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Arquivo mensal: fevereiro 2012

A guerra de idéias dos jornais chineses em São Paulo

 Matéria de 2007

A esquina da rua Tomás Gonzaga, com o largo da Pólvora e a avenida da Liberdade é uma das mais movimentadas do centro paulistano. Para os engajados na causa da independência nacional, a localização do quartel-general não poderia ser mais inspiradora. Na rua que louva um dos líderes da Inconfidência Mineira, no número 55, sobreloja, cinco imigrantes chineses fazem o Jornal Taiwanês Semanal.

A publicação é pró Partido Democrático Progressista, o DPP, atualmente no poder em Taiwan, uma ilha no Pacífico com 36 mil quilômetros quadrados (75% do tamanho de Marajó) e 23 milhões de habitantes. Até 1971, Taiwan, batizada pelos navegadores portugueses de Formosa, era conhecida como República da China. Naquele ano, para horror dos nacionalistas, as Nações Unidas rebaixaram o país a “província” da República Popular da China (9,6 milhões de quilômetros quadrados, 1,3 bilhão de habitantes). Hoje os ilhéus reivindicam o título de República de Taiwan, país soberano com direito a cadeira na ONU.

“Sou taiwanês, não sou chinês”, declara o diretor de redação, Tsuang Shen Hu, 68 anos, no Brasil desde 1970. Produtor de cogumelos por profissão e editor por militância, Tsuang não renunciou à sua origem étnica – é chinês -, mas faz questão de declinar sua nacionalidade. Seu pendor é francamente separatista.

A origem dessa dissidência tem data: 1949, ano em que Mao Tsé-Tung e seu Partido Comunista Chinês tomaram o poder na China continental, provocando uma debandada geral para Taiwan das forças aliadas do general Chiang Kai-shek, líder do Partido Nacionalista (o Kuomintang/KMT). De uma hora para outra, 6 milhões de ilhéus assistiram ao desembarque de 1,6 milhão de compatriotas do continente, considerados até hoje “forasteiros” pelos nativos. Pobres coitados, tiveram de engolir o regime que lhes seria imposto pelos invasores. De 1949 a 1987, Taiwan viveu sob a égide da lei marcial – espécie de AI-5 amplo e irrestrito -, gerida pelo KMT.

Inconformado com as restrições aos direitos individuais, Tsuang se aproximou dos movimentos pela democratização na ilha. Em 1987, com a revogação da lei marcial, instaurou-se a democracia em Taiwan e legalizou-se o Partido Democrático Progressista, fundado um ano antes. Logo no segundo pleito direto para a Presidência, em 2000, o DPP saiu vitorioso – e a independência entrou na ordem do dia. Nesse mesmo ano foi fundado o Jornal Taiwanês, de circulação mensal. O semanário de oito páginas é editado às quartas-feiras. Os exemplares, gratuitos, são distribuídos às sextas, nas lojas e restaurantes dos patrícios da região.

A poucas quadras do QG de Tsuang, no número 724 da rua Galvão Bueno – batizada em louvor a um mestre da Faculdade de Direito do Largo São Francisco -, ergue-se a oposição: o Jornal Chinês “Americana” (com aspas), que circula de terça a sábado, com 7 mil exemplares. “Historicamente, Taiwan sempre foi parte territorial da China”, diz o diretor de redação, Lee Sang Tien, 43 anos, que emigrou com a família de Taiwan em 1977. “Somos parte da China, mas com um sistema político próprio, de democracia plena. Isso tem de ser mantido na nossa reunificação pacífica com o continente.”

Desde o ensino fundamental, concluído em Taiwan, Lee tinha gosto por história e literatura chinesa. Recebia elogios efusivos de seus professores. Em 1986, essa habilidade idiomática serviu-lhe para obter a vaga de tradutor no Jornal Chinês “Americana”, fundado três anos antes. Foi subindo, subindo, e chegou ao topo do jornal. Com uma equipe de dez funcionários, Lee produz um jornal que chega a doze páginas no fim de semana – 30% das notícias são sobre Taiwan e China, 30% sobre Brasil e São Paulo e o resto se preenche com mundo, cultura e demais penduricalhos. Os exemplares, disponíveis em cinco pontos-de-venda na cidade, custam 2,50 reais cada. O Jornal Chinês “Americana” defende a coexistência de dois sistemas de governo sob uma única bandeira. Ou seja, é 100% anti-secessão.

Se a coisa soa complicada, é porque é mesmo. Mais ainda do que parece. Tsuang Shen Hu, do Jornal Taiwanês – para quem já se esqueceu, aquele que defende a secessão -, não tem de se haver apenas com o anti-secessionista Lee Sang Tien. A cerca de 500 metros à esquerda do posto de comando do Jornal Chinês “Americana”, no número 113 da rua São Joaquim – em louvor ao pai da Santíssima Virgem Maria -, localiza-se a sede do Jornal Chinês para a América do Sul, aliado poderoso dos que lutam contra a emancipação.

Em 1993, o diretor Li Jianquan, comunista de carteirinha, trabalhava em Pequim num periódico sobre chineses no estrangeiro, quando recebeu o convite para reestruturar o pioneiro Jornal Chinês do Brasil, criado em 1960 por um grupo de empresários. Depois de três anos, nasceria o Jornal Chinês para a América do Sul, que hoje tem uma tiragem de quase 10 mil exemplares, a 2,50 reais cada, e circula de terça a sábado com catorze páginas em média. Para Li Jianquan, de 50 anos, se Taiwan consta do mapa da China, tem de se sujeitar à legislação vigente, o que significa acatar o decreto de 2404 que barra a separação da ilha. Ou seja, este é 100% alinhado com o governo de Pequim.

Dito isso, o diretor Li tende a evitar polêmicas, preferindo abordar assuntos menos dificultosos, como o concurso Miss Chinesa Cosmos 2007, que escolherá a mais bela chinesa da América Central e do Sul.

O Jornal Chinês para a América do Sul é o que mais agrada a David Shyu, de 69 anos, chinês da Indonésia que chegou ao Brasil há quase quatro décadas e hoje é professor da USP. “Os textos são mais elaborados e os assuntos, mais variados. No entanto, as três publicações cometem o mesmo erro: como são escritas em chinês, elas se isolam da comunidade. Notas bilíngües serviriam de incentivo para os que estão aprendendo o português e seriam entendidas pelos filhos dos imigrantes”, avalia. “O lado positivo é o exercício pleno da liberdade de expressão.”

Nessa seara de pluralidade made in Brazil, pode-se dizer que o público leitor chinês vive o tal momento em que “cem flores desabrocham, cem escolas debatem”, uma das citações prediletas do camarada Mao. Por lá, a coisa não deu muito certo. Como a poética abstrata não costuma ser páreo para a política concreta, a Grande Revolução Cultural do Proletariado (1966-76) pôs abaixo as escolas e despachou os intelectuais para campos de reeducação. Não se viram flores. Por aqui, em terras tupiniquins, a expectativa é que a contenda acabe em pizza, ou, no caso, em pastel. No máximo, num aguerrido Libertas Quae Sera Tamen na primeira página do Jornal Taiwanês Semanal – secessionista, lembrem-se -, estampado em louvor ao bravo Tomás Gonzaga, seu endereço e inspiração.

Fonte: http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-11/esquina/dazibao

 
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Publicado por em 21/02/2012 em Chineses

 

Chineses instalam segunda TV no Brasil

18.02.2011 – 18h51

Luciene Antunes

Meses depois de a estatal CCTV (Central Chinesa de Televisão), maior emissora de televisão da China, com sede em Pequim, estabelecer uma sucursal em São Paulo para servir de base para a cobertura da América Latina, chega a vez da JSBC (JiangSu Broadcasting Corporation) também se instalar em terras brasileiras.

Os representantes da emissora estatal, fundada em 2001 e que tem sede na província de Jiangsu, na costa Leste da China, visitaram os estúdios da Band no Morumbi nas últimas semanas de fevereiro. Sem entrar em muitos detalhes, os chineses estariam zapeando para fechar parceria com uma emissora brasileira.

A Band é a parceira da CCTV no Brasil, que está instalada na Avenida Paulista, em um complexo de 600 metros quadrados e com capacidade para transmissões ao vivo em HD.

A presença das emissoras estatais chinesas no Brasil é mais um sinal do estreitamento de relações entre os dois países e do interesse da comunidade empresarial chinesa por oportunidades no Brasil e nos países vizinhos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/blogs/aqui-no-brasil/2011/02/18/chineses-instalam-segunda-tv-no-brasil/

 
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Publicado por em 21/02/2012 em Chineses, Notícias

 

Maior buscador online chinês pode abrir escritório no Brasil

O maior site chinês de busca, Baidu, está se preparando para abrir um escritório em São Paulo, Brasil, para “conhecer o mercado brasileiro e latino-americano”, embora não haja cronograma para lançar um site de busca em português, informou uma nota divulgada no site do Ministério do Comércio chinês, citando matérias veiculadas da imprensa brasileira.

  Em entrevista por telefone à Xinhua, Guo Yiguang (Kaiser Kuo), diretor de relações públicas para a mídia internacional do Departamento de Relações com Investidores da Baidu, se recusou a comentar as reportagens, dizendo que a companhia tem escritórios em diversos países.

  Segundo a imprensa, o Baidu pode lançar primeiro no Brasil um serviço de enciclopédia semelhante à Wikipedia, cuja versão chinesa, o Baidu Baike, é popular entre internautas chineses.

  O Baidu detém cerca de 78,3% da fatia do mercado de busca online na China no último trimestre, seguido pelo Goolge, com 16,7%.

  Segundo o analista do setor Li Zhong, o espaço para um maior crescimento do Baidu na China é limitado, por isso, a internacionalização é a opção imperativa.

  O vice-presidente da companhia, Zhu Guang, que também se negou a comentar a notícia, disse no ano passado que o Baidu continuará buscando a internacionalização apesar das perdas no exterior.

  Zhu se referiu ao desempenho da empresa no Japão, país onde o buscador está presente desde 2007 e permaneceu um ator minúsculo no setor. Dados mostram que, de 2008 a 2010, a empresa perdeu 680 milhões de yuans (US$ 108 milhões) em suas operações fora da China.

  Cotado na Nasdaq, o buscador anunciou um faturamento de US$ 41,75 bilhões de yuans (US$ 6,63 bilhões) no terceiro trimestre de 2011, aumento anual de 85,1%, com lucros líquidos de 18,82 bilhões de yuans (US$ 2,99 bilhões), crescimento anual de 79,8%.

Fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2012/02/16/1s146359.htm

 
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Publicado por em 21/02/2012 em Chineses, Notícias

 

Mídia chinesa conquista espaço no Brasil

Rádio em português

O Departamento de Português da Rádio Internacional da China (CRIpor) entrou no ar em 15 de abril de 1960. O CRIpor promove transmissões diárias de uma hora via ondas curtas dirigidas a Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe. Seu alvo de cobertura são 200 milhões de falantes de português espalhados por uma área que soma dez milhões de quilômetros quadrados.

Programas em ondas curtas

Os programas abrangem temas diversos, do noticiário a análises mais profundas, passando por colunas fixas divididas dessa forma: Nos Ares da Cultura, Panorama Econômico, Economia em Destaque, Viagem pela China, No Mundo dos Esportes, Encontro com Ouvintes, Sala de Visitas, Estilo de Vida, Cinemania, Acordes do Oriente e Chinês Dia a Dia.

Boletins informativos para o Brasil

As emissoras brasileiras Brasília Super Rádio FM, sediada na capital do país, e a Rádio Guaíba, de Porto Alegre, transmitem diariamente boletins de cinco minutos elaborados pelo CRIpor com os principais fatos do dia na China.

CRI online em português

A página do CRIpor na Internet está disponível desde 20 de dezembro de 1999, no endereço http://portuguese.cri.cn. O conteúdo online se divide em notícias, temas atuais, rádio online, cultura, economia, entretenimento, música, blog, chinês dia-a-dia e vídeo.

Vídeos online em português

A partir de 2008, o CRI online em português passou a produzir e disponibilizar vídeos em sua página, destaque para os quadros China em Cena e Miniconcurso. Também foram feitas transmissões ao vivo de importantes eventos.

Revista Fanzine

No dia 15 de abril de 2004, o CRIpor lançou o jornal Fanzinecom o propósito de estreitar os laços com seus ouvintes. A publicação, que em janeiro de 2008 passou a ser uma revista bimestral, cuja versão digital é disponibilizada na página do CRIpor, traz informações sobre as atividades da CRI, modernizações e mudanças, importantes acontecimentos da vida política, econômica, cultural e social, entre outros vários aspectos da vida chinesa, além dos intercâmbios entre a China e os países lusófonos.

Escritório de Representação no Brasil

Em 1999 foi estabelecido no Rio de Janeiro o Escritório de Representação da Rádio Internacional da China no Brasil. Nesse período, cinco jornalistas do CRIpor foram enviados ao Rio na condição de correspondentes dessa emissora.

Escritório Geral da Rádio Internacional da China na América Latina

Desde 31 de março de 2011, o Rio de Janeiro, Brasil, abriga o Escritório Geral da Rádio Internacional da China na América Latina. O CRIpor destacou um de seus profissionais ao cargo do secretário-executivo do escritório.

Ouvintes e Internautas

Em 2010, o CRIpor recebeu mais de oito mil contatos de ouvintes e internautas de mais de dez países e regiões, 80% desses contatos foram feitos através de emails e mensagens postadas no site do CRIpor.

Equipe do CRIpor

O CRIpor conta agora com 21 profissionais entre jornalistas, tradutores e apresentadores, além de quatro jornalistas brasileiros.

Fonte:http://portuguese.cri.cn/623/2009/04/16/1s106060_2.htm

 
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Publicado por em 21/02/2012 em Chineses, Notícias

 

Saiba o que acontece na comunidade boliviana neste carnaval 2012

A comunidade boliviana em território brasileiro também se prepara para uma das datas mais festivas do ano, o carnaval. Confira o que a comunidade boliviana de São Paulo prepara para o carnaval de 2012.

 ADRB – A Associação de Residentes Bolivianos existente na comunidade há mais de 40 anos, vai participar dos festejos de carnaval durante a festa da Praça Kantuta. Com um espaço especial dedicado às crianças, em um stand com voluntários haverá pintura facial e atividades recreativas.

 Ballet Folclórco Boliviano – Tradicional em São Paulo por apresentar diversas danças típicas da Bolívia como a morenada, chutas, tinku e caporal. No carnaval boliviano em sampa vão participar do Pholia na Luz, abrindo o evento ao lado do Kantuta Bolívia e Caporales San Simón.

CAMI – O Centro de Apoio ao Migrante conhecido por seu trabalho social junto aos imigrantes de várias nacionalidades, apoiará a tradicional festa de carnaval da Praça Kantuta.

 Grupo Folclórico Caporales San Simón – Criado pela matriz do grupo na Bolívia o Caporales desde 2007 no Brasil como filial oficial, agita as festa da comunidade neste ano no dia 11 às 13h estará no Pholia na Luz e dia 19 na festa de Carnaval da Praça Kantuta.

 Grupo Folclórico Kantuta Bolívia – O primeiro grupo folclórico boliviano a ser criado em São Paulo há mais de 10 anos participará em dois eventos este ano. No dia 11 às 13h no Pholia na Luz e dia 19 na festa de Carnaval da Praça Kantuta. No mesmo dia às 12h será realizado o tradiconal vatizado dos novos integrante.

 Grupo Folclórico Patúju – (Rio de Janeiro) – O grupo Patujú fará uma festa para comemorar o carnaval onde haverá música e pratos típicos da Bolívia.  El Pepino (um personagem do folclore boliviano) estará presente como parte das atrações. É necessário confirmar presença por telefone para que a organização libere a entrada na portaria.  A festa ocorrerá na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a partir das 13h. – Local: Rua do Bispo, 328 (esquina da Haddock Lobo) – Barra da Tijuca. Rio de Janeiro / Tel.: 21 7806 7671 ou 86*225834

 Pastoral do Migrante – A instituição estará presente apoiando o pré-carnaval Pholia na Luz. Evento cultural que trará a participação de várias manifestações culturais, inclusive a boliviana. Saiba mais.

 Praça Kantuta – O reduto da comunidade boliviana em São Paulo, também vai comemorar o carnaval. Com muita música, dança e comida típica principalmente o puchero prato saboreado nas festas de carnaval da Bolívia. A comemoração acontece no dia 19 a partir das 10h. Saiba mais.

 Fonte: http://www.boliviacultural.com.br/ver_noticias.php?id=1040

 
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Publicado por em 19/02/2012 em Bolivianos, Notícias

 

Convite Consulado Polônia

O Consulado Geral da República da Polônia em São Paulo, a Capelania Polonesa e os membros da expedição “Nuevo Mundo de Lodz” cordialmente convidam  para um encontro no dia 26.02.2012 às 12h00 na Capelania Polonesa, na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora – Rua Três Rios, 75 – Bom Retiro – São Paulo – SP.

 Durante o encontro será feita uma apresentação multimídia com o nome “Rota Polonesa pela América do Sul” e também uma exposição fotográfica com o nome “Encantos da Polônia”.

 

No mesmo dia, será aberta na igreja, uma exposição de fotos preparada com os esforços do Consulado com o nome “Sepulturas patrióticas de páscoa”.

Fonte: http://www.consuladopoloniasp.org.br/publicar/view-not.php?id=895

 
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Publicado por em 19/02/2012 em Notícias, Poloneses

 

Eventos: Palestra “Como Negociar com os Países Árabes”

  • Palestra “Como Negociar com os Países Árabes”
  • Data: 14/07
  • Local: Campinas – São Paulo

 

O Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) – Campinas convida você para participar da palestra “Como Negociar com os Países Árabes”, com o CEO da Câmara Árabe, Michel Alaby, que será realizada no dia 14 de julho, às 17h30, em sua sede (Rua Padre Camargo Lacerda, 37 – Bonfim, Campinas – SP).

Programação

17h30 – Welcome Coffee

18h – Abertura por Natal Martins, diretor-titular do CIESP-Campinas

18h30 – Palestra Como Negociar com os Países Árabes, com Michel Alaby

19h30 – Espaço aberto para perguntas

 20h – Encerramento

Temas a serem tratados na palestra:

 1- Cultura

2- Costumes

3- Número de exportações

 4- Explicativo da localização dos países árabes e suas negociações com foco em Dubai

Sobre o palestrante

Michel Alaby é formado em Economia, Administração de Empresas e Ciências Contábeis pela Universidade de Sâo Paulo, com mestrado em Contabilidade pela Pontifícia Universidade Católica e curso de Comércio Exterior pela Universidade de Dallas/USA. Atuação em diversas atividades profissionais em Comércio Exterior, Gerência da Cofap Trading, Consultor da Siemens, do Citibank, General Eletric, da ONU/PNUD e presidente da Alaby & Consultores Associados S/C Ltda. Atualmente, Alaby é CEO da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

Inscrições gratuitas

Email: administrativo@ciespcampinas.org.br ou telefone (19) 3743 -2201.

Fonte: http://www.ccab.com.br/arabe-brasil/br/home/eventos/palestra-como-negociar-com-os-paises-arabes.fss

 
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Publicado por em 19/02/2012 em Notícias