantes em São Paulo
1º/12/2013 a partir das 9h
LOCAL: Praça da República, esquina com a rua Barão de Itapetininga
ORGANIZAÇÃO: Cami, EPM, Bolbra, ADRB, Western Union, SPM, Si Yo Puedo, J.S.F., Salvador Allende, Japayke, Unicamp, USP, Rede de Apoio ao Migrante – Guarulhos e São Paulo, Campeonatos de Futebol, Consulados, Acuarela Paraguaya, Artistas, Cantores/as, Organizações de imigrantes e culturais, Feiras Kantuta e Patuju, Combol.

Serviço:
1ª Conferência Municipal de Políticas para Imigrantes
29/11- 1º/12/2013

LOCAL: Centro Universitário Anhanguera: avenida Brigadeiro Luís Antonio, 871, Bela Vista
ORGANIZAÇÃO: CPMig da SMDHC
ENTRADA GRATUITA
Inscrições aqui.

Fonte: http://reporterbrasil.org.br/blogdaredacao/?p=1977

 
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Publicado por em 29/11/2013 em Notícias

 

Ministro recebe líderes da Câmara Árabe

Titular da pasta da Indústria e Comércio da Jordânia, Hatem Alawani esteve com o presidente Marcelo Sallum e outros executivos da entidade. Entre os temas, o livre comércio do país com o Mercosul.

Da redação

São Paulo – Diretores da Câmara de Comércio Árabe Brasileira foram recebidos, na semana passada, pelo ministro da Indústria, Comércio e Abastecimento da Jordânia, Hatem Alawani, em Amã. Entre os temas discutidos, a retomada das negociações de acordo de livre comércio entre o Mercosul e o país árabe.

Participaram do encontro o presidente da Câmara Árabe, Marcelo Sallum, o vice-presidente de Comércio Exterior, Rubens Hannun, e o diretor-geral, Michel Alaby, que foram a Amã participar do Fórum Econômico Árabe-Europeu, promovido pela União Geral das Câmaras de Comércio, Indústria e Agricultura dos Países Árabes, organização da qual a entidade brasileira faz parte. O fórum ocorreu nos dias 20 e 21.

De acordo com relato de Alaby, os executivos e a embaixadora do Brasil em Amã, Renata Stille, comentaram que a Câmara Árabe e a embaixada estão pedindo ao governo brasileiro para dar continuidade às negociações do tratado comercial.

Segundo o diretor-geral, há um impasse envolvendo a indústria têxtil: entre os países do Mercosul há necessidade de 60% de conteúdo local para que um produto seja beneficiado pela desgravação tributária, mas a Jordânia quer que seja aceita uma porcentagem menor em suas exportações para o bloco.

Outro tema da reunião foi a possibilidade da Câmara Árabe firmar um acordo com a Jordan Enterprise Development Corporation (Jedco), agência estatal de apoio ao desenvolvimento de empresas e às exportações, com o objetivo de trocar informações econômicas e de mercado.

A Câmara o ministério combinaram também de trocar informações sobre feiras e outros eventos de negócios que possam interessar aos Jordanianos no Brasil e aos brasileiros na Jordânia. Empresas da Jordânia têm, por exemplo, interesse em exportar azeite de oliva e cosméticos feitos com minerais do Mar Morto ao mercado brasileiro.

A agenda dos diretores contou ainda com a participação numa reunião de secretários-gerais de câmaras árabes de comércio, organizada também pela União Geral, e a assinatura de um acordo de cooperação entre a ANBA e a Jordan News Agency (Petra), conforme noticiado na última sexta-feira.

Fonte: http://www.anba.com.br/noticia_diplomacia.kmf?cod=21861006

 
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Publicado por em 29/11/2013 em Notícias

 

PUC-SP sedia 10ª Conferência Nacional de Inovação e Gestão

Educar para inovar, inovar para sustentar” é o tema da 10ª Conferência Internacional sobre Inovação e Gestão (ICIM – em inglês) que acontecerá de 2 a 4 de dezembro, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).

O evento é realizado pelo Núcleo de Estudos do Futuro /NEF, vinculado ao Programa de Estudos Pós-Graduados em Economia e Administração de Empresas sob a coordenação geral do professor e pesquisador da PUC/SP, Arnoldo José de Hoyos Guevara.

São encontros acadêmicos anuais já realizados em diversos países por um grupo de Universidades e conta com a participação de especialistas em inovação de cerca de 30 países. Inicialmente foram organizados por três grandes grupos: WUHAN University of Technology da China; YAMAGUCHI University of Technology do Japão e TILBURG UNIVERSITY, na Holanda. Em 2008, a PUC/SP se integrou nessa rede internacional de universidades dedicada à pesquisa na área da Inovação, e que em particular, organiza os eventos anuais ICIM nos diversos países.

O ICIM tem como objetivo reunir os principais cientistas acadêmicos, pesquisadores e estudiosos para trocarem e compartilharem suas experiências e resultados de pesquisa sobre todos os aspectos da Inovação e Gestão, e discutir os desafios práticos encontrados e as soluções adotadas.

Neste ano, em sua 10ª Conferência Internacional sobre Inovação e Gestão discutirá os seguintes temas: “Tecnologias Sociais”; “Cidades Inovadoras e Sustentáveis”; “Energias Renováveis”; “Educação e Sustentabilidade”; “Inovação e Saúde”; “Gestão e Liderança”; “Economia Verde e Economia Criativa”; “Novas Tendências e Temas Emergentes”; “Design Thinking”. O programa inclui conferências, mesas redondas e sessões paralelas com apresentação de trabalhos acadêmicos.

A sessão solene de abertura será no dia 2 de dezembro, às 18h, no Teatro Tuca, presidida pela reitora Anna Maria Marques Cintra. Em seguida, haverá coquetel e apresentação cultural. O credenciamento dos participantes será no hall do teatro, a partir das 14h.

No dia 3 o programa tem início às 9h, também Tuca, com sessão magna sobre o tema “Inovação e desenvolvimento Sustentável”, reunindo o presidente da FINEP, Cláudio Arbix; a presidente do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Marina Grossi e o economista e professor da PUC, Ladislau Dowbor.

“Promovendo a Inovação Aberta e Colaborativa através do intercâmbio internacional”, é o tema da conferência que será realizada pelo representante da University of Toronto Transcript Centre (UTTC), na Tailândia, Jakarin Srimoon, das 11h40min às 12h30min, também no teatro Tuca. Para a parte da tarde o programa inclui duas mesas redondas e sessões paralelas de apresentação de trabalhos.

A primeira mesa será das 14h às 15h30min, intitulada “Políticas e Práticas de Inovação no Brasil”, reunindo o presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI), Carlos Eduardo Calmonovi; Rubén Dario Sinisterra, presidente do Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (FORTEC) e Gerson Pinto, vice-presidente da Inovação NATURA.

O tema da segunda mesa redonda, das 16 às 17h30min, é “Cidade Inovadoras e Sustentáveis”, reunindo o coordenador da Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo, Marcos Weiss, do Centro Universitário da FEI/SP – INNOVAR&S –  Núcleo de Ensino e Pesquisa em Inovação; o gestor de Inovação, João Brito Martins da Companhia de Energia, EDP Brasil; Claudio Luiz Marte – IPT/USP: Mobilidade Urbana.

No dia 4, o programa começa, às 9h, com o tema “Educação e Futuro”, reunindo José A. Valente, Unicamp; Ubiratan D´Ambrosio,  PUC-SP; e Nabi Bux Jumani,  IIU-Paquistão.  No período das 11h às 12h30min será realizada a mesa redonda “Energias Renováveis” com Edmilson Moutinho, do Instituto de Energia e Ambiente (USP); Eduardo Bernini, da Tempo Giusto Consultoria.

“Empreendedorismo Sócio Ambiental” é o tema da mesa redonda que ocorrerá das 14 às 15h30min, com Joelson Nascimento, CEAT/USP; Diana Garcia, diretora da Fundación Cláritas; Armando Tortelli, presidente da Anpecom; e Marcos Bernardes, Unifei. Após o coofee break, haverá a conferência “Trends in Strategic Alliances”, com Dave Luvison, Keller Graduate School of Business, Holanda.

O programa inclui ainda apresentação de trabalhos acadêmicos, das 17 às 18h, de estudantes da China, Japão, Holanda, Coreia e Tailândia. Além disso, no período das 9h às 16h30min, os alunos de Pós-Graduação do Brasil também farão apresentação de trabalho.

Serão apresentados no total das sessões paralelas aproximadamente 100 trabalhos de pesquisa em nível de Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado, concluídos e / ou em execução. Haverá certificado para os participantes nas diversas categorias (comitê organizador, autores, apresentadores, palestrantes, mediadores de mesa e de salas).

Os interessados poderão se inscrever pelo site: http://www.pucsp.br/icim/portugues/programacao/index.html e também no dia de abertura do evento.

Fonte: http://www.ideiasustentavel.com.br/2013/11/puc-sp-sedia-10%C2%AA-conferencia-nacional-de-inovacao-e-gestao/

 
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Publicado por em 29/11/2013 em Notícias

 

ANBA assina acordo com agência da Jordânia

Site de notícias da Câmara Árabe firmou convênio de troca de conteúdo com a Petra, órgão de imprensa do governo jordaniano. A iniciativa prevê intercâmbio de notícias, fotos, vídeos, entre outros materiais.

Jordan News Agency (Petra)*
www.petra.gov.jo

 

Reprodução
Petra tem também versão em inglês

Amã – A Agência de Notícias Brasil-Árabe (ANBA) assinou um acordo com a Jordan News Agency (Petra), agência oficial do governo jordaniano, na quinta-feira (21), em Amã. O convênio prevê a troca de notícias e outros conteúdos de mídia. O termo foi assinado pelo diretor-geral assistente da Petra, Mohammad Al Omari, e pelo presidente daCâmara de Comércio Árabe-Brasileira, Marcelo Sallum. A ANBA pertence à Câmara Árabe.

Durante a cerimônia de assinatura, Sallum destacou a importância da ação em face da credibilidade da Petra. Segundo ele, o programa deverá contribuir para a realização dos objetivos de ambas as partes na área de mídia e para o aumento das relações econômicas e comerciais entre Jordânia e Brasil. O presidente da Câmara Árabe afirmou que a ANBA foi criada pela entidade para desenvolver um trabalho de marketing e mídia envolvendo o Brasil e os países árabes.

Sallum foi à Amã participar do Fórum Econômico Árabe-Europeu, realizado na quarta e na quinta-feira. O encontro foi organizado pela União Geral das Câmaras de Comércio, Indústria e Agricultura dos Países árabes, da qual a Câmara Árabe Brasileira faz parte. Também integraram a delegação o diretor-geral da entidade sediada em São Paulo, Michel Alaby, e o vice-presidente de Comércio Exterior, Rubens Hannun.

Omari, por sua vez, disse que a Petra procura estabelecer acordos para troca de informação e conhecimento com diversas agências no mundo todo, a fim de aperfeiçoar o veículo, aumentar a qualificação de sua equipe e enriquecer seu conteúdo. No setor de mídia, disse ele, as cooperações e parcerias são necessárias para que se possa oferecer um produto que atenda a todos os públicos.

O ex-embaixador da Jordânia no Brasil, Ramez Goussous, afirmou que o programa de cooperação entre as duas agências é resultado das relações amistosas entre os dois países, que também resultaram na visita do rei da Jordânia, Abdullah II, ao Brasil em 2008, e na visita do ex-presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, ao país árabe em 2010. Goussous disse que o convênio vai criar relações mais estreitas entre os dois países em diversas áreas.

O acordo prevê livre acesso da Petra ao conteúdo de mídia publicado pela ANBA e vice-versa (incluindo notícias, artigos analíticos, fotografias, vídeos e gráficos). As duas agências também trocarão links e banners de tamanhos idênticos nas homepages de seus respectivos sites.

Fonte: http://www.anba.com.br/noticia/21860940/servicos/anba-assina-acordo-com-agencia-da-jordania/

 
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Publicado por em 29/11/2013 em Notícias

 

Região de Sorocaba aguarda seleção de Honduras para a Copa do Mundo

Mesmo antes do sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2014, a seleção de Honduras já mira a região de Sorocaba para ficar durante a Copa do Mundo. O Atlético Sorocaba, que tem hotel e centro de treinamento no catálogo da Fifa de subsedes, já sinalizou que o time da América Central ficará na cidade no período pré-Copa. O acordo aconteceu com mediação da Joma, fornecedora de material esportivo de Honduras e que deve assumir os uniformes do clube paulista no Estadual de 2014.
Quem garante é o vice-presidente do Galo sorocabano, Waldir Cipriani, que revelou já ter assinado o contrato com a marca esportiva.
– O contrato foi assinado neste mês e em breve faremos a apresentação do novo uniforme com a novidade de que Honduras, que tem o mesmo fornecimento, ficará em Sorocaba antes da Copa do Mundo. A delegação já fez visita ao Atlético e gostou muito da estrutura do clube e da cidade – conta Cipriani.
Os hondurenhos, que farão a terceira participação em Mundiais (as anteriores foram em 1982 e 2010), se interessam também pela Academia Traffic, centro de treinamento do Desportivo Brasil, clube formador de atletas, de Porto Feliz. Na segunda-feira, a delegação do país visitou as instalações da equipe local e também um hotel na cidade, também listado pela Fifa.

Fonte: http://www.soccerbrazil2014.com/index.asp?c=padrao&modulo=conteudo&url=1594&t=Regi%C3%A3o%20de%20Sorocaba%20aguarda%20sele%C3%A7%C3%A3o%20de%20Honduras%20para%20a%20Copa%20do%20Mundo#.Upjd3MRDsdc

 
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Publicado por em 29/11/2013 em Notícias

 

Grupo de especialistas da ONU sobre Afrodescendentes chega ao Brasil em sua primeira missão ao país

O Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Afrodescendentes (*) realizará sua primeira visita ao Brasil entre 3 e 13 de dezembro de 2013. O objetivo da missão é examinar questões relacionadas aos direitos humanos dos afrodescendentes brasileiros. No final da visita, no dia 13 de dezembro, será feito um balanço da visita para a imprensa, no Rio de Janeiro.

“Em anos recentes, o Brasil fez muitas conquistas na promoção da igualdade. Mas, como muitos países da América Latina, continua enfrentando desafios relacionados com as consequências da escravidão, do tráfico de escravos, e colonialismo”, afirmou a especialista em direitos humanos Mireille Fanon-Mendes-France, membro da delegação que virá ao país.

“Esta missão irá nos proporcionar uma valiosa oportunidade de descobrir como o Brasil está enfrentando esses desafios, o que nos permitirá ajudar o Governo a cumprir suas obrigações no que diz respeito aos direitos de afrodescendentes”, disse Fanon-Mendes-France.

Maya Sahli, outra representante do grupo, acredita que “a visita vai permitir avaliar o progresso efetuado na implementação das recomendações feitas pelo relator especial contra o racismo durante a sua última visita ao Brasil, em 2005” (**). Ela também acredita que a missão será uma oportunidade “de identificar boas práticas que poderão ser replicadas em outros lugares”.

O Grupo de trabalho, que visita o Brasil a convite do governo, viajará para Brasília, Recife, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, cidades brasileiras que possuem uma população considerável de afrodescendentes.

Os especialistas vão se reunir com autoridades federais, estaduais e municipais, assim como com representantes da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), organizações não governamentais, acadêmicos e comunidades de afrodescendentes, incluindo grupos religiosos de ancestralidade africana. O grupo de trabalho vai também visitar quilombos, terreiros e favelas.

O grupo de especialistas da ONU prestará especial atenção às questões relacionadas com pobreza, estigmatização, desigualdade, acesso a saúde, educação e justiça, participação nos processos políticos e o direito dos afrodescendentes à propriedade.

As especialistas conversarão sobre manifestações contemporâneas de racismo, xenofobia e discriminação no Brasil, com foco especial na discriminação múltipla que mulheres e homens jovens afrodescendentes enfrentam.

A delegação deve se reunir com representantes da polícia e visitar um centro de detenção para saber mais sobre as experiências de afrodescendentes em conflito com a lei.

No final da missão, na sexta-feira, dia 13 de dezembro, às 11h, Fanon-Mendes-France e Sahli receberão a imprensa para compartilhar as conclusões preliminares da visita. A coletiva de imprensa será realizada no Centro de Informação das Nações Unidas no Rio de Janeiro (UNIC Rio), Palácio do Itamaraty, Av. Marechal Floriano 196 – Centro – Rio de Janeiro.

Em 2014, o grupo de trabalho vai apresentar ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas um relatório com suas conclusões e recomendações.

(*) O Grupo de Trabalho é composto por cinco especialistas independentes servindo em suas capacidades pessoais: Verene Shepherd (Jamaica), relatora-presidenta; Monorama Biswas (Bangladesh); Mireille Fanon-Mendes (França); Mirjana Najcevska (Antiga República Iugoslava da Macedônia) e Maya Sahli (Argélia).

O Grupo de Trabalho de Especialistas sobre Afrodescendentes foi estabelecido em 2002 pela então Comissão de Direitos Humanos, após a Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em Durban, em 2001.

Os especialistas das Nações Unidas, entre outras atividades, realizam visitas a países sob o convite dos governos para facilitar o entendimento da situação dos afrodescendentes em várias regiões do mundo, bem como para promover um completo e efetivo acesso à saúde, educação e justiça por parte dos afrodescendentes. Para saber mais, visite:www.ohchr.org/EN/Issues/Racism/WGAfricanDescent/Pages/WGEPADIndex.aspx

(**) Veja o relatório de 2005 do Relator Especial contra o Racismo das Nações Unidas para o Brasil:www.ohchr.org/EN/Issues/Racism/SRRacism/Pages/CountryVisits.aspx

Para mais informações e pedidos da mídia, favor contatar:

 
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Publicado por em 29/11/2013 em Notícias